8 razões para participar do Startup Weekend Women Recife

Ainda está em dúvidas se ir ao Startup Weekend Women Recife é um bom investimento? Bom, além  gastar menos de R$ 3 por hora para ter acesso a mentoria, alimentação e todos os recursos do evento, você ainda tem as 8 razões abaixo para estar conosco nos dias 18, 19 e 20 deste mês.

Veja quais são as razões no infográfico abaixo, cujo arquivo foi gentilmente cedido pelo designer Charlie Patel, com texto traduzido por nós. Depois, é só garantir seu ingresso aqui.

Por que participar de um Startup Weekend
Por que participar de um Startup Weekend



O que é o Startup Weekend Women Recife?

12096217_1640771672858046_8130520818079153739_n

Se pudéssemos resumir o Startup Weekend Women Recife em poucas linhas, poderíamos dizer que é uma oportunidade de desenvolver todas as habilidades que envolvem a criação e o crescimento de uma startup, da ideia ao negócio. Mas há mais detalhes que você precisa saber.

Organizada por voluntários e focada no fomento ao empreendedorismo, a Startup Weekend é uma iniciativa da Techstars, promovida em diversas áreas (mulheres, educação, juventude, entre outras), e já teve edições em mais de 135 países. Em todas, o mesmo propósito: unir pessoas de diferentes perfis para, em apenas 54 horas, desenvolver uma ideia, tirá-la do papel e colocá-la em prática.

Para quem é a SWW Recife?

Auxiliados por mentores convidados (veja a lista no nosso site oficial), os participantes aprendem, criam conexões, solucionam problemas, interagem com mentores e veem resultados concretos. E levam isso para a vida. Muitos transformam essa bagagem em negócios de impacto, entre eles as brasileiras Lotebox e Easytaxi – criados a partir de uma SW. No ano passado, saíram 900 startups das edições da SW no Brasil.

Por que uma edição para mulheres?
A versão Women entrou no rol das versões temáticas como ferramenta para mudar números que mostram a necessidade de mais participação feminina no empreendedorismo. Segundo informações da ONU Mulheres, a taxa de desemprego das mulheres é cerca duas vezes maior do que a dos homens e, quando empregadas, ganham somente 70% do que é pago a eles. Ainda assim, pelo menos 30% das famílias brasileiras são chefiadas por mulheres.

Em 2016 serão 10 SW Women no Brasil, o dobro do ano passado. Recife será a primeira cidade a promover o evento este ano. Em outubro, serão realizadas as SW Women de Natal, Aracaju, São Paulo, Rio de Janeiro, Florianópolis, Porto Alegre, Brasília, Belém e Manaus. Serão mais de 1.000 pessoas dando vida a ideias que podem virar negócios, auxiliadas por 50 organizadoras, 30 assistentes, 100 mentoras, 50 juradas e 10 palestrantes – todas voluntárias.

Vale lembrar que homens também são bem-vindos ao evento.

Quanto custa participar da SWW Recife?
Os ingressos estão à venda neste link: https://goo.gl/KWwzBI – nele você checa o valor exato, já que vendemos em lotes.

E qual a programação?
A programação começa às 18h30 da sexta (18) e segue sem interrupções até as 21h do domingo (20). Além do acesso ao evento e à mentoria, o valor cobre dois cafés da manhã, dois almoços e coffee breaks. Veja só o que teremos, por dia:

O que acontece nos três dias?

Quem apoia a SWW Recife?
Estamos andando rápido com os preparativos, porque daqui a pouco estaremos juntos na JUMP Brasil para 54 horas intensas de aprendizado, empreendedorismo e inovação. Para fazer isso, estamos contando com o patrocínio da JUMP Brasil, Avanade, Grau Técnico, Chivas, Sebrae, além do apoio da Academia Jedi, São Braz, Tambaú, SoftBlue e Coca-cola.

