Startup Weekend Women: evento global de empreendedorismo volta à Paraíba

O Startup Weekend Women (SWWomen) edição especial com foco no empreendedorismo feminino, aconteceu pela primeira vez no Brasil em 2014, em João Pessoa-PB. Três anos depois está de volta à Paraíba. Trata-se de um mesmo projeto que será realizado em julho em duas cidades de forma sequencial e realizada com duas equipes: uma em João Pessoa (7, 8 e 9 de julho) e outra em Campina Grande (14, 15 e 16 de julho).

Evento Global:

O formato da Startup Weekend Women é o mesmo já realizado em 135 países. “Ao longo de 54 horas de competição, as empreendedoras serão encorajadas a compartilhar ideias, formar times, construir um modelo de negócio, desenvolver um protótipo e realizar uma apresentação para uma banca avaliadora que pode incluir investidores”, revela a Community Leader (líder local) Denise Lemos, que divide na Paraíba a coordenação do SWWomen com Fábio Bandeira de Mello. “O propósito da ação é reunir empreendedoras que querem inovar. A participação masculina é possível, mas a regra da SWWomen é que 75% das participantes, mentoras e organizadoras sejam mulheres”, explica Denise.

O SWWomen é feito por voluntários e conta com a presença de mentores com expertise em várias áreas. Expandir a realização do evento com foco nas mulheres em todas as regiões do Brasil é meta da Techstars, organizadora do evento global. “Nossa missão é ensinar e promover o empreendedorismo nas comunidades locais, no entanto, o público do Startup Weekend é 70% masculino. Com o Projeto Women nosso objetivo é aumentar a participação feminina e equiparar os números”, explica Preta Emmeline, Regional Manager da Techstars — empresa global que tem, entre os apoiadores, o Google for Entrepreneurs e a Kaufmann the Foundation of Entrepreneurship. Emmeline destaca os dados da Organizações das Nações Unidas – ONU. “No Brasil, apesar de um terço das famílias serem chefiadas por mulheres, o desemprego entre elas é duas vezes maior do que a dos homens que ganham, ainda, 30% a mais. A ONU também indica que a cada 10 empresas no Brasil, apenas três são chefiadas por mulheres”, diz.

Emmeline é um bom exemplo da dinamização do SWWomen. Ela esteve na primeira edição do evento em João Pessoa e se tornou Community Leader (líder local) em várias edições da Startup Weekend pelo país. Hoje ocupa uma das principais posições dentro da Techstars no Brasil. “A SWWomen é uma oportunidade de desenvolver negócios e habilidades — seja para a criação de um negócio ou para instigar o olhar para uma nova missão pessoal e profissional.

Na Paraíba, o SWWomen conta com o apoio do StartPB, programa de fomento à inovação do Sebrae. Para Danyella Raposo, gestora do programa do Sebrae Paraíba, é importante contribuir para um ambiente favorável para negócios inovadores criados por mulheres. “Na Paraíba, o Sebrae está aberto a disseminar a cultura startup e a colaborar com ideias e projetos com alto grau de inovação”, reforçou.

Para Denise Lemos, que foi organizadora da primeira edição de uma SWWomen no Brasil, há uma satisfação particular em colaborar para a inserção das mulheres no ecossistema local de inovação. “Trazer novamente o evento para a Paraíba, agora em versão dupla (João Pessoa e Campina Grande), traz uma grande satisfação pois há anos estamos lutando para disseminar a ideia de que a inovação não se resume a produzir tecnologia, mas a utilizar a tecnologia disponível para fazer diferente o que já vem sendo feito. Ou seja, todos podemos inovar, as mulheres podem inovar, é essa nossa intenção, estimular a inovação e o empreendedorismo no universo feminino.”

A organização do Startup Weekend Women oferece cotas de apoio e patrocínio para a realização da ação empreendedora nas duas cidades. Para solicitar informações entre em contato com Denise Lemos por email (deniselemos@portalmulherdefato.com.br).

Outras informações na fanpage do evento: (https://www.facebook.com/swjoaopessoa/)

Contatos para entrevistas:

Denise Lemos – 83 98889-5683 – deniselemos@portalmulherdefato.com.br

Fabio Bandeira de Mello – 83 98858-7786 – fabio@administradores.com.br

Assessoria de Imprensa:
Sandra Vasconcelos – 83 99824 6666 – maximizeconsultoriamarketing@gmail.com







Minha vida após Startup Weekend!

Olá empreendedores!! 

Eu participei do Startup Weekend em Patos de Minas no início de Maio 2017 e foi realmente transformador! Não levei uma ideia para ser compartilhada no evento, meu objetivo era aprender mais sobre validação com os mentores BRUTOS que tinha visto no site (veja coaches and mentors do SWVA’17) e entrar em um grupo que tivesse uma ideia que eu acreditasse.

Me surpreendi com o potencial que a turma apresentava e por minha sorte uma ideia que eu tive quando era adolescente foi dito durante os pitchs de apresentação na sexta-feira. Logo corri para entrar na equipe e mais uma vez me surpreendi com a inteligência do time. Ninguém ali se conhecia e foi incrível a sintonia e vontade de fazer acontecer entre todos nós! No sábado a noite fomos para a rua tentar validar nossa ideia e até conseguimos a nossa primeira cliente!

No domingo, eu fui escolhida para fazer o pitch do app Quod (segmentação de festas/eventos por interesse, localização e proximidade) que desenvolvemos no fim de semana. O nervosismo realmente toma conta da gente mas faz parte da experiência. Acredito que hoje tenho habilidade de fazer muitos outros pitches para defender qualquer negócio.

Ainda mantenho contato com várias pessoas e mentores que conheci em Patos de Minas. Inclusive um jurado do evento entrou em contato para conhecer mais sobre meu trabalho.  Além da disponibilidade de TODOS em ajudar durante/após o evento, quando se trata de empreendedorismo sempre terá uma oportunidade disfarçada em seu caminho!

BORA ao SWVA’17?! O evento no Vale do Aço te aguarda nos dias 23, 24 e 25 de Junho. Faça sua inscrição e se transforme também!   — Grande abraço.

Depoimento de Mayara Carvalho!








A internet das coisas em números

Créditos: Ivanir França, Gerente de Conteúdo da Conpass, especialista em cinema e mestrando em Literatura.

