Perguntas Frequentes sobre o Startup Weekend Vale do Aço

Olá pessoal!

Muitas pessoas estão com dúvidas sobre o formato do Startup Weekend Vale do Aço e como tudo vai acontecer nos três dias de evento. Esse F.A.Q será uma boa oportunidade para você ficar por dentro e se preparar para um dos melhores finais de semana da sua vida.

Se sua dúvida não foi respondida aqui fale conosco pelo valedoaco@startupweekend.org

Para começar, que raios é uma STARTUP?
Existem vários termos por aí. Se você der um Google vai se deparar com vários, porém, para o Startup Weekend, um conceito legal e que utilizamos é esse abaixo:

Um grupo de pessoas à procura de um modelo de negócios repetível e escalável, trabalhando em condições de extrema incerteza.

Que tipos de projetos são aceitos?
O Startup Weekend Vale do Aço incentiva seus participantes a criarem novos modelos de negócio. A tecnologia deve estar presente no seu projeto, o que vai facilitar que sua startup tenha escala, por isso não vale ser uma empresa tradicional. É um requisito também que os projetos estejam no estágio de ideia. O evento é para novas ideias. Não serão aceitos projetos já iniciados. Como um dos objetivos é aprender a desenvolver bons modelos de negócio, não recomendamos também projetos filantrópicos.

Quem pode participar do Startup Weekend Vale do Aço?
O evento tem três públicos principais: desenvolvedores (qualquer pessoa apta a escrever código), designers (pessoas que consigam desenhar interfaces) e audiência de negócios (gerentes, administradores, especialistas em finanças). Esta divisão tem o principal objetivo de tornar os times que serão formados homogêneos em termos de perfil de participantes.

Não sou empreendedor, posso participar mesmo assim?
Claro, e quem sabe ao final do evento você descubra que você tem sim um lado empreendedor? Acreditamos que empreendedores vai muito além de criar empresas.

Posso levar minha atual startup para o Startup Weekend Vale do Aço?
Não, o evento é para novos projetos. Entretanto, se você já tem uma startup, recomendamos que você leve seu time para participar do ambiente, aproveitar o networking e se integrar a novos projetos.

Como funciona propriedade intelectual no evento?
Não se preocupe, sua ideia não será roubada. Na verdade, você encontrará sócios e/ou parceiros para que ela tome vida e deixe de ser apenas uma ideia. Recomendamos apenas que os times estabeleçam entre si critérios para formalizar a ideia como empresa no futuro.

Não tenho uma ideia de negócio, posso participar do evento?
Claro. Você poderá escolher as ideias de outros participantes que mais gostar e se juntar a um dos times.

Posso formar um time apenas com meus amigos para executar um projeto?
Recomendamos aproveitar o networking do evento para formar um time completo. Esteja aberto a trabalhar também com gente nova.

O evento possui estacionamento?
Até então não. Como vamos para uma Faculdade, o espaço de estacionamento está reservado para os alunos. Mas faremos o possível para que no sábado e domingo esse estacionamento seja liberado para todos.

Podemos virar a noite na Faculdade Única?
Até então não. O horário oficial de término é às 22h (sala oficial de trabalho) e 23h (salas de aula) na sexta-feira e sábado. Porém, se o espaço for liberado para ficarmos até mais tarde, iremos anunciar no próprio dia.

Será fornecida alimentação?
O evento fornecerá um coffee break na sexta; café da manhã, almoço e lanche reforçado no sábado e café da manhã, almoço e coffee break no domingo. Para aproveitarmos melhor o tempo, todas as refeições serão feitas no próprio local do evento nos horários estabelecidos em nossa programação.

O que preciso levar para o evento?
– Ingresso (pode ser no celular mesmo)
– Laptop (essencial para trabalhar, caso possua)
– Cartões de visita (networking!)
– Modem 3G (caso possua)
– Extensões de tomada/multiplicadores (aka “T”) (caso possua)
– Adaptadores de pinos para tomada (caso possua)

O evento tem premiação? O que é?
Isso será uma surpresa a ser divulgada no domingo. O que eu posso dizer é que neste ano essa premiação está SENSACIONAL!

Como devo apresentar minha ideia?
Nos pitches da sexta-feira, os participantes terão um minuto (um minuto!) para apresentar uma ideia de negócio. Recomendamos o seguinte formato para fazer um bom pitch:

5-10s – Quem é você?
10-20s – Qual o problema que você tenta resolver?
10-20s – Qual a solução que você propõe para este problema?
5-10s – Quem você precisa para se juntar a você?
Qual a programação do evento? Que hora começa? Que hora devo chegar?
O credenciamento tem início às 18h00 no dia 21/02 e o evento tem início às 18h45. Seguiremos rigidamente estes horários.

Até o evento, o que devo fazer?
Recomendamos que você:
– Amadureça sua ideia. Pense simples e lembre-se que teremos apenas um fim de semana para executá-la. Pense também no modelo de negócio e como você pretende ganhar dinheiro com ela.
– Estude! Recomendamos que você se informe sobre as metodologias Business Model Generation/Business Model Canvas e Lean Startup/Running Lean. Estas técnicas têm revolucionado a maneira como as pessoas empreendem no segmento de tecnologia. Recomendamos também que você se inteire sobre o que é desenvolvimento ágil.