E o que é a Techstars?
A Techstars existe para apoiar a diversidade no empreendedorismo. Com o programa Startup Weekend, ela promove o empreendedorismo de comunidades, com edições semanais realizadas no Brasil e no mundo, gerando novas startups e futuras empresas de sucesso. Outra das iniciativas para isso é a Techstars Foundation, organização sem fins lucrativos para promover a diversidade empreendedora.

Qualquer dúvida, fale com a gente no email  recifewomen@startupweekend.org ou pelo Facebook. Nos vemos na SWW Recife!  




Como a educação empreendedora impulsiona o potencial do seu filho

Escrito por Hiro Miyakawa. Texto original: Aqui.

VOU LHE CONTAR uma história e você vai gostar. Foi o que aconteceu no ultimo fim de semana, 13 a 15 de março, durante o Startup Weekend Edu Youth Recife (SWEduYouthRecife) na ABA Aflitos. Foi a primeira edição fora dos EUA, sendo a terceira no mundo, onde jovens de 11 a 13 anos de idade solucionam problemas educacionais do seu cotidiano, construindo uma Startup.

Educação empreendedora serve para crianças e jovens?

E se… a gente juntar um monte de jovens e crianças e passar por essa experiência empreendedora, de conscientizar desde cedo que eles mesmos conseguem criar coisas fantásticas? A gente estará dando um empurrão para criar a próxima geração de empreendedores, desinibidos, prontos para transformar o mundo como eles querem. Hmm, vale o desafio.

SWEDU Youth 1

Muitos pais acharam bacana a ideia  —  a gente teve que aumentar as vagas  —  mas senti que ainda pensavam que era uma coisa simples como palestra, um workshop. Os mais entendidos do cenário empreendedor comentavam: “Mas, não são muito novos?” Na hora, sinceramente, também achava. Nem mesmo a gente da organização sabia como tudo isso ia desenrolar. Era tudo novo, inclusive para a gente.

Sexta-feira às 17h. Os participantes começaram a chegar. Jovens de 11 a 13 anos de idade (alguns até mais novos) surgem a recepção acompanhados dos responsáveis. Cada um com posturas diferentes: soltos, brincalhões. Alguns até mais desinibidos que muitos adultos que costumo ver nos SWs. Impressionante.

Em poucas dezenas de minutos o auditório ficou cheio. Algumas crianças sentadas, outras brincando, outras conversando. No fundo do auditório, pais e convidados imaginando o que daquilo tudo iria nascer. Daí chega a hora. Nosso facilitador Gerson, que voltou no mesmo dia dos EUA de um treinamento do SW Youth, começa a falar no microfone. Começam as dinâmicas, interação, estão à vontade. Primeiro contato com a palavra “pitch”, mas logo em seguida já se acostumam e treinam. E durante todo esse momento não parava de pensar: Será que eles estão acompanhando, será que tem noção do que tá acontecendo? Será que estão entendendo que é para falar dos problemas educacionais? É o mal dos adultos, se preocupam de mais.

Essa minha angustia voou de vez quando o jovem Davi de 11 anos sobe ao palco e faz o pitch: “O meu problema é que a escola é sem graça. Ninguém quer ir a escola” e conta a sua ideia para professores e alunos engajarem e compartilharem ideias de gincanas e brincadeiras para as aulas se tornarem mais divertidas. Toda plateia riu, surpresa, o clima de preocupação sumiu. Só bastava deixar que eles mesmos tomassem o controle do evento.

SWEDU Youth 2

Na vez de Mayana, de 9 anos de idade, soltou: “Se eu usar o celular a professora acha que estou brincando. Mas talvez eu só queira contribuir para a sala de aula. A gente tá no século XXI, não no I ou II.”

Várias outras crianças impressionaram. Depois formaram equipes em 15 minutos e o dia foi encerrado.

O mesmo pai que falei no início do evento veio conversar: “Fantástico, parabéns mesmo”. Nós adultos que estávamos equivocados. Os jovens sabem identificar o que tá de errado, eles mesmos sabem se agrupar e seguir em frente. São auto-organizados, com sede de desafio.

Se quiser mais, nosso mentor e especialista em marketing Felipe Pereira fez um resumo bacana da sexta-feira no seu site Digaí.