A internet das coisas, ou melhor a coisa da internet das coisas como escreveu Kevin Ashton, criador do termo, está cada vez mais presente em nossas vidas. Isto é: estamos cada vez mais conectados à internet por celulares, notebooks e quaisquer outros objetos que tenham sistemas de integração.

De acordo com a SAP, em 2020 haverá no mundo 200 milhões de dispositivos conectados à internet das coisas. Ou seja, em breve boa parte dos produtos que utilizamos em nosso dia a dia vão estar de uma forma ou outra ligados à internet e, claro, isso vai facilitar a nossa vida.

Na prática, será algo como termos o nosso próprio J.A.R.V.I.S (Just Rather Very Intelligent System), mordomo digital de Tony Stark nas películas da Disney/Marvel, para nos avisar quando é necessário comprar leite, legumes ou mesmo se nosso veículo está sendo roubado.    

Embora pareça um pouco distante este mercado já movimentou em 2014, só no Brasil, mais de $ 2 bilhões e segundo projeções da SAP pode gerar uma economia mundial de $ 6,2 trilhões, em 2025.

Claro, as mudanças não se limitam apenas aos nossos equipamentos eletrônicos elas terão um forte impacto em nosso modo de vida. Abaixo mostramos algumas tendências de mudança provocadas pela internet das coisas.

Comportamento do trabalhador

  • 62% acreditam que a carreira deve provocar um impacto positivo no mundo;
  • 53% dizem trabalhar mais se a organização atua com foco social;1
  • 75% acreditam que as empresas preocupam-se demais com sua própria agenda e não focam em melhorar a sociedade;
  • 65% dos millennials têm pretensões à liderança em mercados emergentes; em mercados maduros, 38%;
  • 81% acreditam que as empresas precisam ter mais responsabilidade social e ambiental.

Saúde, Tecnologia e economia informal

  • Segundo a OMS, 80% das doenças cardíacas, acidente vascular cerebral e diabetes poderão ser prevenidas, com o apoio da tecnologia;
  • 74% das empresas americanas e européias de varejo, saúde e manufatura já desenvolveram produtos inteligentes;
  • O fluxo de informação gerado pela Internet das coisas chegará em 2018 à 403 trilhões de GB por ano.2
  • Apenas 14% dos empresas nos EUA são direcionados à produção de bens de consumo;
  • Em 2019, cerca de ¼ de toda força de trabalho dos EUA será independente;
  • Em 2019, as lojas de pagamentos online dos EUA terão receita de até 21 vezes o esperado para 2015.

Relação consumidor X empresa

  • Em 2020, haverá 200 milhões de dispositivos conectados à internet das coisas;
  • As empresas não são mais as únicas criadoras de uma marca; elas são co-criadas pelos consumidores por meio de experiências, compartilhadas e definidas pelos resultados de pesquisas online;
  • 38% dos consumidores estão dispostos a pagar mais por experiências mais simples;
  • 83% dos consumidores estão mais propensos a continuar fazendo negócios com uma empresa por causa do seu programa de fidelidade;
  • 70% dos consumidores está disposto a mudar quando e onde faz compras para maximizar os benefícios dos programas de fidelidade;
  • 69% dos consumidores verificam um produto na internet antes de comprá-lo na loja;
  • 49% dos consumidores veem um produto na loja e o compram na internet;3
  • 45% dos consumidores estão dispostos a liberar informações de localização em troca de descontos;
  • 97% dos consumidores procuram primeiro pelas empresas na internet;
  • 84% dos consumidores buscam ativamente por marcas responsáveis social e ambientalmente;
  • 90% dos consumidores estão dispostos a mudar suas características de compra para beneficiar marcas sustentáveis;
  • 80% dos consumidores compram de empresas que confiam;
  • 68% recomendam empresas confiáveis;
  • 72% das pessoas confiam em informações de amigos e familiares; 46% em CEOs de empresas; 40% em funcionários e 34% em celebridades.

Os desafios empresariais

5
  • 87% das empresas citam a cultura e o engajamento como seus principais desafios, mas menos da metade acredita ter bons programas em vigor para envolver e reter funcionários;
  • Segundo as consultorias Towers Watson e The Power of Three, as empresas com alto engajamento podem ter margens de lucro 4 vezes maiores;
  • 74% das empresas acreditam que a complexidade do negócio fere sua capacidade de cumprir metas, mas apenas 17% dizem que os esforços atuais irão simplificá-los;
  • Apenas 42% das empresas dizem saber extrair percepções significativas a partir dos dados disponíveis;6
  • 87% dos executivos acreditam precisar de dados financeiros com maior agilidade;
  • 85% dos CEOs cujas organizações têm uma estratégia de inclusão dizem ter melhor desempenho;
  • 86% dos CEOs defendem o uso de tecnologias digitais em suas companhias;
  • 97% dos compradores B2B confiam no conteúdo gerado pelo usuário.

Com informações de: Facts on the Future of Business in the economy

Conteúdo original em: http://www.culturacolaborativa.com/a-internet-das-coisas-em-numeros/








A TI está morta! Bem-vindos ao mundo das tecnologias convergentes

Créditos: Rodrigo Parreira, Chief Executive Officer (CEO) da Logicalis Latin America.

Além da convergência da TI e da TO (tecnologia de operações), o crescimento da internet das coisas traz consequências imediatas, como o surgimento de um mundo no qual a tecnologia assume um papel muito mais orgânico, definindo e reconfigurando as cadeias de valor e os modelos de negócios das empresas e organizações.

Estamos vivendo, hoje, um processo de evolução não apenas veloz, mas também qualitativo dos paradigmas tecnológicos no ambiente empresarial. Os elementos que compõem esse processo vêm sendo usualmente associados a temas como mobilidade, analytics, computação em nuvem e redes sociais. Segundo alguns analistas, esse processo levaria a uma “terceira onda” no desenvolvimento tecnológico. Nessa caracterização entende-se a “primeira onda” como aquela dominada pelos mainframes, dominantes na década dos sessenta e setenta. Em seguida, um novo padrão foi estabelecido, com o surgimento dos microcomputadores e das redes de dados – em particular a internet –, em um cenário que evoluiu desde os anos 80 até os princípios da década de 2010.

