IoT – Internet of Things

Imagine uma rede absurdamente grande de coisas conectadas à internet, com acesso às suas informações e preferências. Carros, lâmpadas, eletrodomésticos, aparelhos eletrônicos e tudo o que você utiliza no seu dia a dia, interagindo com seus dados e entregando soluções totalmente personalizadas para você, com base nas suas informações. Não, não estamos falando de futuro. Isso já é realidade!

Enquanto você lê este artigo, mais de 4,8 bilhões de objetos funcionam conectados à internet e a previsão é de que até 2020, esse número chegue a 50 bilhões, segundo a gigante Cisco.

A Internet das Coisas (IoT) extrapolou os limites da tecnologia tradicional – computador, smartphone, tablet – e ampliou o alcance da conectividade para além destes dispositivos. Agora, objetos físicos se comunicam com o ambiente externo por meio da internet e da conectividade com as nuvens.

No transporte, a Internet das Coisas poderá acelerar o fluxo de tráfego, reduzir o consumo de combustível, programar automaticamente o reparo de veículos, além de outras inúmeras possibilidades. Nas redes elétricas, a IoT tem a capacidade de melhorar a confiabilidade do sistema, uma vez que seus consumidores são cobrados com base na eficiência da operação que pode ser monitorada em tempo real.

Grandes marcas como Samsung, Dell, BMW, Nike, entre outras, já estão investindo muito na IoT que promete revolucionar o modo como vivemos hoje e, por isso, os empreendedores devem estar ligados nesse conceito.

Resumidamente, ”Internet of Things” (ou “Internet das coisas”, em português) é o termo utilizado para uma revolução tecnológica que tem como objetivo conectar itens que utilizamos em nosso dia a dia à internet (eletrodomésticos, relógios, automóveis, roupas, entre outros).

Quer saber mais?

Clique aqui e assista ao vídeo feito pelo Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br) que explica o conceito de Internet of Things.




BRDE tem crédito para inovação e boas ideias

O BRDE oferece linhas de crédito voltadas para diferentes perfis de empresários inovadores, dentro do programa BRDE Inova, com financiamentos de projetos no valor de até R$ 20 milhões. O programa já contratou R$ 204 milhões em crédito de apoio à inovação em ambiente produtivo na região Sul por meio de recursos do BNDES e Finep, com destaque para as operações realizadas em Santa Catarina.

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O BRDE é o principal repassador no País de crédito para a inovação pela linha MPME Inovadora que tem taxa de juros fixa de 6,5% a.a. e até dez anos de prazo de pagamento. Os setores que demandaram mais recursos desta linha foram os de comércio e serviços, R$ 64,8 milhões, e da indústria de transformação com R$ 50,7 milhões. No setor de serviços, o destaque foram as operações relacionadas a serviços de tecnologia da informação e comunicação, com operações totalizando R$ 44,2 milhões. A região Sul concentrou o maior volume dos financiamentos aprovados, no total de R$ 91,9 milhões, sendo R$ 84,2 milhões em Santa Catarina.

Como medida para capitalizar novas ideias em todas as regiões do Estado, o BRDE apresenta a linha de crédito Finep Inovacred Expresso, voltada para micro e pequenos empreendedores com perfil inovador. A linha é operada em convênio com o sistema cooperativo Cecred/CrediFiesc para atendimento junto às empresas associadas da Acate. A tramitação simplificada é a característica desta linha, que financia projetos de até R$ 150 mil para micro e pequenas empresas. Operada via parceiros conveniados ao BRDE, a linha tem prazo para pagamento de até 48 meses, incluída carência de 6 a 12 meses, com juros de TJLP + 3% ao ano.

O BRDE contratou R$ 25 bilhões em financiamentos em Santa Catarina desde a sua fundação, há 54 anos.

Consulte critérios do enquadramento da sua empresa em cada uma das ações no sitewww.brde.com.br/brdeinova.




Infotickets busca talentos para crescer e inovar no mercado de turismo

 

 

A Infotickets é uma empresa de tecnologia especializada na geração e conversão de leads para hotéis. Por meio de uma ferramenta inovadora de concierge online e campanhas automatizadas de remarketing, a startup de Florianópolis tem ajudado hotéis de todo o Brasil a aumentarem a conversão de seus sites e as reservas diretas. Em pouco mais de um ano de atividade, mais de 45 mil viajantes já se cadastraram no concierge da empresa, em mais de 40 hotéis onde a tecnologia está presente.