Quem apoia e patrocina o Startup Weekend Vale do Aço 2017?
Essa é bem legal de responder! São empresas e instituições inovadoras da nossa região, veja só:

  • Patrocínio
    Usiminas
    Fomedemais
  • Apoio
    Sebrae
    SEDECTES (Secretaria de Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Ensino Superior )
    Minas Digital
    Aciati CDL Timóteo
    CEFET-MG
    Faculdade Única
    Rede Doctum de Ensino
    Unileste
    Quem realiza o Startup Weekend Vale do Aço 2017?
    A comunidade de empreendedores/Startups da região do Vale do Aço, Compartilhar.Bootcamp Startup Weekend
    Essa é uma novidade especial que estou falando aqui em primeira mão. Em breve vamos divulgar um Bootcamp bem legal, para conversarmos pessoalmente e apresentar alguns conceitos básicos do Startup Weekend. Será uma manhã no Unileste. A data certinha vamos divulgar EM BREVE! E não se preocupe, se você já comprou ingresso para o SW, seu ingresso do Bootcamp não será cobrado.







Como a Intelbras Utiliza Internet das Coisas – IoT

Créditos: Intelbras, Aluisio Maykot, Especialista em Marketing de Produtos e Negócios.

Para a Intelbras, investir em inovação passa por simplificar a vida de seus clientes, oferecendo soluções de qualidade confiáveis e fáceis de usar.

Pensar como cliente, ouvindo-o e desenvolvendo os nossos produtos, sempre foi o diferencial para nós da Intelbras. Os mais de 300 profissionais de pesquisa e desenvolvimento além das áreas de marketing e comercial têm sua atenção e foco voltados a perceber as necessidades de novos produtos e que nascem para solucionar problemas do dia a dia dos clientes.

O que no início era chamado de tropicalização, “adaptar” produtos mundiais à realidade do mercado brasileiro, já há muito tempo na Intelbras se transformou em pesquisa e desenvolvimento que se inicia na especificação com foco no cliente.

Em IoT não é diferente. A Internet das Coisas em sua essência abrange acessibilidade, controle e/ou gerenciamento na Internet. É falar de produtos que se comunicam entre si e que sejam acessíveis integrando-se ao celular, tablet, APP, browser e outros. São produtos que facilitam a vida das pessoas, tornando-a mais segura, econômica e com ganho de tempo efetivo. Nosso DNA muito tem a ver com isso.

Atualmente, não somente computadores e equipamentos como TVs e Smartphones estão conectados à Internet, mas equipamentos como roteadores wi fi, câmeras de vídeo monitoramento, sistemas de alarme e até mesmo lâmpadas, geladeiras e motores. Estas e muitas outras “coisas” estão e, cada vez mais, serão conectadas para que possamos monitorá-los, interagir remotamente com eles e entre eles. Estes equipamentos evoluem constantemente para que tenham linguagem de comunicação universal e possam somar a um ecossistema de máquinas que se comunicam e que podem tornar o dia a dia mais inteligente.

A Intelbras tem vasta lista de produtos, que, por meio do smartphone, é possível, por exemplo, configurar um roteador para bloquear acesso dos filhos a conteúdos indesejados, acessar câmera de segurança da casa ou do escritório com imagem ao vivo e gravações, habilitar ou desarmar o alarme da casa ou até mesmo atender o interfone no celular. Tudo isso em longa ou próxima distância.

Nosso investimento em produtos inovadores, inteligentes, fáceis e confiáveis são parte do compromisso da Intelbras em aproximar nossos clientes à soluções conectadas que realmente importam. A Intelbras acredita em IoT,  mesmo antes de receber esse nome. Por isso, temos muito a contribuir e ainda muito o que aprender, sem perder o foco na usabilidade e como essas soluções que podem de fato, agregar na vida das pessoas.

Conheça mais sobre as iniciativas da Intelbras. Acesse http://www.intelbras.com.br/

Veja também um vídeo sobre Hotspot 300 da Intelbras. Afinal, IoT só faz sentido se você estiver sempre conectado.








Internet das coisas (IoT): um universo de novas possibilidades para o UX design

 

O tempo onde o designer tinha que se preocupar apenas com desenhar telas bonitas, felizmente, vem ficando para trás na maioria das empresas e instituições que já entenderam o grande potencial desse profissional. Além disso, as novas tecnologias, incluindo a tão falada internet das coisas, chatbots passam a tornar acessível uma série de novas possibilidades de soluções nunca vistas ou utilizadas antes pelos consumidores e usuários.

Nesse cenário, o designer com seu background fundamentado em pilares como empatia, psicologia, criatividade e resolução de problemas passa a desempenhar um papel extremamente estratégico dentro das empresas – Como sabemos que é difícil encontrar um bom profissional de UX, temos esse post para te ajudar!

Um importante ponto a se considerar é que com os novos produtos tecnológicos e novos padrões surge todo um universo de interações diferenciadas que muitas vezes refletirão em curvas de aprendizado, mais ou menos complexas, e que requerem todo um cuidado especial em termos de usabilidade. Imaginem vocês um usuário idoso tendo que se virar com wearables, um smartwatch por exemplo, e ter que aprender a se relacionar e “controlar” esse produto com uma série de particularidades que não fazem parte de seu modelo mental ou produtos do dia a dia, o desafio pode ser significante em alguns casos.