No entanto, o que hoje chamamos de “terceira plataforma” é algo ainda não muito bem definido e, em minha opinião, em muitas das caracterizações que vejo no mercado os elementos essenciais desse processo de transformação acabam se perdendo. Me parece praticamente impossível entender essa dinâmica de mercado sem levar em conta a convergência entre a tecnologia da informação (TI) e as chamadas tecnologias de operação (TO), sempre no contexto das organizações empresariais, sociais ou relacionadas à administração pública.

Por um lado, a TI sempre foi associada, de forma transversal, a elementos de suporte corporativos e/ou administrativo-financeiros, apontando para a melhoria na eficiência dos processos sobre os quais se apoiam os mais variados modelos de negócios. Nesse contexto, a TI busca capturar produtividade e gerir a informação de maneira mais racional e estruturada, sempre a partir de uma posição de back office. Por outro lado, as TOs são uma série de elementos tecnológicos, em geral bastante sofisticados, fortemente vinculados às cadeias produtivas de forma específica e vertical, muitas vezes associados a conceitos como automação, controle e logística.

Historicamente, essas duas camadas tecnológicas nunca se comunicaram muito bem, vivendo em mundos isolados, gerenciados, nas organizações, por grupos diferentes e desenvolvidas por fabricantes e provedores de serviços com poucos pontos de contato. Esse ambiente, entretanto, deve se transformar de forma bastante acelerada nos próximos anos, já que estamos prestes a observar a forte convergência desses dois universos, a partir de uma perspectiva que hoje temos chamado de IoT (Internet of Things). Nesse contexto, redes de sensores capturam informações das linhas produtivas ou de outros elementos de uma cadeia operacional, que são processadas e analisadas em tempo real por sistemas especializados gerando dados que permitem uma constante melhoria na performance produtiva. Em um futuro próximo, a incorporação de elementos de inteligência artificial e machine learning, deve levar ao surgimento de sistemas produtivos praticamente autônomos e extremamente eficientes.

A consequência imediata desse modelo é o desaparecimento justamente das fronteiras entre a TI e as TOs, dando origem a um mundo no qual a tecnologia assume um papel muito mais orgânico, praticamente definindo e reconfigurando as cadeias de valor e os modelos de negócios das empresas e organizações. E é exatamente aí que aquilo que conhecemos como TI deixa de fazer sentido por si mesma, embora a tecnologia, de forma mais ampla, ganhe um papel cada vez mais preponderante em nossa sociedade e em nossos modelos econômicos.

E é por tudo isso que vejo, no futuro próximo, enormes oportunidades para prestadores de serviços que sejam capazes de entender esses processos como ponto de partida para a construção de seu posicionamento, articulando o conhecimento tecnológico, de forma bastante ampla, com os crescentes desafios de negócios enfrentados por seus clientes em suas cadeias de valor.

Veja o artigo original em: http://www.la.logicalis.com/pt-Latam/conhecimento/articles/a-ti-esta-morta-bem-vindos-ao-mundo-das-tecnologias-convergentes/








Usiminas oferece vagas para o Startup Weekend Vale do Aço

 

Um dos nossos patrocinadores lançou um sorteio bem legal na comunidade e cinco ingressos serão disponibilizados. Quer ficar por dentro e concorrer? Confira integra da matéria que saiu na imprensa local.

Se você é ligado em tecnologia e empreendedorismo, não pode ficar de fora da edição 2017 do Startup Weekend Vale do Aço. Serão três dias dedicados à inovação e ao desenvolvimento tecnológico, com orientações de profissionais dispostos a apoiar as boas ideias de produtos e novos negócios. Nos dias 23, 24 e 25 de junho, na Faculdade Única, os participantes terão a oportunidade de aprender como criar uma empresa real e terão contato com investidores, mentores e especialistas em diversos setores.

Para incentivar os novos empreendedores, a Usiminas, uma das patrocinadoras do evento, irá sortear cinco ingressos do Startup Weekend para moradores da região. Para participar, o interessado deve preencher o formulário disponível no site www.usiminas.com, até o dia 09 de junho. Os nomes dos selecionados serão divulgados no dia 19/06. Qualquer pessoa residente no Vale do Aço, independente de ser ou não colaborador da empresa, pode se inscrever. Também não há restrição de idade, área de atuação, tema ou abrangência, basta que a ideia tenha uma pegada inovadora e diferenciada. Os ingressos dão direito à participação nos três dias de evento e à alimentação no local.

“Às vezes a pessoa tem uma boa ideia e, por não saber como coloca-la em prática, acaba engavetando-a. Essa é uma boa oportunidade para trocar experiências, receber orientações de profissionais e, quem sabe, ver nascer um projeto inovador. A Usiminas sente-se muito honrada de ser parceira do Startup Weekend”, afirma César Bueno, diretor de Tecnologia da Informação da Usiminas.

A importância das boas ideias também é destacada por Luciano Leão, agente de inovação do Vale do Aço da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Ensino Superior,  uma das apoiadoras do evento. “O que hoje é apenas um grupo de pessoas com uma boa ideia, amanhã pode se tornar uma grande empresa em nossa região e estado. Eventos como o Startup Weekend podem diversificar a economia local e atrair investimentos para o fortalecimento desse tipo de negócio. No longo prazo isso quer dizer mais impostos para os municípios e empregos para a comunidade”, avalia.








Perguntas Frequentes sobre o Startup Weekend Vale do Aço

Olá pessoal!

Muitas pessoas estão com dúvidas sobre o formato do Startup Weekend Vale do Aço e como tudo vai acontecer nos três dias de evento. Esse F.A.Q será uma boa oportunidade para você ficar por dentro e se preparar para um dos melhores finais de semana da sua vida.

Se sua dúvida não foi respondida aqui fale conosco pelo valedoaco@startupweekend.org

Para começar, que raios é uma STARTUP?
Existem vários termos por aí. Se você der um Google vai se deparar com vários, porém, para o Startup Weekend, um conceito legal e que utilizamos é esse abaixo:

Um grupo de pessoas à procura de um modelo de negócios repetível e escalável, trabalhando em condições de extrema incerteza.