Para Rodrigo Teixeira, fundador da Infotickets e que também já participou do Startup Weekend, “as pessoas que deixam suas casas para participar de um evento como o SW durante todo um final de semana tem algo de especial, uma vontade maior que a média de fazer acontecer. Além disso, são profissionais interessados por tecnologia, empreendedorismo, inovação, e nesta edição, turismo”.

Demonstração do Concierge Online desenvolvido pela Infotickets

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E este é exatamente o perfil de profissionais que a Infotickets está buscando para montar o seu time. “Queremos criar internamente um ambiente para pessoas realizarem seus sonhos e terem a oportunidade de empreender junto com a gente”, complementou Rodrigo.

O mercado de turismo apresenta uma série de oportunidades para inovação, compreendendo não apenas viagens, mas também hotelaria, gastronomia, bagagens e muito mais. “Sempre esperamos ver novas ideias em eventos como o SW e como os novos talentos planejam modificar o mercado. Além disso, queremos conhecer essas pessoas que, assim como nós, são apaixonados pelo mercado turístico”, destacou Rodrigo.

A Infotickets tem como objetivo ser referência em tecnologias de marketing hoteleiro e lançou recentemente a plataforma InfoMail, um CRM para hotéis. O carro-chefe da empresa é a plataforma InfoSales, que integrada ao Concierge Online, automatiza campanhas de pré-venda para os viajantes reservarem os hotéis com as melhores condições possíveis. A startup participou da 4ª turma do programa de capacitação StartupSC, uma referência em qualificação no mercado de startups e tem conseguido, de acordo com as informações da empresa, melhorar os resultados dos seus clientes dia após dia. “Já estamos com uma boa presença nos três Estados do sul do Brasil, agora o objetivo é ampliar e consolidar a Infotickets nas outras regiões do país até o fim de 2016”, finalizou Teixeira.

http://www.info-tickets.com/




Infotickets busca talentos para crescer e inovar no mercado de turismo

A Infotickets é uma empresa de tecnologia especializada na geração e conversão de leads para hotéis. Por meio de uma ferramenta inovadora de concierge online e campanhas automatizadas de remarketing, a startup de Florianópolis tem ajudado hotéis de todo o Brasil a aumentarem a conversão de seus sites e as reservas diretas. Em pouco mais de um ano de atividade, mais de 45 mil viajantes já se cadastraram no concierge da empresa, em mais de 40 hotéis onde a tecnologia está presente.

Para Rodrigo Teixeira, fundador da Infotickets e que também já participou do Startup Weekend, “as pessoas que deixam suas casas para participar de um evento como o SW durante todo um final de semana tem algo de especial, uma vontade maior que a média de fazer acontecer. Além disso, são profissionais interessados por tecnologia, empreendedorismo, inovação, e nesta edição, turismo”.

Demonstração do Concierge Online desenvolvido pela Infotickets

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E este é exatamente o perfil de profissionais que a Infotickets está buscando para montar o seu time. “Queremos criar internamente um ambiente para pessoas realizarem seus sonhos e terem a oportunidade de empreender junto com a gente”, complementou Rodrigo.

O mercado de turismo apresenta uma série de oportunidades para inovação, compreendendo não apenas viagens, mas também hotelaria, gastronomia, bagagens e muito mais. “Sempre esperamos ver novas ideias em eventos como o SW e como os novos talentos planejam modificar o mercado. Além disso, queremos conhecer essas pessoas que, assim como nós, são apaixonados pelo mercado turístico”, destacou Rodrigo.

A Infotickets tem como objetivo ser referência em tecnologias de marketing hoteleiro e lançou recentemente a plataforma InfoMail, um CRM para hotéis. O carro-chefe da empresa é a plataforma InfoSales, que integrada ao Concierge Online, automatiza campanhas de pré-venda para os viajantes reservarem os hotéis com as melhores condições possíveis. A startup participou da 4ª turma do programa de capacitação StartupSC, uma referência em qualificação no mercado de startups e tem conseguido, de acordo com as informações da empresa, melhorar os resultados dos seus clientes dia após dia. “Já estamos com uma boa presença nos três Estados do sul do Brasil, agora o objetivo é ampliar e consolidar a Infotickets nas outras regiões do país até o fim de 2016”, finalizou Teixeira.

www.info-tickets.com

 




A trajetória do Startup Weekend Floripa

Nem dá pra acreditar, mas já foram mais de 500 participantes, 5 edições, média de 80 mentores e um sem-fim de organizadores voluntários. Começamos nosso blog com o resgate breve da trajetória do SWFloripa:

Pra quem não sabe, o Startup Weekend Floripa acontece desde 2013. No primeiro ano foi uma única e eletrizante edição, sediada no Sebrae SC . Palestras incríveis, muita gente curiosa e engajada com seus times criaram a base para as demais edições.