Interfaces e interações naturais

Apesar disso, sabemos que as tendências levam às soluções a caminhos onde os comandos são muito mais naturais e inerentes à natureza humana. O esquema abaixo mostra um pouco dessa nossa evolução dos comandos que vieram desde o “command line interface”, nada focado no usuário onde este era obrigado a falar a “língua das máquinas”, até as respectivas evoluções passando pelo “graphical user interface” e o “natural user interface” onde nos encontramos atualmente em plena evolução, explorando possibilidades ligadas também aos comandos de voz e a própria antecipação que leva à “interface zero”.

O fato da internet das coisas já pré-supor que não estamos exclusivamente falando de “computadores” ou “telas” e “cliques” mas sim de objetos e “coisas” já nos aproxima bem mais da ideia do que é natural ao ser humano em seu dia a dia, com a diferença de termos um considerável “upgrade” com do fato dessas coisas estarem conectadas e integradas entre si de forma muito mais inteligente para servir à nossas necessidades.

“Internet das coisas é um conceito tecnológico em que todos os objetos da vida cotidiana estariam conectados à internet, agindo de modo inteligente e sensorial.”Click To Tweet

Potenciais barreiras das boas experiências no IoT

Como toda nova tecnologia os desafios de “onboarding” ou entendimento inicial e engajamento no uso do produto sempre são possíveis problemas a se lidar. No contexto da internet das coisas essa barreira encontra alguns problemas potenciais extras inerente à natureza desse tipo de solução (até agora). Alguns pontos a serem observados:

1. Problemas de conectividade e instabilidade das redes

Principalmente considerando que estamos falando ainda de uma conexão na “realidade Brasil”, lidar com sinal de rede fraco, intermitente ou simplesmente indisponível pode ser uma preocupação bastante recorrente em produtos que tem sua base na conexão e redes de internet.

Quando interagimos com produtos físicos não estamos acostumados a precisar esperar o carregamento para ter um feedback ou um retorno a partir de uma ação, nosso modelo mental nos faz pensar de forma quase automática, diferente de um sistema ou um site que é “relativamente” aceitável esperar um carregamento ou um “processando”.

2. Múltiplas interfaces e comandos a cada produto diferente

Diferente de pensar na experiência dos dispositivos digitais típicos como computadores, smartphones, tablets ou até painéis interativos, quando falamos de “coisas”, praticamente “vale tudo”.

Ainda não temos muitos padrões consolidados, cada dispositivo pode reagir ao seu próprio tipo de comando e ter uma área de input particular, mesmo quando temos vários produtos integrados. Mesmo que meu carro esteja conectado e consiga tocar meu Spotify por lá, quando eu for pedir para minha geladeira abrir esse mesmo app o caminho e comandos podem ser totalmente diferentes. Ainda não temos um controlador geral (e nem sei se necessariamente deveríamos ter) ou uma linha coerente e padronizada entre os comandos dos meus diferentes produtos mesmo estando eles cada vez mais conectados entre si.

3. Necessidade de comandos precisos e específicos

Outra dificuldade do UX na internet das coisas é que por mais natural que tende a ser os comandos desses produtos, a maior parte deles ainda requer uma certa especificidade para entender o que eu quero que ele faça. Apesar de estarmos falando de objetos que muitas vezes são conhecidos em nossa vida no mundo físico, diferente das interfaces digitais e online cheias de cliques, botões e características que tivemos que 100% aprender e interpretar, a forma de se comunicar com estes artefatos ainda requer um alinhamento mínimo entre as partes.

Os comandos de voz são ótimos exemplos disso, agora que posso “falar” com meu celular ou com minha caixa de som para que ela reproduza as notícias do dia para mim, supostamente tudo seria apenas alegria, afinal já sabemos falar há bastante tempo 😛 A realidade entretanto é um pouco menos colorida e dependente da tonalidade e palavras certas. Quem nunca se estressou testando comandos de voz quando ouve o irritante feedback da moça dizendo que “não te entendeu” ou até sugerindo que por isso deveríamos “conversar mais tarde” :O

Os comandos gestuais também ainda pedem gestos específicos, se você não está fazendo conforme a programação espera que você faça, é possível que você passe por certo desconforto até que sua ação seja entendida e efetivada.

4. Geralmente ações do mundo físico não pode ser “desfeitas”

Já aprendemos ao longo de nossas digi-experiências que um Ctrl+Z, um “desfazer” ou um “cancelar” podem fazer grande diferença entre um simples erro e um desastre catastrófico. No mundo físico isso acaba sendo mais complicado pois nem todas as ações são “desfazíveis”. Não esperamos que seja possível desfazer um copo que cai no chão e se quebra assim como uma porta que se abre após o comando de uma chave remota não poderia voltar no tempo e “desabrir”(mesmo que isso significasse um equívoco e você estivesse deixando uma visita indesejada acessar sua casa).

Outro ponto é que muitas soluções de IoT são remotamente controladas ou automaticamente disparadas (a partir de sensores, por exemplo) e isso acaba refletindo em uma perda de controle e quebra da ideia imediata de ação X consequências visíveis e reversíveis à qual nos acostumamos dos produtos físicos.

Bons exemplos de projetos de internet das coisas + UX

Aqui uma seleção de alguns 10 produtos que já estão rolando na vibe IoT e que entregam soluções interessantes. A medida que formos conhecendo e vendo mais produtos conectados mais fácil se torna ter novas ideias a partir disso, por isso vale conhecer o máximo possível sobre o que tem saído por aí.