Que tipos de projetos são aceitos?
O Startup Weekend Vale do Aço incentiva seus participantes a criarem novos modelos de negócio. A tecnologia deve estar presente no seu projeto, o que vai facilitar que sua startup tenha escala, por isso não vale ser uma empresa tradicional. É um requisito também que os projetos estejam no estágio de ideia. O evento é para novas ideias. Não serão aceitos projetos já iniciados. Como um dos objetivos é aprender a desenvolver bons modelos de negócio, não recomendamos também projetos filantrópicos.

Quem pode participar do Startup Weekend Vale do Aço?
O evento tem três públicos principais: desenvolvedores (qualquer pessoa apta a escrever código), designers (pessoas que consigam desenhar interfaces) e audiência de negócios (gerentes, administradores, especialistas em finanças). Esta divisão tem o principal objetivo de tornar os times que serão formados homogêneos em termos de perfil de participantes.

Não sou empreendedor, posso participar mesmo assim?
Claro, e quem sabe ao final do evento você descubra que você tem sim um lado empreendedor? Acreditamos que empreendedores vai muito além de criar empresas.

Posso levar minha atual startup para o Startup Weekend Vale do Aço?
Não, o evento é para novos projetos. Entretanto, se você já tem uma startup, recomendamos que você leve seu time para participar do ambiente, aproveitar o networking e se integrar a novos projetos.

Como funciona propriedade intelectual no evento?
Não se preocupe, sua ideia não será roubada. Na verdade, você encontrará sócios e/ou parceiros para que ela tome vida e deixe de ser apenas uma ideia. Recomendamos apenas que os times estabeleçam entre si critérios para formalizar a ideia como empresa no futuro.

Não tenho uma ideia de negócio, posso participar do evento?
Claro. Você poderá escolher as ideias de outros participantes que mais gostar e se juntar a um dos times.

Posso formar um time apenas com meus amigos para executar um projeto?
Recomendamos aproveitar o networking do evento para formar um time completo. Esteja aberto a trabalhar também com gente nova.

O evento possui estacionamento?
Até então não. Como vamos para uma Faculdade, o espaço de estacionamento está reservado para os alunos. Mas faremos o possível para que no sábado e domingo esse estacionamento seja liberado para todos.

Podemos virar a noite na Faculdade Única?
Até então não. O horário oficial de término é às 22h (sala oficial de trabalho) e 23h (salas de aula) na sexta-feira e sábado. Porém, se o espaço for liberado para ficarmos até mais tarde, iremos anunciar no próprio dia.

Será fornecida alimentação?
O evento fornecerá um coffee break na sexta; café da manhã, almoço e lanche reforçado no sábado e café da manhã, almoço e coffee break no domingo. Para aproveitarmos melhor o tempo, todas as refeições serão feitas no próprio local do evento nos horários estabelecidos em nossa programação.

O que preciso levar para o evento?
– Ingresso (pode ser no celular mesmo)
– Laptop (essencial para trabalhar, caso possua)
– Cartões de visita (networking!)
– Modem 3G (caso possua)
– Extensões de tomada/multiplicadores (aka “T”) (caso possua)
– Adaptadores de pinos para tomada (caso possua)

O evento tem premiação? O que é?
Isso será uma surpresa a ser divulgada no domingo. O que eu posso dizer é que neste ano essa premiação está SENSACIONAL!

Como devo apresentar minha ideia?
Nos pitches da sexta-feira, os participantes terão um minuto (um minuto!) para apresentar uma ideia de negócio. Recomendamos o seguinte formato para fazer um bom pitch:

5-10s – Quem é você?
10-20s – Qual o problema que você tenta resolver?
10-20s – Qual a solução que você propõe para este problema?
5-10s – Quem você precisa para se juntar a você?
Qual a programação do evento? Que hora começa? Que hora devo chegar?
O credenciamento tem início às 18h00 no dia 21/02 e o evento tem início às 18h45. Seguiremos rigidamente estes horários.

Até o evento, o que devo fazer?
Recomendamos que você:
– Amadureça sua ideia. Pense simples e lembre-se que teremos apenas um fim de semana para executá-la. Pense também no modelo de negócio e como você pretende ganhar dinheiro com ela.
– Estude! Recomendamos que você se informe sobre as metodologias Business Model Generation/Business Model Canvas e Lean Startup/Running Lean. Estas técnicas têm revolucionado a maneira como as pessoas empreendem no segmento de tecnologia. Recomendamos também que você se inteire sobre o que é desenvolvimento ágil.

Quem apoia e patrocina o Startup Weekend Vale do Aço 2017?
Essa é bem legal de responder! São empresas e instituições inovadoras da nossa região, veja só:








Como a Intelbras Utiliza Internet das Coisas – IoT

Créditos: Intelbras, Aluisio Maykot, Especialista em Marketing de Produtos e Negócios.

Para a Intelbras, investir em inovação passa por simplificar a vida de seus clientes, oferecendo soluções de qualidade confiáveis e fáceis de usar.

Pensar como cliente, ouvindo-o e desenvolvendo os nossos produtos, sempre foi o diferencial para nós da Intelbras. Os mais de 300 profissionais de pesquisa e desenvolvimento além das áreas de marketing e comercial têm sua atenção e foco voltados a perceber as necessidades de novos produtos e que nascem para solucionar problemas do dia a dia dos clientes.

O que no início era chamado de tropicalização, “adaptar” produtos mundiais à realidade do mercado brasileiro, já há muito tempo na Intelbras se transformou em pesquisa e desenvolvimento que se inicia na especificação com foco no cliente.

Em IoT não é diferente. A Internet das Coisas em sua essência abrange acessibilidade, controle e/ou gerenciamento na Internet. É falar de produtos que se comunicam entre si e que sejam acessíveis integrando-se ao celular, tablet, APP, browser e outros. São produtos que facilitam a vida das pessoas, tornando-a mais segura, econômica e com ganho de tempo efetivo. Nosso DNA muito tem a ver com isso.

Atualmente, não somente computadores e equipamentos como TVs e Smartphones estão conectados à Internet, mas equipamentos como roteadores wi fi, câmeras de vídeo monitoramento, sistemas de alarme e até mesmo lâmpadas, geladeiras e motores. Estas e muitas outras “coisas” estão e, cada vez mais, serão conectadas para que possamos monitorá-los, interagir remotamente com eles e entre eles. Estes equipamentos evoluem constantemente para que tenham linguagem de comunicação universal e possam somar a um ecossistema de máquinas que se comunicam e que podem tornar o dia a dia mais inteligente.