SWEDu Youth 3

Chega o sábado. Mentores, especialistas de diversas áreas que acreditaram e se dispuseram voluntariamente no SWEduYouthRecife, começam a chegar mais cedo para o alinhamento inicial. O papel deles é de mentorar e orientar — mas nunca liderar. Os jovens que tem que se virar, esse é o lema do SW. Os mentores só vão aconselhar e acompanhar durante todo o percurso, mas nunca trabalhar por eles ou dar ordens. Perguntas básicas rolaram como “até onde posso interferir?”, “Se eu ter certeza que o modelo de negócios tá mal, o que devo fazer?”. Simples, deixem eles descobrirem por si só. Só apontar o caminho e fazer perguntas certas. O alinhamento foi rápido, talvez por ser uma experiência nova, sabiam que só fazendo que a iriam descobrir. Para a gente também a regra era a mesma: mão na massa, e menos conversa.

Os jovens começaram a desenvolver as suas startups. Passaram pelo processo de descobrimento do usuário, mapa de empatia, ligaram e falaram pelas redes sociais com amigos para pesquisa durante a manhã. Criaram aplicativos simples desenhados no papel e digitalizados pelo aplicativo POP no iPad. Curiosos, se descobrindo e enxergando novas possibilidades. Errando, aprendendo, e indo mais pra frente. Talvez seja apenas mais uma brincadeira, mas não podia deixar de perceber o brilho nos olhos dessa garotada.

Estava no meu PC marcando uma troca de mensagens com Startup Weekend Hong Kong University (SWHKU) para instigar os participantes a se sentirem maiores. Alguns jovens começam a chegar ao meu redor e puxar o papo. Comentam que estão se divertindo muito, estão achando super legal criar coisas. Conversa sobre o nada, mas sei que adultos não viriam conversar sobre o “nada”. A leveza e o desprendimento deles são incríveis. Daí chega um amigo da universidade na roda, e no mesmo instante os jovens perguntam: “Posso fazer uma pesquisa?”. Já estão afiados.

Na tarde, cada um assumiu o seu papel na equipe: desenvolvedor, designer ou negócios, e se dividiram para workshops. Pela primeira vez, criando aplicativos simples, logomarcas, aprendendo como funciona a validação de um negócios pelo canvas. Muitas regras? Talvez muito menos que os jogos que jogam no seu smartphone. Assim que criava algo, se comunicava com outros colegas pelo whatsapp para obter opinião.

Anunciamos que encerraríamos às 17:30, conforme o cronograma. Mas se os pais deixassem, poderiam ficar até às 18:00. Assim que o aviso foi dado, eles já puxaram o celular e ligaram pedindo autorização. Engajamento que surpreende até os adultos. Já eram empreendedores, já se empoderava daquilo que criava.

Antes de ir embora Samuel, de 13 anos, chega ao meu lado e diz: “Não tinha ideia como empreendedorismo era legal” e me explica que ele usa as mãos pra falar para as pessoas não se entediarem. Uma oratória impressionante que senti até inveja.

O dia foi uma bagunça e recompensador. Nada foi previsível, só seguimos os passos. Nem os mentores e organizadores sabiam o que ou como eles deveriam fazer, eles mesmo decidiam. Foi um Caos Fértil, e de lá nasceram muitas coisas.

Domingo começa. Tem que terminar o MVP (produto minimamente viável) e preparar a apresentação pros juízes. Começo a notar algumas telas com as logos criadas. Problema ao passar o aplicativo pro celular. Problema na conexão da internet. Do outro lado alguns grupos se desesperando ao ver como os outros estavam na frente. Mas nada os impediam de tocar o projeto. Muitos já pegaram por osmose o macete empreendedor: a se virar.

É algo que não se ensina, só deixa que aprenda. É que nem andar de bicicleta, só aprende fazendo.

A emoção é grande quando presencio a Marina, rodando pela primeira vez no tablet o aplicativo feito no fim de semana. Tenho certeza que foi uma experiência marcante para ela.