1-Amazon Dash

Gadget que escaneia códigos de barras, para comprar os produtos que acabaram, como pasta de dente e comidas

2-Birdi

Detector de fumaça integrado com aplicativo, que avisa no seu celular quando tem algo de errado em sua casa

3-Amazon Echo

Central para controlar todos os seus dispositivos de Internet das coisas por comandos de voz

4-Tagg

Rastreia o seu pet por GPS, e te mostra os dados no PC ou no mobile


5-Cloudwash

Máquina de lavar comandada por app de celular

6-Neo

Pote inteligente, que controla sua quantidade de cereais

7-Canary

Utiliza machine learning e cruza dados de vibrações no ar, som e imagens da câmera pra entender se algo estranho está acontecendo na sua casa


8-Blossom

Cria um padrão de irrigação para o seu jardim, baseado na sua localização, clima e outros dados

9-Ankuoo

Plug inteligente para tomadas, que te permitem contar a energia gasta em cada equipamento, e desligar a corrente dos eletrodomésticos

10-Lifx

Iluminação conectada ao celular onde você controla cor, intensidade e jogos de luzes

E os próximos passos?

Fato que projetar e pensar na experiência do usuário em produtos do mundo físico muito se assemelha ao “design de produto” mas com uma camada extra de complexidade já que você não tem que se preocupar apenas com o que acontece “ali e agora” e sim com toda uma rede e integrações e possibilidades de automações. O desafio é bem maior, assim como as possibilidades de aplicar a criatividade e visualizar conexões não óbvias a partir das necessidades e dores dos usuários (o que acho particularmente fascinante :)).

Os autores afirmam que quando estamos falando de projetar para internet das coisas, muito precisa ser considerado, e não apenas as camadas “óbvias” que estamos acostumados em uma interface web visível, trata-se de uma interação que engloba outros elementos tecnológicos e estratégicos.

“Projetar um ótimo produto conectado requer uma abordagem holística de experiência de usuário. Abrange muitas camadas de design, nem todas elas imediatamente visível. Mais do que nunca, exige uma colaboração e trabalho entre design, tecnologia e negócios.”
Existe um livro específico sobre essa relação entre IoT e UX, o “User Experience Design for the Internet of Things” (é possível baixar o ebook gratuito no link) e outros materiais online saindo por aí que vale dar uma conferida.

Para gerar melhores soluções precisaremos necessariamente entender as possibilidades tecnológicas dos sensores, dispositivos, produtos e a partir disso usar como matéria prima esse conhecimento para gerar ideias que atinjam todo o potencial das soluções existentes. Designers e UXrs não vindos da área técnica inevitavelmente precisarão dar uma imergida nessa questão mais “hardware” da coisa para conseguir ter as sacadas além do estudo das interações e novos padrões, convenções e affordances que viabilizarão o uso desse tipo de artefato interativo pelos usuários que ainda tem um longo caminho de aprendizagem pela frente.

Muitos paradigmas e padrões ainda virão a ser quebrados ou reinventados, fica a ressalva que um bom projeto de UX, sendo produto ou web, sempre começa pela validação. Abaixo fica a dica do nosso último webinar que dá boas dicas sobre como usar o design thinking para ajudar nessa empreitada. Confira:

Participe do Startup Weekend IoT Floripa e coloque suas ideias em prática, aprenda mais sobre IoT, conecte-se a comunidade e muito mais. Clique no link para participar.

O conteúdo original você encontra aqui. Post de autoria de Priscilla Albuquerque da Catarinas Design.








Taubaté sedia pela 1ª vez o maior evento de empreendedorismo do mundo

Um final de semana inteiro de inovação e empreendedorismo para transformar as boas ideias em startups de alto impacto

Taubaté sediou nos dias 7, 8 e 9 de Abril, pela primeira vez, a edição 2017 do Startup Weekend. O encontro, considerado o maior evento de empreendedorismo do mundo, foi realizado na Faculdade Dehoniana entre os dias 7 e 9 de abril

Startup Weekend acontece todos os anos em 150 países, e especialmente neste final, aconteceu não apenas em Taubaté, no Brasil, mas em cidades do mundo todo como em Louisville, nos Estados Unidos, Roma na Itália e em Kathmandu, no Nepal, por exemplo.

O objetivo do encontro foi tirar as ideias e projetos do papel em apenas 54 horas. 124 participantes das áreas de negócios, de desenvolvimento de softwares e de designers trabalharam em grupos para gerar efetivamente novas startups de alto impacto. Foram formados 16 times de 4 a 9 integrantes que, durante o final de semana, receberam mentorias com profissionais experientes, assistiram mini palestras de capacitação em temas como canvas, validação, mvp e pitch, e realizaram no final excelente apresentações para uma banca avaliadora multidisciplinar.

As Startups

Conheça um pouco mais dos 16 projetos que foram desenvolvidos durante o final de semana:

Nome e Logo

Descrição

Integrantes da Equipe

 
1st – Primeiro Lugar

Raízes

Facilitar o acesso à produtos e sabores regionais a qualquer momento.
  • Amanda Klapper
  • João Paulo Ramos Nogueira
  • Luiz Parussolo
  • Michel Rodrigues
  • Roberto Felipe Ribeiro
  • Tamires Oliveira
  • Dalila Souza
  • Sara Nubile
2nd – Segundo Lugar

100 Designer

Plataforma que permite decorar sua casa facilmente sem Stress e Designers.
  • Francisco Ribeiro
  • Gustavo Arpassy
  • Paulo Nico
  • Paulo Moura
3rd – Terceiro Lugar

TeachU

Plataforma que aproxima pessoas com conhecimentos complementares.
  • André Capelli
  • Cristiano Maltez
  • Ricardo Vilhena
  • Sérgio Souza
  • Pedro Stel
  • Carlos Moura
  • Tamara Araujo
  • João Araujo
Honra ao Mérito
Ivy – Sabonete de Bolso Soap wafer that dissolves in water without leaving residue, that is put in.