A Intelbras tem vasta lista de produtos, que, por meio do smartphone, é possível, por exemplo, configurar um roteador para bloquear acesso dos filhos a conteúdos indesejados, acessar câmera de segurança da casa ou do escritório com imagem ao vivo e gravações, habilitar ou desarmar o alarme da casa ou até mesmo atender o interfone no celular. Tudo isso em longa ou próxima distância.

Nosso investimento em produtos inovadores, inteligentes, fáceis e confiáveis são parte do compromisso da Intelbras em aproximar nossos clientes à soluções conectadas que realmente importam. A Intelbras acredita em IoT,  mesmo antes de receber esse nome. Por isso, temos muito a contribuir e ainda muito o que aprender, sem perder o foco na usabilidade e como essas soluções que podem de fato, agregar na vida das pessoas.

Conheça mais sobre as iniciativas da Intelbras. Acesse http://www.intelbras.com.br/

Veja também um vídeo sobre Hotspot 300 da Intelbras. Afinal, IoT só faz sentido se você estiver sempre conectado.








Internet das coisas (IoT): um universo de novas possibilidades para o UX design

 

O tempo onde o designer tinha que se preocupar apenas com desenhar telas bonitas, felizmente, vem ficando para trás na maioria das empresas e instituições que já entenderam o grande potencial desse profissional. Além disso, as novas tecnologias, incluindo a tão falada internet das coisas, chatbots passam a tornar acessível uma série de novas possibilidades de soluções nunca vistas ou utilizadas antes pelos consumidores e usuários.

Nesse cenário, o designer com seu background fundamentado em pilares como empatia, psicologia, criatividade e resolução de problemas passa a desempenhar um papel extremamente estratégico dentro das empresas – Como sabemos que é difícil encontrar um bom profissional de UX, temos esse post para te ajudar!

Um importante ponto a se considerar é que com os novos produtos tecnológicos e novos padrões surge todo um universo de interações diferenciadas que muitas vezes refletirão em curvas de aprendizado, mais ou menos complexas, e que requerem todo um cuidado especial em termos de usabilidade. Imaginem vocês um usuário idoso tendo que se virar com wearables, um smartwatch por exemplo, e ter que aprender a se relacionar e “controlar” esse produto com uma série de particularidades que não fazem parte de seu modelo mental ou produtos do dia a dia, o desafio pode ser significante em alguns casos.

Interfaces e interações naturais

Apesar disso, sabemos que as tendências levam às soluções a caminhos onde os comandos são muito mais naturais e inerentes à natureza humana. O esquema abaixo mostra um pouco dessa nossa evolução dos comandos que vieram desde o “command line interface”, nada focado no usuário onde este era obrigado a falar a “língua das máquinas”, até as respectivas evoluções passando pelo “graphical user interface” e o “natural user interface” onde nos encontramos atualmente em plena evolução, explorando possibilidades ligadas também aos comandos de voz e a própria antecipação que leva à “interface zero”.

O fato da internet das coisas já pré-supor que não estamos exclusivamente falando de “computadores” ou “telas” e “cliques” mas sim de objetos e “coisas” já nos aproxima bem mais da ideia do que é natural ao ser humano em seu dia a dia, com a diferença de termos um considerável “upgrade” com do fato dessas coisas estarem conectadas e integradas entre si de forma muito mais inteligente para servir à nossas necessidades.

“Internet das coisas é um conceito tecnológico em que todos os objetos da vida cotidiana estariam conectados à internet, agindo de modo inteligente e sensorial.”Click To Tweet

Potenciais barreiras das boas experiências no IoT

Como toda nova tecnologia os desafios de “onboarding” ou entendimento inicial e engajamento no uso do produto sempre são possíveis problemas a se lidar. No contexto da internet das coisas essa barreira encontra alguns problemas potenciais extras inerente à natureza desse tipo de solução (até agora). Alguns pontos a serem observados:

1. Problemas de conectividade e instabilidade das redes

Principalmente considerando que estamos falando ainda de uma conexão na “realidade Brasil”, lidar com sinal de rede fraco, intermitente ou simplesmente indisponível pode ser uma preocupação bastante recorrente em produtos que tem sua base na conexão e redes de internet.

Quando interagimos com produtos físicos não estamos acostumados a precisar esperar o carregamento para ter um feedback ou um retorno a partir de uma ação, nosso modelo mental nos faz pensar de forma quase automática, diferente de um sistema ou um site que é “relativamente” aceitável esperar um carregamento ou um “processando”.

2. Múltiplas interfaces e comandos a cada produto diferente

Diferente de pensar na experiência dos dispositivos digitais típicos como computadores, smartphones, tablets ou até painéis interativos, quando falamos de “coisas”, praticamente “vale tudo”.

Ainda não temos muitos padrões consolidados, cada dispositivo pode reagir ao seu próprio tipo de comando e ter uma área de input particular, mesmo quando temos vários produtos integrados. Mesmo que meu carro esteja conectado e consiga tocar meu Spotify por lá, quando eu for pedir para minha geladeira abrir esse mesmo app o caminho e comandos podem ser totalmente diferentes. Ainda não temos um controlador geral (e nem sei se necessariamente deveríamos ter) ou uma linha coerente e padronizada entre os comandos dos meus diferentes produtos mesmo estando eles cada vez mais conectados entre si.

3. Necessidade de comandos precisos e específicos

Outra dificuldade do UX na internet das coisas é que por mais natural que tende a ser os comandos desses produtos, a maior parte deles ainda requer uma certa especificidade para entender o que eu quero que ele faça. Apesar de estarmos falando de objetos que muitas vezes são conhecidos em nossa vida no mundo físico, diferente das interfaces digitais e online cheias de cliques, botões e características que tivemos que 100% aprender e interpretar, a forma de se comunicar com estes artefatos ainda requer um alinhamento mínimo entre as partes.

