Primeiro Startup Week na América do Sul

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O Minas Startup Week aconteceu entre os dias 28 de setembro e 2 de outubro de 2015 na cidade de Belo Horizonte e contou com o Sebrae-MG como patrocinador diamante. Essa semana de celebração do empreendedorismo e startups em Belo Horizonte foi realizado pela comunidade para a própria comunidade. Alguns números alcançados:

  • 13.558 impressões alcançadas pela divulgação do Minas Startup Week pelo Facebook e 1.312 engajamentos;
  • 4.038 pessoas inscritas em todos os eventos. Dentro desses foram 3.100 pessoas inscritas nos eventos do Exchange e 938 nos demais eventos;
  • 9164 visitas na página do Exchange;
  • 17 participantes no Tour pelas Startups do San Pedro Valley;
  • 210 participantes no dia 28/09;
  • 181 participantes no dia 29/09;
  • Uma média de 1300 participantes nos dias 30/09 e 01/10;
  • 120 participantes no dia 02/10.

O Minas Startup Week contou com 74 atividades e 57 palestrantes durante os 5 dias, entre as programações tivemos um Tour entre as Startups do San Pedro Valley, Demo Day Minas, o retorno do Seed, festa de encerramento e palestras internacionais. Foi uma semana muito intensa com muito conteúdo, networking e diversão.

Belo Horizonte mais uma vez se mostrou porque é uma das referências quando se fala em empreendedorismo e startups no Brasil.

Site: minas.startupweek.co

Facebook: www.facebook.com/minasstartupweek

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Recap: A Look at The First Regional Summit in Brazil

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UP Brasil started in the beginning of 2014 and since then has been playing a major role in the growth of Brazil’s entrepreneurial communities, also strengthening Brazil all around.

“We’ve evolved from 22 events in 18 cities in 2013 to 68 events in 43 cities. We expect to have 100 events in 60 cities in 2015.”

The first UP Regional Summit in Brazil has took place this June in Belo Horizonte and 69 people from 29 cities and 15 states participated in the event, including:

  • 50 Community Leaders
  • 7 Partners (Startup Farm, Estácio de Sá, Sebrae-PA, Sebrae-BA, Startup Brasil, Endeavor)
  • 5 Sponsors (Sebrae-MG, National Sebrae, IBMEC-MG, Sympla)
  • 2 Speakers (Yuri Gitahy and Felipe Matos)
  • 5 Core Team members
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UP Brasil Summit main goals were:

  • To unite community leaders from all around Brazil
  • To offer the opportunity to connect with community members from other cities around the country
  • To provide useful workshops and speeches for community leaders
  • To align and communicate the mission and programs of UP Brazil
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Our regional partner, Sebrae-MG  played an important role in discussions over startup community growth through two activities: Sebrae Panel and Sebrae Dinner.

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What were the main topics at the event?

  • Startup communities’ impact and creation
  • 5 ingredients to “Nurture a successful startup ecosystem”
  • How to develop and create new leaderships for your community
  • Sebrae Panel: How can Sebrae contribute to nurture the regional startup ecosystem
  • How to raise financial resources for your community
  • Facilitation psychology: To better understand the techniques and the science to create great experiences in events
  • How to build partnerships to develop your community
  • How to identify and to invite good mentors and judges to your event
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Interested in learning even more about the event? Check out the summit infographic:

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Looking for the Portuguese version? Read it here.

 








Primeiro UP Regional Summit no Brasil (UP Brasil Summit)!

Screen Shot 2015-06-25 at 17.06.15O escritório da UP Brasil foi aberto no começo de 2014 e tem feito um enorme trabalho na criação e fortalecimento de comunidades empreendedoras pelo Brasil. Crescemos de 22 eventos em 18 cidades em 2013 para 68 eventos em 43 cidades. E em 2015 esperamos ter em torno de 100 eventos em 60 cidades.