Ivy: the perfect soap for your pocket.

  • Marina Mello
  • Natalia Stefanie
  • Nicolas Hellmann
  • Patricia Pereira
  • Rafael Corrêa Chaves
  • Tais Anita
  • Carolina Guerrero
  • Helcio Spartan
  • Gabriel Lopes
Mais Startups
CãoLera & Cia. Monitoramento de animais domésticos.
  • Isabel Sarno
  • Renan Freire
  • Waetan Junior
  • Jefferson Moreira
  • Luiz Carlo Neto
Combustível Justo Viemos facilitar o controle do consumo e a qualidade do combustível.
  • Cristiano Solera
  • Helcio Alves
  • Rodrigo Okuma
  • André Martins
  • Adjailson Oliveira
  • Lucas Ribeiro
  • César Cesar
Cardápio Digital Serviço autônomo de pedidos para restaurantes e derivados.
  • Arthur Medeiros
  • Emannuel Giovannini
  • Gabriela Omura
  • Gabriel Aquino
  • Danilo Sena
EzLaundry Plataform that connects people that wash and need to wash their clothes.
  • Emanuel Miyagawa
  • Felipe de Paula
  • Lucas Constâncio
  • Eduardo Rodrigues
  • Ana Ramalho
  • Gabriel Camargo
  • Orlando Higa
SafetyLife QR-Code bracelet for identification of data of people with special needs.
  • Fernando Salles Claro
  • Gustavo Calça Lombarde
  • Pedro da Silva
  • Rafael Melo
  • Diogo Silva
Pão na Mão Logista terceirizada de padarias sistema delivery.
  • Clóvis Azevedo
  • Maria Eduarda Magalhães
  • Raul Felipe
  • Clarissa Moutella
VLAB Using VR as an instrument to learn engineering
  • Alberto Baek
  • Mario Esteves
  • Raissa Segall
  • Lucas Rezende
  • Iânice Lanziloti
  • Ana Luiza Barbosa
  • Mariana Oliveira
Eat.be (Brain Cloud) Diminuir tempo de espera em restaurantes atraves de um sistema interativo.
  • Celso Dias
  • João Carlos Rangel
  • Rafael Pereira Carniato
  • Lucas Garcia
  • Nubia Santos
  • Maximiano Wohnrath Silveira

 

Consulta Fácil Plataforma que viabilize o atendimento médico particular acessível.
  • Alice Lessa
  • Raíssa Bertti
  • Andrew Aloi Silveira
  • Pedro Souza da Silva
  • Otaviano Mendes
Conekta (B2B) Aqui nada é desperdiçado.
  • Diego Naves Franco
  • Fabio Souza
  • Paulo Eduardo Fagundes dos Santos
  • Vandré Có
  • Mariana Donini
Aplicativo LampaApp Clareza e comodidade ao consumidor para sua luminosidade LED residencial.
  • Paulo Medeiros
  • Wilson Pereira

 

Nail Aplicativo que indica manicures disponíveis em tempo real, pagamento online.
  • Gabriel Reis
  • Lucas Carvalho
  • Lucas Curcio
  • Helen Martins
  • Max Barbosa
  • Anderson Limas
  • Rafael Marcelo

Vídeo – O SWTaubaté em 3 minutos!

A organização do Startup Weekend Taubaté elaborou um vídeo durante o final de semana, para transmitir no encerramento um pouco do que foi a energia do evento:

“O Startup Weekend é uma grande oportunidade para a comunidade de Taubaté e, de forma mais ampla, para a comunidade do Vale do Paraíba. Convidamos pessoas com diversas expertises, como empreendedores, investidores e representantes do governo que estiveram envolvidos durante todo o final de semana no evento. É um ponta pé inicial, queremos fomentar cada vez mais a comunidade empreendedora da região daqui em diante.”, afirma Ana Letícia Rico, coorganizadora do evento e parte da equipe de inovação e empreendedorismo do Parque Tecnológico São José dos Campos. Ela conta ainda que vieram participantes de diversas partes do Brasil: “Veio gente do Pará!”.

O Startup Weekend é uma iniciativa mundial, que foi realizada em Taubaté graças ao trabalho voluntário de profissionais e empreendedores de importantes instituições de todo o Vale do Paraíba. Contou com apoio da Faculdade Dehoniana, da Fatec Taubaté, do Núcleo Jovem Empreendedor e Ciesp, da Prefeitura de Taubaté, do Parque Tecnológico São José dos Campos, entre outros.

 Na mídia

O Startup Weekend Taubaté saiu em jornais de nome da cidade como Meon.

E em divulgação interna de universidades como a ETEP:

54 horas para mudar você “Como resumir o que foi o Startup Weekend? Este evento onde você supera todos os limites, seja ele físico ou emocional, o fato de passar noites em claro se torna irrelevante perto da vontade de superar os desafios. Você tem toda experiência de uma empresa, com seus momentos de glória e de frustração onde você pensa em largar mão de tudo. Mas aí entra outro ponto chave do Startup Weekend, as parcerias. Trabalhando com equipes multidiscilinares e mentores que te estimulam a pensar de forma diferente para solucionar problemas e chegar em um objetivo em comum, um evento difícil de colocar em palavras e inspirador para todas as pessoas.” Comentam Mario Esteves e Lucas Rezende, alunos da ETEP Esplanada em São José dos Campos, que participaram do evento e tem intenção de replicar a iniciativa.