Em 2014 tivemos 2 edições, uma no início do ano  com temática aberta, também no Sebrae SC  . Aqui já começou a haver uma maior expertise na organização do evento.

Em novembro, veio a primeira edição com um tema específico, o mobile  que rolou na Estácio de Sá da ilha. Eletrizante define. Times fortes e viradas nos favoritos em vários momentos do evento.

Em 2015 a já clássica edição do início do ano voltou para o Sebrae . O pessoal já espera por essa edição que rola depois das férias.

Em maio foi realizada a primeira edição da temática de educação e todo o movimento foi no Senac da Prainha . Educadores se juntaram aos times formados por empreendedores, desenvolvedores e designers pra fortalecer ainda mais a união entre educação e tecnologia e a nova forma de gestão.

E agora em novembro a vertical é voltada para o Turismo e nada mais justo que aconteça na beira da praia, afinal empreendedorismo combina muito bem com qualidade de vida… Tudo vai acontecer no norte da ilha, na praia dos Ingleses, no excelente Hotel Acquamar  que abriu suas portas para nossa equipe de forma incrível.

Para que os participantes fiquem alinhados com a temática, estamos organizando 3 workshops incríveis:

Ideation com o Guilherme Sarkis , empreendedor nômade, criador do projeto Inglês no Vale e organizador do SWFloripa Education. Dia 29 de setembro (link para o evento)

Modelo de Negócios com o Idmar Ramos e o Felipe Mandawalli, empreendedores respectivamente da AeroChimps e da Mettzer  (e talentosos que só!). Dia 14 de outubro (informações em breve)

– Pitch com o Marcos Buson , que já é nosso mentor de carteirinha e bem-humorado desde que nasceu, e também é CPO e cofundador do PinMyPet . Dia 11 de novembro (informações em breve).

Por Cárlei Nunes, canhota que digita rápido. Mestre em Administração com ênfase em Marketing Digital. Gestora da Circulae e professora por amor.

&

Felipe Mandawalli, fundador da Mettzer

Startup Weekend Florianópolis




Entrevista enxuta com Guilherme Sarkis

A proposta é fazermos uma rodada de entrevistas com o pessoal que, de alguma forma, fortalece o movimento empreendedor na região da grande Floripa, seja através das suas empresas, seja através da participação no SWFloripa, que chega no mês de novembro na sua sexta edição

As entrevistas têm 3 momentos principais e o objetivo é que sejam bem lean e ágeis 🙂

O primeiro entrevistado é o Guilherme Sarkis , por diversas razões:

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– foi quem eu encontrei primeiro da minha lista… rsrs

– participou da primeira edição do #SWFloripa em 2013 e sua startup EduSpot voltada para a educação foi a vencedora.

– foi o organizador do SWFloripa Education, que rolou em maio.

– tem um mega perfil empreendedor e agora está com dois projetos incríveis, que ele fala mais pra frente.

– foi tradutor do livro sobre o Startup Weekend para a versão em português (ele não divulga isso, mas é muito massa!).

Quando você entendeu o que era uma startup?

É curioso, porque tem relação exatamente com a história da tradução desse livro. Até aí eu não sabia. Eu já empreendia, tinha a minha escola, mas não tinha muita ideia do assunto. Já tinha ouvido o conceito, o tema startup, mas não tinha muita ideia do que era e, quando fui traduzindo o livro e entendendo o evento e o que acontecia ao longo do Startup Weekend lembro de ficar empolgadíssimo com a tradução, de não dormir direito à noite porque começava a pensar nas incríveis possibilidades que esse mundo me trazia. Eu não fazia a menor ideia de como desenvolver um negócio na área de tecnologia e até hoje, cerca de 3 ou 4 anos depois, ainda estou aprendendo, mas a primeira noção foi isso. O entendimento desse conceito muda, praticamente inverte a tua noção do que é desenvolver uma empresa: que você deve fazer anos e anos de planejamento, de trabalho mental, mas a startup te faz colocar a mão na massa muito cedo e essa é a proposta do Startup Weekend. Quando eu comecei a entender isso a minha própria empresa mudou bastante de lá pra cá.

Cite 3 ninjas do movimento startup aqui da região.