O primeiro UP Regional Summit no Brasil foi em Belo Horizonte e contou com 69 participantes de 29 cidades e 15 estados:

  • 50 líderes de comunidades;
  • 7 parceiros (Startup Farm, Estácio de Sá, Sebrae-PA, Sebrae-BA, Startup Brasil, Endeavor);
  • 5 patrocinadores/Apoiadores (Sebrae-MG, Sebrae Nacional, IBMEC-MG, Sympla);
  • 2 palestrantes (Yuri Gitahy e Felipe Matos);
  • 5 da equipe UP Global.
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Objetivos do UP Brasil Summit:

  • Unir líderes de comunidades da UP Brasil;
  • Oferecer aos participantes a oportunidade de se conectar com pessoas de outras cidades que não tiveram a oportunidade de se conhecerem nos UP Global Summits (Rio de Janeiro e Las Vegas);
  • Workshops, oficinas e palestras para capacitar os líderes de comunidades;
  • Alinhamento e comunicação sobre a missão e programas da UP.
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Sebrae-MG:

O Sebrae-MG foi um grande apoiador regional e com eles tivemos 2 atividades:

  • Painel Sebrae;
  • Jantar Sebrae.

Estas atividades foram importantes para discutir ações de como o Sebrae pode contribuir para nutrir as comunidades de startups.

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Pontos Discutidos:

  • Impacto e Criação de Comunidades de Startups;
  • 5 Ingredientes Para “Fomentar Um Ecossistema Próspero de Startup;
  • Como desenvolver e criar novas lideranças em sua comunidade;
  • Como Promover Seu Evento;
  • Painel: Como o Sebrae pode contribuir para nutrir os ecossistemas regionais de Startups;
  • Como levantar recursos financeiros para sua comunidade;
  • A Psicologia da Facilitação: entenda melhor as técnicas e a cicência de criar experiências com significado em eventos. Apareça nesta sessão se você quer ser um melhor facilitador de eventos ou qualquer atividade em grupo;
  • Como construir parcerias para desenvolver a sua comunidade?
  • Como identificar e convidar bons mentores e jurados.
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Diversão:

  • Happy Hour;
  • Campeonato de Poker;
  • City Tour.

Infográfico:

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Como a educação empreendedora impulsiona o potencial do seu filho

Escrito por Hiro Miyakawa. Texto original: Aqui.

VOU LHE CONTAR uma história e você vai gostar. Foi o que aconteceu no ultimo fim de semana, 13 a 15 de março, durante o Startup Weekend Edu Youth Recife (SWEduYouthRecife) na ABA Aflitos. Foi a primeira edição fora dos EUA, sendo a terceira no mundo, onde jovens de 11 a 13 anos de idade solucionam problemas educacionais do seu cotidiano, construindo uma Startup.

Educação empreendedora serve para crianças e jovens?

E se… a gente juntar um monte de jovens e crianças e passar por essa experiência empreendedora, de conscientizar desde cedo que eles mesmos conseguem criar coisas fantásticas? A gente estará dando um empurrão para criar a próxima geração de empreendedores, desinibidos, prontos para transformar o mundo como eles querem. Hmm, vale o desafio.

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Muitos pais acharam bacana a ideia  —  a gente teve que aumentar as vagas  —  mas senti que ainda pensavam que era uma coisa simples como palestra, um workshop. Os mais entendidos do cenário empreendedor comentavam: “Mas, não são muito novos?” Na hora, sinceramente, também achava. Nem mesmo a gente da organização sabia como tudo isso ia desenrolar. Era tudo novo, inclusive para a gente.

Sexta-feira às 17h. Os participantes começaram a chegar. Jovens de 11 a 13 anos de idade (alguns até mais novos) surgem a recepção acompanhados dos responsáveis. Cada um com posturas diferentes: soltos, brincalhões. Alguns até mais desinibidos que muitos adultos que costumo ver nos SWs. Impressionante.