Prêmios

Além da oportunidade de colocar em prática ideias inovadoras e de validar o potencial de negócios de um projeto, os participantes mais bem avaliados receberão prêmios para continuarem seus negócios de diversas empresas e instituições.

A oportunidade de participar por ate 3 meses do programa de pré-incubação do Parque Tecnológico São José dos Campos, mentoria da Acelera.aê, bolsa em cursos de desenvolvimento do Laboratório de Ideias, da Designa e da Revolução Coaching e bolsas em cursos de inglês da Pró Linguas Independência e da Skill Idiomas integram a lista de prêmios que serão entregues as equipes vencedoras.

“É um marco para a cidade de Taubaté! É a primeira vez que diversos players do ecossistema se uniram para fomentar o empreendedorismo na cidade em um evento de repercussão mundial”, explica o Professor Doutor Marcelo Batalioto diretor das faculdades Dehoniana.

 Claudemir Stelatti, diretor da Fatec Taubaté, concordou com o colega e completou, “O evento foi um sucesso e apenas o primeiro da série de muitas outras iniciativas do tipo que pretendemos realizar em Taubaté”. Stelatti e Batalioto também fizeram parte da organização do Startup Weekend.








Coleta + vence a 5ª edição do Startup Weekend Manaus – Cidades Inteligentes

O aplicativo Coleta + venceu a 5ª edição do Startup Weekend Manaus – Cidades Inteligentes realizado no final de semana. O app propõe conectar cooperativas de coleta seletiva e a população, permitindo o agendamento de horários e a identificação do material a ser coletado.  ‘Troca de Redes’ e ‘Cidade em Alerta’ asseguraram a segunda e a terceira colocação, respectivamente.

Ivair Costa, um dos participantes da equipe vencedora destacou a experiência de participar de um evento que incentiva os desenvolvedores. “O tema ‘Cidades Inteligentes’ fez com que eu enxergasse detalhes da cidade que muitas vezes nós não estamos expostos e com isso desenvolver uma sensibilidade que nós não tínhamos, podendo ver todas as dificuldades que a cidade passa, e tendo a oportunidade de criar soluções para esses problemas”, ressaltou.


A gerente regional da Tech Stars do Brasil, responsável pelas edições do Startup Weekend, Preta Emmeline, disse ter ficado surpresa com o nível de trabalho das equipes Manauaras. “Achei os empreendedores Manauaras muito maduros comentei com os colegas da comunidade de Startup que desde que chegaram no evento, eles já tinham suas ideias bem formadas e em nenhum momento durante os três dias, pensaram em mudar”, elogiou.  


Durante os três dias de Startup Weekend Manaus, sete equipes consolidaram seus projetos.


O secretário municipal de Turismo do município de Anori (distante 243 quilômetros de Manaus), Jardel Castro, esteve como um dos integrantes da Startup ‘Troca de Redes’ a assegurou que pretende levar o aprendizado para implementar em sua cidade. “Nós viemos para o evento para buscar informação e ideias para o turismo de Anori, trazendo os turistas para conhecerem a vida do caboclo diretamente, além de serem bem recebidos”, salientou.O ‘Troca de Redes’ é um aplicativo com o objetivo possibilitar aos turistas conhecerem a realidade do caboclo amazônida e até dormirem em suas casas.
Ulisses Tapajós, secretário municipal de Finanças da Prefeitura de Manaus não descartou a possibilidade das ideias apresentadas no SWManaus serem aproveitadas pelo município. “ A Prefeitura de Manaus tem dois projetos: mobilidade urbana e cidades inteligentes, que combinam com as startups apresentadas no evento de maneira que essas ideias serão aproveitadas e aprimoradas. Foi muito gratificante acompanhar essas pessoas”, disse ele ao afirmar . Ulisses também assegurou que a Prefeitura irá patrocinar as próximas edições do evento. “Vou procurar os organizadores para entender como tudo funciona e a gente colocar no calendário de patrocínios da Prefeitura, o próximo nós patrocinamos”, afirmou.


Um dos projetos que chamaram a atenção de Tapajós foi o ‘Cidade em alerta’ aplicativo em que o usuário é avisado sobre as enchentes dos rios e igarapés.


O diretor presidente da Prodam, Márcio Lira, destacou que o evento é importante para Manaus pois contribui para a resolução de vários problemas. Ele assegurou ainda que a Prodam vai disponibilizar os dados que a instituição possui com o objetivo de fomentar a cultura de novos negócios, oferecendo aos participantes acesso a informações essenciais para a implementação de novos projetos”, disse.


Resultado Final Startup Weekend Cidades Inteligentes
1º lugar – Coleta +
2º lugar – Troca de redes
3º lugar – Cidade em alerta


Menção honrosa para Eego


Startup Weekend
O Startup Weekend é um evento de imersão, realizado em cerca de 100 países, onde empreendedores e aspirantes a empreendedores podem descobrir se suas ideias de startups são viáveis. Ao todo, são 54 horas de criação de modelos de negócios, programação, design e validação de mercado.