Nossa, eu vou fazer injustiça com certeza, porque só entre os meus amigos eu posso citar uns 10.

Em Floripa tem 2 grandes referências, com certeza tem muito mais, mas eu digo que estão mais perto de mim, embora nesses 2 casos eles não sejam tão próximos, mas são pessoas que eu admiro bastante:

Eric Santos e os sócios da Resultados Digitais , são caras grandes referências, são 6, a gurizada é muito boa. Vale a pena acompanhar o blog e todo o conteúdo que eles produzem, que é sensacional. São os caras que, pra mim, foram os primeiros aqui da região a realmente desenvolver uma startup.

Em paralelo, o pessoal da Chaordic , também são uma baita referência nesse sentido. João e João (os 2) são grandes referências como profissionais.

Vamos avançando: Elton Miranda e a sócia Emília Chagas são incríveis, a startup deles está se desenvolvendo de forma sensacional com a equipe ContentTools

Rafael Assunção , grande mentor de startups inclusive, um cara sensacional.

Não tá mais tão perto da gente, mas o André Hotta , né? Hoje é um dos dirigentes do Brasil na Techstars, um cara que manja muito do assunto também.

Vamos terminar aqui.

Tem algum causo bacana de algo que viveu ou presenciou no SWFloripa?

Ai, tem tantas histórias… Eu vou ser um pouco egoísta, vou contar da minha história no primeiro SWFloripa. Foi muito rico o que experimentei. Lembro de chegar e brincar com o pessoal da organização e, se vocês tiverem dúvida, perguntem pro João Selarim que é meu amigo e não vai me deixar mentir. Eu cheguei na sexta-feira e falei: eu não vim pra participar, eu vim pra ganhar o evento.

– Cárlei: Eu lembro disso!

– Sarkis: E foi o que aconteceu. O que me chamou a atenção e não posso isolar isso como mérito meu, foi mérito dos mentores e de toda a equipe que estava lá e conseguiu trabalhar isso com a gente, mas talvez meu mérito foi ter escutado. Lembro exatamente de ter visto este contraste. Eu me submeti, me rendi à metodologia, me rendi à técnica que não conhecia e eles conheciam (organizadores e mentores), pra começar a desenvolver o negócio e lembro até hoje, de uma equipe que fez exatamente o contrário. A pessoa que tinha uma ideia estava completamente apaixonada por ela e pelo jeito dela de fazer, que chegou um determinado momento se viu desesperada e chorando. Essa sensação que tive de me entregar à metodologia e ao conhecimento dos outros rompeu tantas barreiras e tantas crenças minhas. Foi uma coisa muito legal e tive um aprendizado muito rico que me levou à consequência de ganhar o evento, que é mais vaidade que qualquer outra coisa, que levou àquela experiência de sucesso. Hoje a startup que a gente criou, o projeto que a gente desenvolveu já nem existe, nem quer dizer nada, mas toda a experiência que trago daquilo lá mudou completamente a experiência dos meus últimos 3, 4 anos. E a minha perspectiva do que é ser empreendedor, do meu negócio, inclusive – com ou sem tecnologia no núcleo desse negócio.

Acho que essa é a historinha que eu guardo com bastante carinho.

___

Momento empreendedor de agora. Tu estás o que?

Acho que uma grande parte dessa definição é que eu estou nômade. Esse é um ponto central, porque ele influencia todo o resto. Tenho empresa registrada aqui em Floripa e estou fazendo todo esse processo nos Estados Unidos. Estou abrindo a minha empresa lá. O foco não é tecnologia, o foco é educação e programas de intercâmbio; tecnologia é um acessório e é também parte do produto. Hoje o principal produto que eu tô trabalhando por meio dessa empresa de dupla nacionalidade é um programa de intercâmbio para empreendedores no Vale do Silício. O foco é ajudar o pessoal com uma experiência educacional pra começar, desde o aprendizado do inglês até o business skills, o que a galera faz paralelo ao inglês, são workshops de negócios, de áreas, design thinking, storytelling, entre outras áreas de conhecimento, então com esse programa de intercâmbio a gente promove a conexão de empreendedores brasileiros e também de outros países com empreendedores que estão atuando na região de San Francisco, no Vale do Silício. Em paralelo a isso, sigo me desenvolvendo na área de treinamentos experienciais. Trabalho com treinamento corporativo há alguns anos e hoje em dia especialmente focado na área de inovação, utilizando metodologias experienciais que são, em síntese, metodologias que trabalham o teu aprendizado de corpo inteiro. Eu gosto da metáfora de que você não aprende só na sala de aula, você aprende com o que vive, com o que experimenta, o que te leva a testar, errar, falhar e a aprender. Eu procuro gerar esse tipo de experiência pros meus clientes nessa área.