Em poucas dezenas de minutos o auditório ficou cheio. Algumas crianças sentadas, outras brincando, outras conversando. No fundo do auditório, pais e convidados imaginando o que daquilo tudo iria nascer. Daí chega a hora. Nosso facilitador Gerson, que voltou no mesmo dia dos EUA de um treinamento do SW Youth, começa a falar no microfone. Começam as dinâmicas, interação, estão à vontade. Primeiro contato com a palavra “pitch”, mas logo em seguida já se acostumam e treinam. E durante todo esse momento não parava de pensar: Será que eles estão acompanhando, será que tem noção do que tá acontecendo? Será que estão entendendo que é para falar dos problemas educacionais? É o mal dos adultos, se preocupam de mais.

Essa minha angustia voou de vez quando o jovem Davi de 11 anos sobe ao palco e faz o pitch: “O meu problema é que a escola é sem graça. Ninguém quer ir a escola” e conta a sua ideia para professores e alunos engajarem e compartilharem ideias de gincanas e brincadeiras para as aulas se tornarem mais divertidas. Toda plateia riu, surpresa, o clima de preocupação sumiu. Só bastava deixar que eles mesmos tomassem o controle do evento.

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Na vez de Mayana, de 9 anos de idade, soltou: “Se eu usar o celular a professora acha que estou brincando. Mas talvez eu só queira contribuir para a sala de aula. A gente tá no século XXI, não no I ou II.”

Várias outras crianças impressionaram. Depois formaram equipes em 15 minutos e o dia foi encerrado.

O mesmo pai que falei no início do evento veio conversar: “Fantástico, parabéns mesmo”. Nós adultos que estávamos equivocados. Os jovens sabem identificar o que tá de errado, eles mesmos sabem se agrupar e seguir em frente. São auto-organizados, com sede de desafio.

Se quiser mais, nosso mentor e especialista em marketing Felipe Pereira fez um resumo bacana da sexta-feira no seu site Digaí.

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Chega o sábado. Mentores, especialistas de diversas áreas que acreditaram e se dispuseram voluntariamente no SWEduYouthRecife, começam a chegar mais cedo para o alinhamento inicial. O papel deles é de mentorar e orientar — mas nunca liderar. Os jovens que tem que se virar, esse é o lema do SW. Os mentores só vão aconselhar e acompanhar durante todo o percurso, mas nunca trabalhar por eles ou dar ordens. Perguntas básicas rolaram como “até onde posso interferir?”, “Se eu ter certeza que o modelo de negócios tá mal, o que devo fazer?”. Simples, deixem eles descobrirem por si só. Só apontar o caminho e fazer perguntas certas. O alinhamento foi rápido, talvez por ser uma experiência nova, sabiam que só fazendo que a iriam descobrir. Para a gente também a regra era a mesma: mão na massa, e menos conversa.

Os jovens começaram a desenvolver as suas startups. Passaram pelo processo de descobrimento do usuário, mapa de empatia, ligaram e falaram pelas redes sociais com amigos para pesquisa durante a manhã. Criaram aplicativos simples desenhados no papel e digitalizados pelo aplicativo POP no iPad. Curiosos, se descobrindo e enxergando novas possibilidades. Errando, aprendendo, e indo mais pra frente. Talvez seja apenas mais uma brincadeira, mas não podia deixar de perceber o brilho nos olhos dessa garotada.

Estava no meu PC marcando uma troca de mensagens com Startup Weekend Hong Kong University (SWHKU) para instigar os participantes a se sentirem maiores. Alguns jovens começam a chegar ao meu redor e puxar o papo. Comentam que estão se divertindo muito, estão achando super legal criar coisas. Conversa sobre o nada, mas sei que adultos não viriam conversar sobre o “nada”. A leveza e o desprendimento deles são incríveis. Daí chega um amigo da universidade na roda, e no mesmo instante os jovens perguntam: “Posso fazer uma pesquisa?”. Já estão afiados.

Na tarde, cada um assumiu o seu papel na equipe: desenvolvedor, designer ou negócios, e se dividiram para workshops. Pela primeira vez, criando aplicativos simples, logomarcas, aprendendo como funciona a validação de um negócios pelo canvas. Muitas regras? Talvez muito menos que os jogos que jogam no seu smartphone. Assim que criava algo, se comunicava com outros colegas pelo whatsapp para obter opinião.