A 4ª edição do Startup Weekend Manaus ocorreu em abril de 2016, com cerca de 100 participantes, e premiou os aplicativos “Cultura na Caixa” (projeto que visa divulgar a cultura amazonense em “caixas-surpresa” para os assinantes do serviço), “Abasteça Aqui” – aplicativo com o objetivo de gerar economia no abastecimento dos veículos e o “Jukx” app que o cliente pode avaliar as músicas da playlist do bar, podendo escolher também qual música deve tocar.







Bootcamp Startup Weekend Recife 1.0

Nesta quinta, dia 09/02, vai acontecer o 1º bootcamp do Startup Weekend Recife 2017. No evento, os participantes vão saber o que é e como funciona o Startup Weekend, incluindo uma mesa redonda com sobre “Como é viver as 54h de Startup Weekend e qual o impacto em sua vida”. Na mesa, mediada por Nivaldo Gomes, estarão os participantes de edições passadas Paulo Candido, Cacau Barros, Fernando Gonçalves e Flora Lins. 

O Bootcamp será as 19h, no Coworking Connection, que fica na Rua Ana Angélica, 64, Derby, pertinho do Bloco B da Uninassau.








Faça parte do ecossistema de SP

URGENTE!!! Coloque sua startup no mapa da inovação de São Paulo!

Lançamos hoje o mapa do Ecossistema de Startups, Empreendedorismo e Inovação da cidade de São Paulo. Ele fará parte de um portal que lançaremos ainda este ano, com o objetivo de ajudar empreendedores e startups a descobrirem tudo que a cidade oferece para quem deseja empreender.

~ Precisamos da sua ajuda para povoar o mapa ~
Coloque sua startup no mapa e copie seus amigos fundadores nos comentários!

Vamos mostrar que São Paulo tem uma comunidade forte! Vamos mostrar a cara da cidade que não para de crescer! Essa iniciativa é para vocês, é para a cidade que não é conduzida, que conduz!

#sampahub #saopaulostartups #founder2founder #011

https://mapme.com/startupsampa








StartUp Weekend Rondonópolis – Melhores momentos do evento

 








7 motivos para ir ao Startup Weekend

Existem motivos que devem ser levados em conta para você passar um final de semana fora da sua “vida normal”, ainda mais quando se trata de um evento pago e com um formato que você não conhece. Vamos listar alguns destes motivos:

1 – Sair da zona de conforto

Durante o Startup Weekend você vai realizar atividades que não está acostumado, coisas como apresentar uma ideia em público, parar pessoas no meio da rua para validar um conceito, ou testar uma solução. Além disto, vai  precisar fazer atividades como ajudar pensar layout, definir cores, ou em que lugar fica melhor um botão no app, decidir se aquela sequência de tela é melhor que está, mesmo você não tendo nada de afinidade com este tipo de vivência. E em outra hora você vai pensar no modelo de negócio, ou na melhor forma de apresentar o resultado final.

2 – Networking

Você vai encontrar pessoas que estão iniciando negócios, outros que já tem negócios bem sucedidos. Algumas destas pessoas vão passar a fazer parte de sua rede, e com algumas delas você vai criar parcerias e, em alguns casos, até sociedades. Os mentores e organizadores, mesmo depois do evento, vão estar sempre próximos e disponíveis para um café e um bate-papo.

3 – Inspiração

Você vai ouvir histórias e viver fatos que vão te inspirar a querer fazer um pouquinho mais que o que você faz em um dia normal. E para algumas pessoas, a inspiração vai estar em você!
Histórias como a de Tallis Gomes, que ao se encaminhar para o Startup Weekend RJ em 2011, teve dificuldades em conseguir um taxi e daí surgiu a ideia do Easy Taxi, que ficou em quarto lugar no evento e hoje está em mais de 40 países.

4 – Competição

Rola uma competição, todos vão querer ganhar, isto faz parte da dinâmica, mas não ganhar não limita o que sua equipe pode fazer quando as 54 horas acabarem. Há vários cases de sucesso de startups que nasceram no Startup Weekend e que não ganharam em sua edição.

5 – Perks, muitos perks

Perks são brindes que você ganha por participar do Startup Weekend, são mais de 70 perks, só pra citar alguns: Domínio e hospedagem de um site, $ para aquisição de alguns serviços como logo, video de apresentação da startup, e uma infinidade de serviços que podem ser utilizados durante o evento, ou mesmo depois dele.

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6 – Visibilidade

Durante o Startup Weekend sua startup, com todos seus sócios, é cadastrada em uma plataforma mundial, nesta plataforma, além das startups estão presentes aceleradoras, mentores e investidores, que podem ter interesse pelo problema que você resolve e em algum momento de contactar. Sua startup continuando, é natural que ela apareça em mídias e eventos.

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E depois do evento a gente te envia o link de mais algumas plataformas.

7 – Ecossistema

Você passa a fazer parte de um ecossistema de empreendedorismo, neste ecossistema você vai acessar eventos em que você pode apresentar sua startup, parceiros, possíveis investimentos, etc. Uma vez parte do ecossistema, você pode também organizar eventos como o Startup Weekend em sua região, colaborando para a melhora deste ambiente.
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Agora é só você conferir se tem mais algum outro motivo! Depois me conta, ok?!








Perguntas Frequentes – Startup Weekend Feira de Santana

Para você que vai participar do Startup Weekend Feira de Santana, postamos aqui algumas perguntas e respostas que podem lhe ajudar.

O que o Startup Wekend?