Os comandos de voz são ótimos exemplos disso, agora que posso “falar” com meu celular ou com minha caixa de som para que ela reproduza as notícias do dia para mim, supostamente tudo seria apenas alegria, afinal já sabemos falar há bastante tempo 😛 A realidade entretanto é um pouco menos colorida e dependente da tonalidade e palavras certas. Quem nunca se estressou testando comandos de voz quando ouve o irritante feedback da moça dizendo que “não te entendeu” ou até sugerindo que por isso deveríamos “conversar mais tarde” :O

Os comandos gestuais também ainda pedem gestos específicos, se você não está fazendo conforme a programação espera que você faça, é possível que você passe por certo desconforto até que sua ação seja entendida e efetivada.

4. Geralmente ações do mundo físico não pode ser “desfeitas”

Já aprendemos ao longo de nossas digi-experiências que um Ctrl+Z, um “desfazer” ou um “cancelar” podem fazer grande diferença entre um simples erro e um desastre catastrófico. No mundo físico isso acaba sendo mais complicado pois nem todas as ações são “desfazíveis”. Não esperamos que seja possível desfazer um copo que cai no chão e se quebra assim como uma porta que se abre após o comando de uma chave remota não poderia voltar no tempo e “desabrir”(mesmo que isso significasse um equívoco e você estivesse deixando uma visita indesejada acessar sua casa).

Outro ponto é que muitas soluções de IoT são remotamente controladas ou automaticamente disparadas (a partir de sensores, por exemplo) e isso acaba refletindo em uma perda de controle e quebra da ideia imediata de ação X consequências visíveis e reversíveis à qual nos acostumamos dos produtos físicos.

Bons exemplos de projetos de internet das coisas + UX

Aqui uma seleção de alguns 10 produtos que já estão rolando na vibe IoT e que entregam soluções interessantes. A medida que formos conhecendo e vendo mais produtos conectados mais fácil se torna ter novas ideias a partir disso, por isso vale conhecer o máximo possível sobre o que tem saído por aí.

1-Amazon Dash

Gadget que escaneia códigos de barras, para comprar os produtos que acabaram, como pasta de dente e comidas

2-Birdi

Detector de fumaça integrado com aplicativo, que avisa no seu celular quando tem algo de errado em sua casa

3-Amazon Echo

Central para controlar todos os seus dispositivos de Internet das coisas por comandos de voz

4-Tagg

Rastreia o seu pet por GPS, e te mostra os dados no PC ou no mobile


5-Cloudwash

Máquina de lavar comandada por app de celular

6-Neo

Pote inteligente, que controla sua quantidade de cereais

7-Canary

Utiliza machine learning e cruza dados de vibrações no ar, som e imagens da câmera pra entender se algo estranho está acontecendo na sua casa


8-Blossom

Cria um padrão de irrigação para o seu jardim, baseado na sua localização, clima e outros dados

9-Ankuoo

Plug inteligente para tomadas, que te permitem contar a energia gasta em cada equipamento, e desligar a corrente dos eletrodomésticos

10-Lifx

Iluminação conectada ao celular onde você controla cor, intensidade e jogos de luzes

E os próximos passos?

Fato que projetar e pensar na experiência do usuário em produtos do mundo físico muito se assemelha ao “design de produto” mas com uma camada extra de complexidade já que você não tem que se preocupar apenas com o que acontece “ali e agora” e sim com toda uma rede e integrações e possibilidades de automações. O desafio é bem maior, assim como as possibilidades de aplicar a criatividade e visualizar conexões não óbvias a partir das necessidades e dores dos usuários (o que acho particularmente fascinante :)).

Os autores afirmam que quando estamos falando de projetar para internet das coisas, muito precisa ser considerado, e não apenas as camadas “óbvias” que estamos acostumados em uma interface web visível, trata-se de uma interação que engloba outros elementos tecnológicos e estratégicos.

“Projetar um ótimo produto conectado requer uma abordagem holística de experiência de usuário. Abrange muitas camadas de design, nem todas elas imediatamente visível. Mais do que nunca, exige uma colaboração e trabalho entre design, tecnologia e negócios.”
Existe um livro específico sobre essa relação entre IoT e UX, o “User Experience Design for the Internet of Things” (é possível baixar o ebook gratuito no link) e outros materiais online saindo por aí que vale dar uma conferida.

Para gerar melhores soluções precisaremos necessariamente entender as possibilidades tecnológicas dos sensores, dispositivos, produtos e a partir disso usar como matéria prima esse conhecimento para gerar ideias que atinjam todo o potencial das soluções existentes. Designers e UXrs não vindos da área técnica inevitavelmente precisarão dar uma imergida nessa questão mais “hardware” da coisa para conseguir ter as sacadas além do estudo das interações e novos padrões, convenções e affordances que viabilizarão o uso desse tipo de artefato interativo pelos usuários que ainda tem um longo caminho de aprendizagem pela frente.

Muitos paradigmas e padrões ainda virão a ser quebrados ou reinventados, fica a ressalva que um bom projeto de UX, sendo produto ou web, sempre começa pela validação. Abaixo fica a dica do nosso último webinar que dá boas dicas sobre como usar o design thinking para ajudar nessa empreitada. Confira:

Participe do Startup Weekend IoT Floripa e coloque suas ideias em prática, aprenda mais sobre IoT, conecte-se a comunidade e muito mais. Clique no link para participar.

O conteúdo original você encontra aqui. Post de autoria de Priscilla Albuquerque da Catarinas Design.








Taubaté sedia pela 1ª vez o maior evento de empreendedorismo do mundo

Um final de semana inteiro de inovação e empreendedorismo para transformar as boas ideias em startups de alto impacto

Taubaté sediou nos dias 7, 8 e 9 de Abril, pela primeira vez, a edição 2017 do Startup Weekend. O encontro, considerado o maior evento de empreendedorismo do mundo, foi realizado na Faculdade Dehoniana entre os dias 7 e 9 de abril

Startup Weekend acontece todos os anos em 150 países, e especialmente neste final, aconteceu não apenas em Taubaté, no Brasil, mas em cidades do mundo todo como em Louisville, nos Estados Unidos, Roma na Itália e em Kathmandu, no Nepal, por exemplo.