Cárlei – Sarkis, adorei. Seja bem feliz na tua empreitada nômade e nos deixa atualizados do que anda fazendo, ok.

Sarkis – A coisa mais gostosa de estar onde a gente cresceu, onde é a nossa casa é essa recepção, eu vou pra sempre identificar Floripa, essa turma, esse ecossistema como a minha casa. O que eu mais quero ver são mais pessoas mais e mais envolvidas com isso, é o empreendedorismo que a gente precisa pra mudar, é o empreendedorismo que a gente precisa hoje.

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Por Cárlei Nunes , mãe de 2 tchus queridos e que crescem muito rápido. Mestre em Administração com ênfase em Marketing Digital. Gestora da Circulae . Com fé num novo modelo de negócio.




Perguntas Frequentes sobre o Startup Weekend Florianópolis

Olá pessoal!

Muitas pessoas estão perguntando sobre o formato do evento e como tudo vai acontecer durante os 3 dias de Startup Weekend Floripa. Por isso, decidimos fazer um FAQ para ajudar com algumas perguntas básicas.

Que tipos de projetos são aceitos?

O Startup Weekend Floripa incentiva que seus participantes criem negócios web ou mobile. É um requisito também que os projetos estejam no estágio de ideia. O evento é para novas ideias. Não serão aceitos projetos já iniciados. Como um dos objetivos é aprender a desenvolver bons modelos de negócio, não recomendamos também projetos “for fun” ou filantrópicos.

Quem pode participar do Startup Weekend Floripa?

O evento tem três públicos principais: desenvolvedores (qualquer pessoa apta a escrever código), designers (pessoas que consigam desenhar interfaces) e audiência de negócios (gerentes, administradores, especialistas em finanças). Esta divisão tem o principal objetivo de tornar os times que serão formados homogêneos em termos de perfil de participantes.

Qual é o formato do evento?

120 potenciais empreendedores com perfis de tecnologia, negócios e design apresentam as suas ideias de negócio na sexta-feira à noite e formam times para trabalhar durante todo o fim-de-semana para criarem um novo negócio. No sábado, os times terão apoio de mentores, especialistas e empreendedores de sucesso, que ajudarão no desenvolvimento dos projetos. A ideia de negócio será apresentada aos jurados, no domingo, que darão feedbacks e sugestões aos empreendedores. Ganha quem conseguir desenvolver uma ideia com um modelo de negócio interessante e criar mais durante o fim-de-semana. Ganha o quê? Surpresa!

Vi que haverá atividades em equipe. Precisamos levar amigos ou as equipes serão formadas no dia?

As formações de equipes e ideias acontecem no local, venha com o seu computador e muita sede de fazer novas startups. Os pitches na sexta-feira à noite serão no formato “pitch-fire”, ou seja: o empreendedor que tiver uma ideia terá somente 60 segundos para conquistar a plateia. Não haverá apoio de apresentação. Após os pitches, cada participante vota nas 3 ideias que mais gostou. As ideias mais bem votadas são selecionadas para a formação de equipes. Se a sua ideia não for selecionada, tudo bem. Você deverá procurar uma equipe para fazer parte. Se a sua ideia for selecionada, você terá de recrutar outros participantes que querem participar no desenvolvimento e querem ver o seu produto no ar. Esta é uma maneira ágil de formar times. Ou seja, não é uma forma de excluir participantes. A partir disso, os times estão formados e é hora da mão na massa!

Posso levar minha atual startup para o Startup Weekend Floripa?

Não, o evento é para novos projetos. Entretanto, se você já tem uma startup, recomendamos que você leve seu time para participar do ambiente, aproveitar o networking e se integrar a novos projetos.

Como funciona propriedade intelectual no evento?

Não se preocupe, sua ideia não será roubada. Na verdade, você encontrará sócios e/ou parceiros para que ela tome vida e deixe de ser apenas uma ideia. Recomendamos apenas que os times estabeleçam entre si critérios para formalizar a ideia como companhia no futuro.

Não tenho uma ideia de negócio, posso participar do evento?

Claro. Você poderá escolher as ideias de outros participantes que mais gostar e se juntar a um dos times.

O evento possui estacionamento?

O Parque Tecnológico Alpha, onde o Sebrae Santa Catarina esta localizado, possui vagas para estacionamento.