Anunciamos que encerraríamos às 17:30, conforme o cronograma. Mas se os pais deixassem, poderiam ficar até às 18:00. Assim que o aviso foi dado, eles já puxaram o celular e ligaram pedindo autorização. Engajamento que surpreende até os adultos. Já eram empreendedores, já se empoderava daquilo que criava.

Antes de ir embora Samuel, de 13 anos, chega ao meu lado e diz: “Não tinha ideia como empreendedorismo era legal” e me explica que ele usa as mãos pra falar para as pessoas não se entediarem. Uma oratória impressionante que senti até inveja.

O dia foi uma bagunça e recompensador. Nada foi previsível, só seguimos os passos. Nem os mentores e organizadores sabiam o que ou como eles deveriam fazer, eles mesmo decidiam. Foi um Caos Fértil, e de lá nasceram muitas coisas.

Domingo começa. Tem que terminar o MVP (produto minimamente viável) e preparar a apresentação pros juízes. Começo a notar algumas telas com as logos criadas. Problema ao passar o aplicativo pro celular. Problema na conexão da internet. Do outro lado alguns grupos se desesperando ao ver como os outros estavam na frente. Mas nada os impediam de tocar o projeto. Muitos já pegaram por osmose o macete empreendedor: a se virar.

É algo que não se ensina, só deixa que aprenda. É que nem andar de bicicleta, só aprende fazendo.

A emoção é grande quando presencio a Marina, rodando pela primeira vez no tablet o aplicativo feito no fim de semana. Tenho certeza que foi uma experiência marcante para ela.

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No almoço conversei com um dos mentores Pedro Dantas, professor de história e presidente da plataforma SomosProfessores, e conta: “Falou em educação com participação dos jovens, não tem como ficar de fora. É um desafio guiar essas crianças, mas é fantástico.”

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2 horas para apresentações finais, vejo já rodando alguns aplicativos, apresentações prontas. Algumas jovens começam a brincar. Correr, brincar de bola, nunca deixam de ser crianças.

Últimos ajustes para as apresentações finais. Alguns juízes começam a chegar. Alguns jovens nervosos, outros não, perguntam até quais são as premiações.

O trabalho de um fim de semana está lá, pronto para ser mostrado para os pais, convidados e juízes — educadores, empreendedores, políticos, empresários, investidores.

Cada apresentação com 4 minutos + 2 de perguntas dos juízes. A maioria apresentaram em grupo, um dos diferenciais das versões adultas. Apresentaram quem são eles, as vezes até brincando e envergonhados. Falaram dos problemas, das soluções, como pretendem escalar, custos e monetização (única parte café com leite) e o produto (aplicativo) funcionando. Já vi vários SW e muitos nem conseguiram chegar até ai. Algumas equipes estavam tão boas que poderiam estar num SW normal competindo com adultos.

O evento foi um sucesso. Aplausos, assobios, a plateia ficou maravilhada pelo resultado de apenas um fim de semana. Os jovens, agora empreendedores, acumulavam confiança e segurança pelo resultado que mostraram. 4 equipes foram premiadas, mas isso é o de menos. A criação da startup é apenas uma consequência de toda a mudança de comportamento e visão que eles conseguiram.

Eles agora sabem a capacidade que tem para criar coisas do nada. E não depende da permissão ou aprovação de ninguém. Só precisam de esforço, trabalho em equipe, e mão na massa. A mentalidade empreendedora despertada tem um grande impacto na vida — que muitos adultos ainda sonham em ter: independência, trabalho em equipe, liderança, foco no resultado, auto-confiança, e o mais importante: brilho nos olhos.

O evento foi um sucesso. Aplausos, assobios, a plateia ficou maravilhada pelo resultado de apenas um fim de semana. Os jovens, agora empreendedores, acumulavam confiança e segurança pelo resultado que mostraram. 4 equipes foram premiadas, mas isso é o de menos. A criação da startup é apenas uma consequência de toda a mudança de comportamento e visão que eles conseguiram.