O objetivo do encontro foi tirar as ideias e projetos do papel em apenas 54 horas. 124 participantes das áreas de negócios, de desenvolvimento de softwares e de designers trabalharam em grupos para gerar efetivamente novas startups de alto impacto. Foram formados 16 times de 4 a 9 integrantes que, durante o final de semana, receberam mentorias com profissionais experientes, assistiram mini palestras de capacitação em temas como canvas, validação, mvp e pitch, e realizaram no final excelente apresentações para uma banca avaliadora multidisciplinar.

As Startups

Conheça um pouco mais dos 16 projetos que foram desenvolvidos durante o final de semana:

Nome e Logo

Descrição

Integrantes da Equipe

 
1st – Primeiro Lugar

Raízes

Facilitar o acesso à produtos e sabores regionais a qualquer momento.
  • Amanda Klapper
  • João Paulo Ramos Nogueira
  • Luiz Parussolo
  • Michel Rodrigues
  • Roberto Felipe Ribeiro
  • Tamires Oliveira
  • Dalila Souza
  • Sara Nubile
2nd – Segundo Lugar

100 Designer

Plataforma que permite decorar sua casa facilmente sem Stress e Designers.
  • Francisco Ribeiro
  • Gustavo Arpassy
  • Paulo Nico
  • Paulo Moura
3rd – Terceiro Lugar

TeachU

Plataforma que aproxima pessoas com conhecimentos complementares.
  • André Capelli
  • Cristiano Maltez
  • Ricardo Vilhena
  • Sérgio Souza
  • Pedro Stel
  • Carlos Moura
  • Tamara Araujo
  • João Araujo
Honra ao Mérito
Ivy – Sabonete de Bolso Soap wafer that dissolves in water without leaving residue, that is put in.

Ivy: the perfect soap for your pocket.

  • Marina Mello
  • Natalia Stefanie
  • Nicolas Hellmann
  • Patricia Pereira
  • Rafael Corrêa Chaves
  • Tais Anita
  • Carolina Guerrero
  • Helcio Spartan
  • Gabriel Lopes
Mais Startups
CãoLera & Cia. Monitoramento de animais domésticos.
  • Isabel Sarno
  • Renan Freire
  • Waetan Junior
  • Jefferson Moreira
  • Luiz Carlo Neto
Combustível Justo Viemos facilitar o controle do consumo e a qualidade do combustível.
  • Cristiano Solera
  • Helcio Alves
  • Rodrigo Okuma
  • André Martins
  • Adjailson Oliveira
  • Lucas Ribeiro
  • César Cesar
Cardápio Digital Serviço autônomo de pedidos para restaurantes e derivados.
  • Arthur Medeiros
  • Emannuel Giovannini
  • Gabriela Omura
  • Gabriel Aquino
  • Danilo Sena
EzLaundry Plataform that connects people that wash and need to wash their clothes.
  • Emanuel Miyagawa
  • Felipe de Paula
  • Lucas Constâncio
  • Eduardo Rodrigues
  • Ana Ramalho
  • Gabriel Camargo
  • Orlando Higa
SafetyLife QR-Code bracelet for identification of data of people with special needs.
  • Fernando Salles Claro
  • Gustavo Calça Lombarde
  • Pedro da Silva
  • Rafael Melo
  • Diogo Silva
Pão na Mão Logista terceirizada de padarias sistema delivery.
  • Clóvis Azevedo
  • Maria Eduarda Magalhães
  • Raul Felipe
  • Clarissa Moutella
VLAB Using VR as an instrument to learn engineering
  • Alberto Baek
  • Mario Esteves
  • Raissa Segall
  • Lucas Rezende
  • Iânice Lanziloti
  • Ana Luiza Barbosa
  • Mariana Oliveira
Eat.be (Brain Cloud) Diminuir tempo de espera em restaurantes atraves de um sistema interativo.
  • Celso Dias
  • João Carlos Rangel
  • Rafael Pereira Carniato
  • Lucas Garcia
  • Nubia Santos
  • Maximiano Wohnrath Silveira

 

Consulta Fácil Plataforma que viabilize o atendimento médico particular acessível.
  • Alice Lessa
  • Raíssa Bertti
  • Andrew Aloi Silveira
  • Pedro Souza da Silva
  • Otaviano Mendes
Conekta (B2B) Aqui nada é desperdiçado.
  • Diego Naves Franco
  • Fabio Souza
  • Paulo Eduardo Fagundes dos Santos
  • Vandré Có
  • Mariana Donini
Aplicativo LampaApp Clareza e comodidade ao consumidor para sua luminosidade LED residencial.
  • Paulo Medeiros
  • Wilson Pereira

 

Nail Aplicativo que indica manicures disponíveis em tempo real, pagamento online.
  • Gabriel Reis
  • Lucas Carvalho
  • Lucas Curcio
  • Helen Martins
  • Max Barbosa
  • Anderson Limas
  • Rafael Marcelo

Vídeo – O SWTaubaté em 3 minutos!

A organização do Startup Weekend Taubaté elaborou um vídeo durante o final de semana, para transmitir no encerramento um pouco do que foi a energia do evento:

“O Startup Weekend é uma grande oportunidade para a comunidade de Taubaté e, de forma mais ampla, para a comunidade do Vale do Paraíba. Convidamos pessoas com diversas expertises, como empreendedores, investidores e representantes do governo que estiveram envolvidos durante todo o final de semana no evento. É um ponta pé inicial, queremos fomentar cada vez mais a comunidade empreendedora da região daqui em diante.”, afirma Ana Letícia Rico, coorganizadora do evento e parte da equipe de inovação e empreendedorismo do Parque Tecnológico São José dos Campos. Ela conta ainda que vieram participantes de diversas partes do Brasil: “Veio gente do Pará!”.

O Startup Weekend é uma iniciativa mundial, que foi realizada em Taubaté graças ao trabalho voluntário de profissionais e empreendedores de importantes instituições de todo o Vale do Paraíba. Contou com apoio da Faculdade Dehoniana, da Fatec Taubaté, do Núcleo Jovem Empreendedor e Ciesp, da Prefeitura de Taubaté, do Parque Tecnológico São José dos Campos, entre outros.

 Na mídia

O Startup Weekend Taubaté saiu em jornais de nome da cidade como Meon.