Será fornecida alimentação?

O evento fornecerá um coffee break na sexta; café da manhã, almoço, coffee break e jantar no sábado e café da manhã, almoço e coffee break no domingo. Para aproveitarmos melhor o tempo, todas as refeições serão feitas no próprio local do evento.

O que preciso levar para o evento?

Ingresso impresso, Laptop (essencial para trabalhar), Cartões de visita (networking!), Modem 3G (caso possua), Cabos de rede, Extensões de tomada/multiplicadores (aka “T”), Adaptadores de pinos para tomada,

Qual a programação do evento? Que hora começa? Que hora devo chegar?

O credenciamento tem início às 18h00 no dia 20/03 e o evento tem início às 18h30. Seguiremos rigidamente estes horários.

Até o evento, o que devo fazer?

Recomendamos que você:

  • Amadureça sua ideia. Pense simples e lembre-se que teremos apenas um fim de semana para executá-la. Pense também no modelo de negócio e como você pretende ganhar dinheiro com ela.
  • Estude! Recomendamos que você se informe sobre as metodologias Business Model Generation/Business Model Canvas e Lean Startup/Running Lean. Estas técnicas têm revolucionado a maneira como as pessoas empreendem no segmento de tecnologia. Recomendamos também que você se inteire sobre o que é desenvolvimento ágil.
  • Faça networking! Temos um perfil no Twitter (@SWFloripa), onde divulgaremos materiais interessantes e avisos. Não deixe de segui-lo. Temos também uma página no Facebook (http://www.facebook.com/swfloripa), onde incentivamos a integração prévia entre os participantes. Acompanhe também nosso blog na página oficial do evento (http://florianopolis.startupweekend.org).



Dicas matadoras para validar o problema que você esta resolvendo!

03 perguntas que geralmente respondo à empreendedores que estão começando o processo de validação do problema.

  1. Por que é tão importante entrevistar meus clientes?

No processo de validação do problema, a primeira coisa que você quer descobrir é se o seu cliente acredita que o que você está construindo resolve o problema dele. E para descobrir isso, você deve responder ao longo da entrevista as seguintes perguntas:

  • O cliente sabe que ele tem esse problema?
  • O cliente tem empatia por esse problema? Nosso problema é uma dor para o cliente?
  • Se sim, como eles resolvem esse problema hoje? Essa é a segunda descoberta na validação do problema: como os clientes resolvem esse problema hoje? Descobrindo isso, você vai descobrir quem são seus reais competidores e com quem você terá que disputar a atenção dos seus clientes?

Então, nessa primeira etapa, nós não conversamos com o cliente sobre a solução. Nos limitamos a falar sobre o problema, sobre as dores do cliente e a aprender com ele diferentes formas de resolver esse problema.

  1. Mas por que é tão importante fazer essas entrevistas?

A importância das entrevistas para o processo de validação se resume a 3 pontos:

  • Entrevistas são a melhor forma de entender o perfil do seu cliente. Na verdade, você vai identificar diversos perfis de clientes, como e quanto o problema impacta na vida deles.
  • São também uma oportunidade de engajar seus primeiros clientes. Ao criar uma startup, você estará executando o processo de desenvolvimento do produto e de construção do relacionamento com o cliente em paralelo. Então aqui é o momento para você começar a fazer isso.
  • As entrevistas ajudam a entender o ponto de vista do cliente. E quando você conseguir enxergar o problema pelo ponto de vista do cliente, você estará com todas as ferramentas para construir a melhor solução para ele.
  1. Mas por que entrevistar clientes é tão difícil?

A maioria dos empreendedores são apaixonados pelo problema que estão tentando resolver. Alguns deles sentem a “dor” que esse problema causa no dia a dia e, como dizem por ai: “a dor cega” e quando o empreendedor é vítima dessa cegueira, geralmente ele acha que já sabe tudo sobre o problema e sobre a solução. As entrevistas provam que em 99% dos casos você sabe muito pouco sobre o problema que você está tentando resolver e menos ainda sobre a solução e é isso que torna o ato de entrevistar clientes e defrontar-se com essa verdade algo tão difícil. Encare as entrevistas como um exercício de aprendizado e descoberta. Essa postura vai tornar o processo mais fácil e menos doloroso.

Fonte: 21212 Academy




Empresas e produtos que souberam resolver os problemas corretos

A perspectiva de se encarar os produtos e serviços como soluções para problemas que pessoas ou instituições possuem foi elaborada incialmente por Clayton Christensen, professor de Harvard e autor de best sellers como Innovator’s Solution (leitura obrigatória!)  e outros.