Eles agora sabem a capacidade que tem para criar coisas do nada. E não depende da permissão ou aprovação de ninguém. Só precisam de esforço, trabalho em equipe, e mão na massa. A mentalidade empreendedora despertada tem um grande impacto na vida — que muitos adultos ainda sonham em ter: independência, trabalho em equipe, liderança, foco no resultado, auto-confiança, e o mais importante: brilho nos olhos.

Fico animado só de imaginar o que eles, agora, vão aprontar daqui pra frente. Criar aplicativos? Jogos? Empresas? ONGs? Virar astronauta? Seja qual for o caminho que eles forem trilhar, já sabem que só dependem deles mesmo para isso. A próxima geração de empreendedores e resolvedores de problemas já começa a surgir.

O que acha de dar um passo atrás de deixar que o seu filho aprenda a se virar e se desenvolva? Eles são livres, criativos, só precisamos dar o ambiente para isso. A final de contas, como Mayana disse, estamos no século XXI, e não no I ou II.

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PS: Sabe o que me deixou feliz? Ouvir os comentários deles depois do evento:

“Mesmo que não fique nos primeiros colocados, vamos continuar o projeto”.

“Já mandaram mensagem agora de manha dizendo que aula ta chata, que tão em prova hoje e que o fim de semana foi muito melhor hehe”

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Resumindo:

  • Não subestime os jovens. Eles são auto-organizados, sabem o que querem, aprendem muito rápido e com sede de desafios. Eles são soltos, criativos e não estão presos a convenções chatas dos adultos. Deixem eles viverem. (e você vai se surpreender!)
  • Abra mão do controle, deixe que os jovens assumam. É um caos fértil.
  • Professores são dispensáveis? De jeito nenhum. São pessoas chaves e de extrema importância na educação empreendedora. Mas da maneira tradicional, onde o ensino é unilateral, só mata a criatividade e vontade das crianças.
  • O papel dos adultos: Dar autonomia, preparar o ambiente, provocar reflexão e acompanhar. Isso não quer dizer que seja menos presente (vai dar mais trabalho, os mentores que o digam).
  • Deixem que eles mesmo se virem. só aponte o caminho, dê as ferramentas, e muito amor e paciência. Eles são os protagonistas.
  • Nunca dê ordens, pergunte. Se algo estiver errado, oriente para que eles mesmo descubram.
  • Errar é necessário. Não ensine a ter medo de errar, e sim eduque para sugar o máximo de aprendizado e acertar na próxima.
  • Quer saber mais sobre o Startup Weekend Edu Youth Recife, Clica aquiaqui. Se quiser saber como organizar um ou bater um papo, me encontra no hiroxmiyakawa@gmail.com

Agradecimento enorme a Guilherme Carvalho e Renato Bibiano por organizar juntos esse evento fantástico. Ao facilitador Gerson Ribeiro por puxar o evento e criar um clima agradável entre os participantes. Aos mentores Alfredo Falcão, Beatrice Melo, Camila Achutti, Daniella Marcusso, Felipe Pereira, Maria da Conceição, Marina Mota, Mayara Pimentel, Pedro Dantas e Raoni Valadares por terem acreditado no evento e ter um papel fundamental com os jovens. Aos voluntários Amarildo Tavares, Nivaldo Gomes e Takahito Miyakawa por resolverem broncas no evento para que fluísse tranquilamente. À Niedja Barbosa por co-mentorar as equipes. Ao Eduardo Rocha, pelo apoio no evento e sábios conselhos. Aos juízes Eduardo Carvalho, Igor Piquet, Rogério Morais, Rosane Schereschewsky e Sérgio Cavalcante pela dedicação e atenção aos jovens empreendedores. Aos patrocinadores ABA, Editora SBS e National Geografic / Cengage Learning por terem uma visão diferente e carinhosa sobre a educação empreendedora dos jovens. Ao André Hotta do UP Brasil e John Baldo da UP Global pela orientação e conselho para viabilizar esse evento. Por ultimo mas não menos importante, aos jovens empreendedores que passaram o fim de semana empreendendo, e aos seus pais e responsáveis que acreditaram no evento ao propor um futuro melhor para as suas crianças.