No almoço conversei com um dos mentores Pedro Dantas, professor de história e presidente da plataforma SomosProfessores, e conta: “Falou em educação com participação dos jovens, não tem como ficar de fora. É um desafio guiar essas crianças, mas é fantástico.”

Untitled

2 horas para apresentações finais, vejo já rodando alguns aplicativos, apresentações prontas. Algumas jovens começam a brincar. Correr, brincar de bola, nunca deixam de ser crianças.

Últimos ajustes para as apresentações finais. Alguns juízes começam a chegar. Alguns jovens nervosos, outros não, perguntam até quais são as premiações.

O trabalho de um fim de semana está lá, pronto para ser mostrado para os pais, convidados e juízes — educadores, empreendedores, políticos, empresários, investidores.

Cada apresentação com 4 minutos + 2 de perguntas dos juízes. A maioria apresentaram em grupo, um dos diferenciais das versões adultas. Apresentaram quem são eles, as vezes até brincando e envergonhados. Falaram dos problemas, das soluções, como pretendem escalar, custos e monetização (única parte café com leite) e o produto (aplicativo) funcionando. Já vi vários SW e muitos nem conseguiram chegar até ai. Algumas equipes estavam tão boas que poderiam estar num SW normal competindo com adultos.

O evento foi um sucesso. Aplausos, assobios, a plateia ficou maravilhada pelo resultado de apenas um fim de semana. Os jovens, agora empreendedores, acumulavam confiança e segurança pelo resultado que mostraram. 4 equipes foram premiadas, mas isso é o de menos. A criação da startup é apenas uma consequência de toda a mudança de comportamento e visão que eles conseguiram.

Eles agora sabem a capacidade que tem para criar coisas do nada. E não depende da permissão ou aprovação de ninguém. Só precisam de esforço, trabalho em equipe, e mão na massa. A mentalidade empreendedora despertada tem um grande impacto na vida — que muitos adultos ainda sonham em ter: independência, trabalho em equipe, liderança, foco no resultado, auto-confiança, e o mais importante: brilho nos olhos.

O evento foi um sucesso. Aplausos, assobios, a plateia ficou maravilhada pelo resultado de apenas um fim de semana. Os jovens, agora empreendedores, acumulavam confiança e segurança pelo resultado que mostraram. 4 equipes foram premiadas, mas isso é o de menos. A criação da startup é apenas uma consequência de toda a mudança de comportamento e visão que eles conseguiram.

Eles agora sabem a capacidade que tem para criar coisas do nada. E não depende da permissão ou aprovação de ninguém. Só precisam de esforço, trabalho em equipe, e mão na massa. A mentalidade empreendedora despertada tem um grande impacto na vida — que muitos adultos ainda sonham em ter: independência, trabalho em equipe, liderança, foco no resultado, auto-confiança, e o mais importante: brilho nos olhos.

Fico animado só de imaginar o que eles, agora, vão aprontar daqui pra frente. Criar aplicativos? Jogos? Empresas? ONGs? Virar astronauta? Seja qual for o caminho que eles forem trilhar, já sabem que só dependem deles mesmo para isso. A próxima geração de empreendedores e resolvedores de problemas já começa a surgir.

O que acha de dar um passo atrás de deixar que o seu filho aprenda a se virar e se desenvolva? Eles são livres, criativos, só precisamos dar o ambiente para isso. A final de contas, como Mayana disse, estamos no século XXI, e não no I ou II.

SWEDU Youth 4

PS: Sabe o que me deixou feliz? Ouvir os comentários deles depois do evento:

“Mesmo que não fique nos primeiros colocados, vamos continuar o projeto”.