Conferindo alguns de seus materiais, você vai se surpreender ao entender como um simples milkshake pode resolver problemas de formas tão distintas. Confira esse artigo aqui (em inglês).

E diversos exemplos podem ajudar a clarear esse conceito.

Como em qualquer artigo sobre inovação, o caso do Post-it da 3M é sempre interessante. Antes dele usávamos um pedaço de papel cortado com um pedaço também cortado de fita Durex. O problema era resolvido: tínhamos o lembrete visualmente indicado para não esquecermos. Mas, definitivamente, não era resolvido da melhor forma! Vale a pena conferiraqui a análise do próprio criador do Post-it nessa perspectiva do problema-solução.

Outro exemplo de um produto bem simples: a caneta marca texto. Quem compra uma dessas pra deixar o livro mais bonito ou colorido? O problema a ser resolvido é o de não conseguirmos guardar todas as informações importantes que queremos. Se existisse um remédio realmente eficiente para memória, provavelmente o mercado dessas canetas mudaria bastante.

Existem empresas que já foram desenhadas desta forma, para resolver problemas específicos. Aqui as segmentações tradicionais de mercado ou perfil de consumidor começam a se mostrar ineficientes. O caso da empresa alemã BlackSocks demonstra isso. Trata-se de uma empresa que vende meias pretas. A questão é: qual o problema e quem tem um problema relacionado a meias pretas?

Na visão dos empreendedores, são as pessoas que usam muitas meias pretas – basicamente homens que usam terno todo dia e que não sentem qualquer prazer em ir a um shopping comprar meias de trabalho! Independente de idade, classe social ou região geográfica, existem homens que precisam, todos os dias, de meias pretas.

Provavelmente bem poucos até gostam de ir shopping comprar roupas. Mas nada provável que gostem de ter que comprar meias. Este é o contexto no qual o empreendedor mapeia um problema que um grupo específico de pessoas possui.

Mas no momento em que precisa sair para trabalhar de terno e percebe, em cima da hora, que não possui mais nenhuma meia em condições adequadas para utilizar, nessa hora ele se depara com um problema que realmente o atrapalha. Esta é a circunstância, que juntamente com o contexto, ajudam a definir o problema a ser resolvido.

blacksocks

E assim, pensando nessa segmentação baseada em contexto e circunstâncias que a BlackSocks criou um serviço de assinatura de meias pretas (criativamente chamado, em inglês, de “sockscription”). O problema resolvido: nunca mais passar pela situação de se deparar com a falta de meias para ir trabalhar, e mais, nunca mais precisar sair para ir ao shopping realizar essa atividade tão “empolgante” de comprar meias!  Com essa solução cuidadosamente projetada para resolver um problema específico, a empresa já atingiu R$10 milhões de faturamento.

Faça você mesmo esse exercício. Tente identificar como diversos outros empreendedores desvendaram problemas endereçando soluções extremamente bem projetadas, como nos casos da Curves, Groupon, Ipod, Nespresso, IKEA, EasyJet, Netflix, Metro (o jornal), Blackberry (quando foi lançado!).

Resolver problemas é o principal objetivo do empreendedor. Analisar mercados através de segmentações baseadas em circunstâncias e contextos é uma forma de investigação nesse sentido – e procurar por barreiras que impedem que problemas importantes sejam resolvidos é outra.

Fonte: 21212 Academy




Veja por que o Dr. House pode te ajudar a empreender de forma mais eficiente!

Dez entre dez empreendedores que estão buscando uma proposta de novo negócio estão focados na perspectiva errada. Pare um instante e avalie se você não está concentrado demais na solução que pretende criar, ao invés de realmente identificar o problema que os clientes – sejam eles pessoas, empresas, governos ou qualquer outro tipo de instituição – possuem? Repare: um problema não necessariamente é algo ruim. É simplesmente uma questão que ainda não foi bem resolvida. Ou ainda, pode ser uma questão que até já foi resolvida, mas não da melhor forma!

Quando disse que dez entre dez empreendedores estão com seu foco errado é porque na hora de compartilhar sua proposta de novo negócio inovador eles invariavelmente apresentam a solução que idealizaram, ao invés de destacar a essência e relevância do possível problema que pretendem resolver. Isto é, inclusive, um dos maiores erros na hora de criar um produto ou serviço inovador: criar uma solução e sair em busca de um problema! Esse encaixe na maioria das vezes acaba não acontecendo, e aí não tenha dúvida, não vai pra frente!