E em divulgação interna de universidades como a ETEP:

54 horas para mudar você “Como resumir o que foi o Startup Weekend? Este evento onde você supera todos os limites, seja ele físico ou emocional, o fato de passar noites em claro se torna irrelevante perto da vontade de superar os desafios. Você tem toda experiência de uma empresa, com seus momentos de glória e de frustração onde você pensa em largar mão de tudo. Mas aí entra outro ponto chave do Startup Weekend, as parcerias. Trabalhando com equipes multidiscilinares e mentores que te estimulam a pensar de forma diferente para solucionar problemas e chegar em um objetivo em comum, um evento difícil de colocar em palavras e inspirador para todas as pessoas.” Comentam Mario Esteves e Lucas Rezende, alunos da ETEP Esplanada em São José dos Campos, que participaram do evento e tem intenção de replicar a iniciativa.

Prêmios

Além da oportunidade de colocar em prática ideias inovadoras e de validar o potencial de negócios de um projeto, os participantes mais bem avaliados receberão prêmios para continuarem seus negócios de diversas empresas e instituições.

A oportunidade de participar por ate 3 meses do programa de pré-incubação do Parque Tecnológico São José dos Campos, mentoria da Acelera.aê, bolsa em cursos de desenvolvimento do Laboratório de Ideias, da Designa e da Revolução Coaching e bolsas em cursos de inglês da Pró Linguas Independência e da Skill Idiomas integram a lista de prêmios que serão entregues as equipes vencedoras.

“É um marco para a cidade de Taubaté! É a primeira vez que diversos players do ecossistema se uniram para fomentar o empreendedorismo na cidade em um evento de repercussão mundial”, explica o Professor Doutor Marcelo Batalioto diretor das faculdades Dehoniana.

 Claudemir Stelatti, diretor da Fatec Taubaté, concordou com o colega e completou, “O evento foi um sucesso e apenas o primeiro da série de muitas outras iniciativas do tipo que pretendemos realizar em Taubaté”. Stelatti e Batalioto também fizeram parte da organização do Startup Weekend.








Coleta + vence a 5ª edição do Startup Weekend Manaus – Cidades Inteligentes

O aplicativo Coleta + venceu a 5ª edição do Startup Weekend Manaus – Cidades Inteligentes realizado no final de semana. O app propõe conectar cooperativas de coleta seletiva e a população, permitindo o agendamento de horários e a identificação do material a ser coletado.  ‘Troca de Redes’ e ‘Cidade em Alerta’ asseguraram a segunda e a terceira colocação, respectivamente.

Ivair Costa, um dos participantes da equipe vencedora destacou a experiência de participar de um evento que incentiva os desenvolvedores. “O tema ‘Cidades Inteligentes’ fez com que eu enxergasse detalhes da cidade que muitas vezes nós não estamos expostos e com isso desenvolver uma sensibilidade que nós não tínhamos, podendo ver todas as dificuldades que a cidade passa, e tendo a oportunidade de criar soluções para esses problemas”, ressaltou.


A gerente regional da Tech Stars do Brasil, responsável pelas edições do Startup Weekend, Preta Emmeline, disse ter ficado surpresa com o nível de trabalho das equipes Manauaras. “Achei os empreendedores Manauaras muito maduros comentei com os colegas da comunidade de Startup que desde que chegaram no evento, eles já tinham suas ideias bem formadas e em nenhum momento durante os três dias, pensaram em mudar”, elogiou.  


Durante os três dias de Startup Weekend Manaus, sete equipes consolidaram seus projetos.


O secretário municipal de Turismo do município de Anori (distante 243 quilômetros de Manaus), Jardel Castro, esteve como um dos integrantes da Startup ‘Troca de Redes’ a assegurou que pretende levar o aprendizado para implementar em sua cidade. “Nós viemos para o evento para buscar informação e ideias para o turismo de Anori, trazendo os turistas para conhecerem a vida do caboclo diretamente, além de serem bem recebidos”, salientou.O ‘Troca de Redes’ é um aplicativo com o objetivo possibilitar aos turistas conhecerem a realidade do caboclo amazônida e até dormirem em suas casas.
Ulisses Tapajós, secretário municipal de Finanças da Prefeitura de Manaus não descartou a possibilidade das ideias apresentadas no SWManaus serem aproveitadas pelo município. “ A Prefeitura de Manaus tem dois projetos: mobilidade urbana e cidades inteligentes, que combinam com as startups apresentadas no evento de maneira que essas ideias serão aproveitadas e aprimoradas. Foi muito gratificante acompanhar essas pessoas”, disse ele ao afirmar . Ulisses também assegurou que a Prefeitura irá patrocinar as próximas edições do evento. “Vou procurar os organizadores para entender como tudo funciona e a gente colocar no calendário de patrocínios da Prefeitura, o próximo nós patrocinamos”, afirmou.


Um dos projetos que chamaram a atenção de Tapajós foi o ‘Cidade em alerta’ aplicativo em que o usuário é avisado sobre as enchentes dos rios e igarapés.


O diretor presidente da Prodam, Márcio Lira, destacou que o evento é importante para Manaus pois contribui para a resolução de vários problemas. Ele assegurou ainda que a Prodam vai disponibilizar os dados que a instituição possui com o objetivo de fomentar a cultura de novos negócios, oferecendo aos participantes acesso a informações essenciais para a implementação de novos projetos”, disse.


Resultado Final Startup Weekend Cidades Inteligentes
1º lugar – Coleta +
2º lugar – Troca de redes
3º lugar – Cidade em alerta


Menção honrosa para Eego


Startup Weekend
O Startup Weekend é um evento de imersão, realizado em cerca de 100 países, onde empreendedores e aspirantes a empreendedores podem descobrir se suas ideias de startups são viáveis. Ao todo, são 54 horas de criação de modelos de negócios, programação, design e validação de mercado.


A 4ª edição do Startup Weekend Manaus ocorreu em abril de 2016, com cerca de 100 participantes, e premiou os aplicativos “Cultura na Caixa” (projeto que visa divulgar a cultura amazonense em “caixas-surpresa” para os assinantes do serviço), “Abasteça Aqui” – aplicativo com o objetivo de gerar economia no abastecimento dos veículos e o “Jukx” app que o cliente pode avaliar as músicas da playlist do bar, podendo escolher também qual música deve tocar.