“Já mandaram mensagem agora de manha dizendo que aula ta chata, que tão em prova hoje e que o fim de semana foi muito melhor hehe”

SWEDU Youth 5 SWEDU Youth 6 SWEDU Youth 7

Resumindo:

  • Não subestime os jovens. Eles são auto-organizados, sabem o que querem, aprendem muito rápido e com sede de desafios. Eles são soltos, criativos e não estão presos a convenções chatas dos adultos. Deixem eles viverem. (e você vai se surpreender!)
  • Abra mão do controle, deixe que os jovens assumam. É um caos fértil.
  • Professores são dispensáveis? De jeito nenhum. São pessoas chaves e de extrema importância na educação empreendedora. Mas da maneira tradicional, onde o ensino é unilateral, só mata a criatividade e vontade das crianças.
  • O papel dos adultos: Dar autonomia, preparar o ambiente, provocar reflexão e acompanhar. Isso não quer dizer que seja menos presente (vai dar mais trabalho, os mentores que o digam).
  • Deixem que eles mesmo se virem. só aponte o caminho, dê as ferramentas, e muito amor e paciência. Eles são os protagonistas.
  • Nunca dê ordens, pergunte. Se algo estiver errado, oriente para que eles mesmo descubram.
  • Errar é necessário. Não ensine a ter medo de errar, e sim eduque para sugar o máximo de aprendizado e acertar na próxima.
  • Quer saber mais sobre o Startup Weekend Edu Youth Recife, Clica aquiaqui. Se quiser saber como organizar um ou bater um papo, me encontra no hiroxmiyakawa@gmail.com

Agradecimento enorme a Guilherme Carvalho e Renato Bibiano por organizar juntos esse evento fantástico. Ao facilitador Gerson Ribeiro por puxar o evento e criar um clima agradável entre os participantes. Aos mentores Alfredo Falcão, Beatrice Melo, Camila Achutti, Daniella Marcusso, Felipe Pereira, Maria da Conceição, Marina Mota, Mayara Pimentel, Pedro Dantas e Raoni Valadares por terem acreditado no evento e ter um papel fundamental com os jovens. Aos voluntários Amarildo Tavares, Nivaldo Gomes e Takahito Miyakawa por resolverem broncas no evento para que fluísse tranquilamente. À Niedja Barbosa por co-mentorar as equipes. Ao Eduardo Rocha, pelo apoio no evento e sábios conselhos. Aos juízes Eduardo Carvalho, Igor Piquet, Rogério Morais, Rosane Schereschewsky e Sérgio Cavalcante pela dedicação e atenção aos jovens empreendedores. Aos patrocinadores ABA, Editora SBS e National Geografic / Cengage Learning por terem uma visão diferente e carinhosa sobre a educação empreendedora dos jovens. Ao André Hotta do UP Brasil e John Baldo da UP Global pela orientação e conselho para viabilizar esse evento. Por ultimo mas não menos importante, aos jovens empreendedores que passaram o fim de semana empreendendo, e aos seus pais e responsáveis que acreditaram no evento ao propor um futuro melhor para as suas crianças.




Cengage Learning transformando a experiência de aprendizagem

NGL_CL_Y_CMYK_F logo colorido (1)

A Cengage Learning é uma empresa líder em conteúdos, tecnologias e serviços educacionais para os ensinos nos níveis básico e fundamental (K-12), e também superior, além de atender mercados profissionais e bibliotecários em todo o mundo. A empresa oferece conteúdos, serviços personalizados e soluções digitais orientados aos cursos que aceleram o envolvimento dos alunos e transformam a experiência de aprendizagem. Com sede em Boston (MA), a Cengage Learning opera em mais de 20 países ao redor do mundo, inclusive no Brasil. Para mais informações, acesse www.cengage.com.br ou visite nossos perfis nas mídias sociais: Facebook, Twitter @CengageBrasil ou @cengagelatina.




Why Recife and Why Now?

For the first time in my life, I will be traveling to Recife, Brazil. As is the typical reaction whenever you tell someone you are headed to Brazil, most of my friends envision me headed on a tropical vacation filled with beautiful beaches, delicious food, and lively cultural experiences. Although those are all things I definitely hope to get the chance to engage in while I am there (if you see a picture like this pop up in your news feed, then you know that hope was realized), that is not the purpose of my trip. I am actually headed to Recife with one intention and one intention only: to collaborate with local leaders to foster a community that’s empowered to utilize entrepreneurship to solve Recife’s, and perhaps even all of Brazil’s, biggest education problems.