O ponto é: clientes não são especializados em soluções, mas sim em problemas! Eles não são especialistas em analisar e identificar as melhores soluções para seus problemas. Eles são especializados em ter problemas! Nos seus próprios problemas! No papel de clientes temos inúmeros problemas que precisam ser resolvidos. Acabamos, na maioria das vezes, influenciados por aqueles produtos que possuem maior visibilidade – daí a enorme importância da propaganda e publicidade. Mas isso não quer dizer que aquele produto ou serviço era efetivamente o melhor para resolver nosso problema. Não analisamos todas as opções e variáveis, simplesmente seguimos o que é mais promovido.

A melhor maneira de enxergar isso é fazendo analogia de quando vamos ao médico. Normalmente procuramos um médico porque temos um problema, uma dor. Exatamente igual a quando vamos ao “mercado” comprar um produto ou serviço. Mas a diferença é que no consultório médico chegamos apresentando justamente o que, como e onde está a nossa dor. Não procuramos o médico pra apresentar nosso auto-diagnóstico e o remédio que pretendemos tomar. Se fosse assim, nem precisaríamos do médico (e teria muita gente morrendo por aí)!

Por outro lado, o médico também não fica te apresentando diferentes remédios ou opções de tratamento para você escolher a que mais lhe agrada. Ele começa a fazer uma minuciosa e profunda investigação dos sintomas e possíveis causas da sua dor. Ele faz perguntas, faz avaliação visual ou sensorial e pede exames, muitos exames. Tudo para ter a perfeita noção do que pode ser a doença e então, somente depois, indicar uma solução.

Onde é a dor, qual a intensidade, como ela é, quando é sentida, o quanto incomoda, qual o histórico médico, da família, o que você fez de diferente desde que a dor começou etc, etc, etc. São inúmeras questões investigadas sobre a dor! Todos os exames são voltados para entender melhor qual é o problema. É uma verdadeira e profunda investigação!

Quem leva isso ao extremo, no lado da ficção, é o personagem homônimo do seriado Dr. House. Quem já viu um episódio sabe: durante 90% do programa tudo está voltado para que seja claramente indicado os motivos, os sintomas, as informações que podem dar pistas do surgimento e existência daquele problema. Ele tem uma equipe de investigadores. Ele faz diversos brainstorms pra tentar criar conexões entre sintomas e características, muitas vezes sem qualquer relação entre si. Durante o processo, diversas possibilidades surgem e rapidamente são testadas e eliminadas. Até que, nos minutos finais, apenas quando o problema é realmente identificado, ele aponta a solução. Muitas vezes são extremamente simples, como uma injeção, uma aspirina ou simplesmente parar de comer chocolate. Outras são bem, bem mais complexas como cirurgias ou grandes tratamentos. É fato: quando um problema é bem mapeado, fica bem mais fácil definir possíveis soluções! Até porque existem diferentes soluções pra um mesmo problema. Uma simples dor de cabeça pode ser tratada com remédio, gelo, descanso ou pode exigir internação. Quanto mais definida a dor, mais eficiente o remédio.

E é exatamente dessa forma que os empreendedores devem começar. Procurando por dores, problemas, entender sintomas, causas, combinar diferentes tipos… Esse é um processo que leva tempo, é intenso, exige pensamento criativo, precisa que você saia detrás da sua mesa e vá pra rua, observe, analise… O foco deve ser na identificação do problema e não na criação da solução! Pode parecer simples e talvez até óbvio, mas na prática não é assim que acontece na esmagadora maioria dos casos!

Portanto:

• Procure por problemas que as pessoas ou instituições tenham;

• Aprenda a investigar;

• Tenha paciência, muitas vezes o problema não é tão óbvio;

• Seja criativo nessa hora, combine sintomas ou causas que possam não ter qualquer relação aparente;

• Não se afobe em tentar criar soluções complexas antes de ter uma profunda análise do problema. Comece tentando as mais simples, elimine-as quando estiver seguro e se concentre nas próximas possibilidades;

• Só então, depois de todo este intenso processo, desenvolva sua solução.  Se ela efetivamente resolver um problema, as chances de progresso serão extremamente aumentadas.

E quando tiver um tempo livre para aprimorar suas habilidades empreendedoras de identificar problemas, assista ao Dr. House!

Autor: Rafael Duton – empreendedor, professor e fundador da Movile e da aceleradora de negócios digitais 21212. Empreendedor Endeavor desde 2003.

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