Startup Weekend é um evento de imersão, uma experiência incrível de tornar ideias em soluções. Os participantes trazem ideias, compartilham com os participantes, selecionam ideias, constroem equipes, trabalham para validar ideias e transformá-la em soluções para clientes, recebem orientações de mentores experientes e apresentam seus resultados para avaliadores. Depois é comemorar!

Que tipos de projetos de negócio são aceitos?

O Startup Weekend incentiva a criação de negócios de Startup, focados em solucionar problemas reais. Mas o que é uma Startup?

É um requisito também que os projetos estejam no estágio de ideia. Não serão aceitos projetos já iniciados. Como um dos objetivos é aprender a desenvolver bons modelos de negócio, você precisar provar que seu negócio pode gerar receitas e cobrir seus custos. Vale a criatividade para criar um modelo de negócios inovador, escalável e que resolva um problema real!

Quem pode participar do Startup Weekend?

O evento é destinado a empreendedores e entusiastas que objetivam mudar a realidade por meio de projetos inovadores. Os participantes são divididos em três categorias:

Desenvolvedor: Desenvolvedores, engenheiros de software, programadores, etc.

Designer: Designers de UX, UI, ilustradores, etc.

Negócios: Administradores, marketing, relações públicas e qualquer outro perfil não-técnico 

Esta divisão tem o principal objetivo de que os times que serão formados sejam homogêneos em termos de perfil de participantes.

Preciso ter uma ideia de negócio para participar do Startup Weekend?

Pedimos a todos os participantes que tragam novas ideias de negócios para startups. Se você tiver uma ideia, ótimo! Mas se você não tiver uma ideia, sua experiência será tão incrível quanto. Você poderá escolher as ideias de outros participantes que mais gostar e se juntar a um dos times.

 

Posso levar a ideia da minha atual startup para o Startup Weekend?

Não, o evento é para novos projetos. Entretanto, se você já tem uma startup, recomendamos que você leve seu time para participar do ambiente, aproveitar o networking e se integrar a novos projetos.

Como funciona propriedade intelectual no evento? E se alguém roubar minha ideia?

Sua ideia nunca será um negócio de sucesso se você não vencer o medo de contá-la. Ao falar sobre sua ideia você recebe feedbacks, encontra pessoas que podem te ajudar e novas oportunidades que levam-na ao próximo estágio.

Algumas ideias similares a sua já podem estar em aplicação no mercado, nacional ou internacional. Não se esqueça de identificar outras iniciativas, eventualmente concorrentes ou parceiras, e já pensar em um diferencial competitivo.

No evento você encontrará sócios e/ou parceiros para que ela tome vida e deixe de ser apenas uma ideia. Recomendamos apenas que os times estabeleçam entre si critérios para formalizar a ideia como companhia no futuro.

Não tenho um time formado. Posso participar?

Claro, melhor ainda! A gente não só permite, como também incentiva que você participe do evento em uma equipe repleta de desconhecidos.

Posso formar um time apenas com meus amigos para executar um projeto?

Recomendamos aproveitar o networking do evento para formar um time completo. Esteja aberto a trabalhar também com gente nova.

Será fornecida alimentação?

O evento fornecerá 7 refeições já inclusas no valor do ingresso, como café da manhã, almoço e coffee break. Não precisa sair para se alimentar, mantenha o foco no trabalho com sua equipe!

O que preciso levar para o evento?

Primeiro, muita disposição, entusiasmo e energia para fazer coisas incríveis. Mas traga outros itens também:

  • Ingresso impresso e documento de identificação com foto.
  • Notebook (essencial para trabalhar).
  • Cartões de visita (networking!).
  • Material para trabalho (papel, caneta, lápis, e o que for ajudar você a executar)

Caso leve seu notebook, garanta levar o que for precisar para sua utilização, como extensões, adaptadores de tomada, etc.

Como devo apresentar minha ideia?

Nos pitches da sexta-feira, os participantes terão um minuto para apresentar uma ideia de negócio. De forma prática, recomendamos o seguinte formato para fazer um bom pitch (mas não se restrinja a este formato, chame a atenção, seja você mesmo e faça o melhor pitch que puder):

  • 5-10s – Quem é você?
  • 10-20s – Qual o problema que você tenta resolver?
  • 10-20s – Qual a solução que você propõe para este problema?
  • 5-10s – Quem você precisa para se juntar a você?

A apresentação deste pitch é apenas oral, você não poderá utilizar nenhum tipo de apresentação.

Qual a programação do evento? Que hora começa? Que hora termina? Tenho que estar no evento o tempo todo

O credenciamento tem início às 18h00 no dia 25/11 (sexta-feira), chegue com pelo menos 10 minutos de antecedência. O evento termina às 21h00 no dia 27/11 (domingo). Este é um evento de imersão, de foco completo em tornar ideias em soluções, não agende outros compromissos durante dos dias do evento!

E confira a nossa programação!

Até o evento, o que devo fazer?

Recomendamos que você:

Amadureça sua ideia. Pense simples e lembre-se que teremos apenas um fim de semana para executá-la. Pense também no modelo de negócio e como você pretende ganhar dinheiro com ela.

Estude! Recomendamos que você se informe sobre as metodologias Business Model Generation/Business Model Canvas (Canvas ou Tela de Modelo de Negócio) e Lean Startup/Running Lean (Startup Enxuta). Busque também informações sobre Validação de Negócios de Startups e Apresentação de Pitchs. Estas técnicas têm revolucionado a maneira como as pessoas empreendem no segmento de tecnologia. Recomendamos também que você se inteire sobre o que é desenvolvimento ágil.