 

cover-site4 (1)

 

But why Recife? And why now? Good questions! Those are the same ones I posed to the Organizers as they set out on their journey to launch the second Startup Weekend Education to ever take place in all of South America. Meet this incredible group of guys, and find out why they’re so passionate about fostering education entrepreneurship in the city they grew up in.

Gerson Ribeiro is an emboldened entrepreneur and consultant. He is the founder of Gymbo, an educational startup for high school students. Previously, Gerson taught Math, Chemistry and Physics, and now he teachers Digital Marketing for tech entrepreneurs.

Hiro Miyakawa is a seasoned developer, and is heavily involved in the entrepreneurial community of Recife, organizing events such as TEDxRecife, TEDxRecifeAntigo, and TEDxUFPE. He is passionate about teaching his native language, Japanese, to Brazilians.

Vinícius Lira is the Director of Citi, one of the largest education technology companies in Recife, focused on helping students learn business by doing. He is also an experienced developer.

Luiz Fernando Gomes is a mathematician who taught students ages 11-17 for 5 years. During his time as a teacher, he pioneered many technology integration initiatives at his school. Now, he is responsible for the operations in Lotebox, a startup that he launched at Startup Weekend Recife, which took place earlier this year.

What do you think are some of the biggest problems in education in Recife (or Brazil, in general)?

Brazil performs below the average in mathematics, reading, and science among the 65 countries and economies that participated in the 2012 PISA assessment of 15-year-olds. This situation is even more drastic in the Northeast area of Brazil, which is where Recife resides. These low academic rates are often times attributed to political interests, poorly designed educational plans, and misuse of public resources. However, Recife, which is the state capital, is one of the leading cities that is heading towards improving its educational system.

What impact are you hoping Startup Weekend Education Recife will have on solving these problems?

Lately, the career opportunities for educators in Recife have been dwindling, and because of this, more educators are entering the local entrepreneurial community. As a result, new possibilities are emerging for how we go about solving educational problems, and new resources are being provided to help people transform their ideas into sustainable businesses.

Recife has a lot of potential to create technology innovations due to new public benefits that are given to “creative economy” businesses. Educators, however, are not yet inserted and connected in this network. Bringing technologists, entrepreneurs, and educators together via Startup Weekend Education is our goal, which we think will have a huge impact in developing our edtech community.

Foto: Andréa Rêgo Barros/PCR

Why is this the right time for Recife to have a Startup Weekend Education?

We’re living in a very important time in Brazil where everybody is talking about developing students’ skills and abilities. Our country has received terrible ratings in education reports, so increasingly more people here are recognizing that our education system needs to be fixed, and it’s about time people stop talking and actually start the revolution!

Recife has always been a place of opportunity and a welcome home to those who want to change things. This time is no different. Constantly there are new opportunities for what education can be. The only problem is, that there’s a disconnection between educators and technology.

What type of experience and knowledge are your Speakers, Coaches, and Judges bringing to the event?

The people we have chosen to contribute their expertise to this event meet the following requirements:

  • They must have experience in education, either as Educators or Developers of solutions in education.
  • They must understand technological opportunities in the market
  • They must have the entrepreneurial spirit

The experts, the environment, and the opportunities – we are expecting that these three  things coupled together will inspire our participants to want to change the world through education innovation!

The Time is Now!

After several months of planning, Startup Weekend Education Recife is finally right around the corner! Debuting this Friday, April 11th, the Organizing Team has already invested countless hours in creating a space for the people of Recife to question the status quo, generate creative solutions, and work as united teams to push the education system forward. For me, personally, I am absolutely honored to be a part of it, and I cannot wait to see what ripple effect this event has throughout the entire country of Brazil. We’ll be posting updates and pictures from the event all weekend, so be sure to Like the Facebook Page, and follow the Twitter handle, so that you can stay updated on everything #SWEDURecife!




Pin It on Pinterest