The Art of “Why”

By Chris Pearson, Manager, Partnerships | IBM Digital Business Group

I’ve spent my fair share of time mentoring startups, and when we meet for the first time, I always begin by asking the founders a seemingly simple question: “Why are you doing this?” Answers to this question come in different forms, typically to the tune of “We’ve noticed a gap in ‘x’ market that we can expose,” or “We have an innovative product that can revolutionize the way ‘y’ business is done,” and of course the ever so original “We’re the Uber for ‘z.’” It’s always great to get a picture of the product these founders are developing and to witness their excitement about the potential impact it can make, but none of those really answer the question I’ve asked. They’re all telling me the what and how but not necessarily the why. The reason I specifically ask “Why?” is that this question requires the founders to defines their purpose—and I believe that understanding your purpose is the foundation on which companies can truly thrive.

“He who has a why to live can bear almost any how.” These wise words, written over a century ago by Friedrich Nietzsche, are just as true today as they were then. Circumstances change, markets shift, new innovations arise, all of which are uncontrollable factors that can impact what and how, but if you have firmly established your why, there will be very little you cannot overcome.

Determine Your “Why”

Simple questions don’t always yield simple answers. The purpose behind our actions, let alone our business, isn’t necessarily easy to define and oftentimes takes a bit of digging, but once you have it, the decision making process becomes significantly easier across the board. As a founder, you have to account for hundreds of decisions on a daily basis, each of which can potentially take you any one of a hundred directions. The benefit to understanding your purpose is that it acts as a compass in your decision making. Whatever answer or course of action aligns most closely with the central purpose you’ve identified is the decision you make, period.

For me personally, I decided years ago that my purpose was to help foster growth across the startup ecosystem. I’m not a founder myself, but I have recognized a pattern across history: civilizations tend to thrive—and reach their pinnacle—when they are focused on innovation. Creating solutions that make life and business more efficient and effective is a central theme in growing societies, and I believe that is just as true today as it’s ever been.

I developed this mission shortly after joining 500 Startups in a business development role after many years in corporate finance, and it was this idea that opened my eyes to a missing component in the startup ecosystem. I realized that enterprise companies play a critical role in the development and growth of startups and that the development of startups plays into the long-term success of enterprise companies. For the sake of time, I won’t dive deeply into the subject. Here is a reason so few large corporate entities survive, or at least maintain, a high level of success beyond three generations—and it revolves around their inability to accept and buy-in to innovation.

Partners for Innovation

It was this revelation that led me to take a role at SoftLayer, which ultimately fully migrated into IBM, where I’ve worked to become a key figure in the development and execution of our startup program Startup With IBM. Our objective is to manage a program that not only provides startups access to our technology through credits and more importantly positions those companies that work with us to reach our global network of clients and partners in order to help them find customers and generate revenue. We want to leverage the strength of what IBM is today to create meaningful value for the growth and development of these startups who will ultimately determine what IBM becomes in the future. If we can serve these startups well, helping them grow and scale on our cloud, as more than just as technology providers but also as a business partner, then we have the opportunity to become a core piece in the success of the next generation of these companies. By design, our program is only successful when startups are successful first. The goal is to create a structure that serves and supports founders by leveraging IBM’s core competencies to give them the tools and resources they need to do what they do best: innovate.

It’s yet to be seen whether or not our complete vision will come to fruition in the end. What we do know is the why behind what we’re doing, and every decision we make for this program will be to serve that ultimate purpose as we go forward.

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Contratar , a habilidade mas importante de um fundador

O post de Founder Friday de hoje, vem do Moritz Plassnig, fundador e CEO do Codeship (Boston ’13).

Quanto mais eu estou envolvido com a Codeship (empresa que eu sou co-fundador), mais eu dou mentoria para fundadores, e fico mais convencido que as pessoas e uma ótima equipe são o fator principal para um crescimento rápido de uma startup. Eu até poderia ir mais longe e falar que as pessoas são a base de qualquer organização, pequena ou grande, startup focada em alta tecnologia ou uma grande corporativa. Só que o mundo das startups é único, com suas próprias restrições e oportunidades, e assim a ênfase de construir uma boa equipe é mais importante do que em qualquer outra organização.

Não existe sucesso de um dia para outro, como inúmeros livros e filmes retratam os empreendedores como gênios. Sucesso é uma combinação de vários fatores: trabalho duro, ótimas habilidades ótimas, ter timing e elementos fora do nosso controle, como a sorte.

Criando um ótimo ambiente, contratando pessoas talentosas  e formando uma ótima equipe, isso te deixa criar a sua própria sorte. É  claro que isso é trabalhoso, mais fica dentro do seu controle.

Investidores investem em pessoas, não em ideas

Por mais que você goste da sua ideia e acredite que as condições do mercado são perfeitas, a verdade é que a maioria das companhias vão mudar e vão adaptar o seu produto no caminho. A ideia fundadora do Slack, foi para construir um jogo, Instagram começou do estilo da Foursquare, um aplicativo para fazer check in que se chamava ‘Burbn’ e todos sabem a historia do Twitter sendo um produto paralelo a uma plataforma para podcast.  O que todas essas companhias tinham em comum era uma equipe muito forte que conseguiu trazer novas ideias e construir novos produtos até que eles terem o sucesso de hoje. As pessoas que trabalham nestas companhias foram capazes de se adaptar, mudar e construir excelentes produtos. Talvez a sua companhia não vai pivotar completamente, mais você vai aprender, se adaptar e melhorar, assim que você obter feedback dos seus clientes. E quanto mais feedback você receber, melhor que vai ficar.

A habilidade de fazer isso, de escutar os pequenos comentários e saber quando ser teimoso e quando se adaptar, é uma das coisas mais difíceis e importantes de aprender como fundador.

Grandes investidores, anjos e VCs, sabem que a apesar da importância de ter um grande mercado, a equipe é a principal razão deles investirem.

Desde o comeco, cada contratação é crucial

Resumindo uma startup bem-sucedida em uma frase é simples: ótimas pessoas construindo ótimos produtos, conseguem ótimos clientes, e eventualmente construirão uma ótima companhia. Tao simples como se escuta, fazendo isso de uma maneira correta, e muito difícil. Você vai passar por muitos obstáculos no começo da sua companhia e o quanto mais sucesso você tenha, a sua equipe vai crescer, e fica mais complicado de manter cada pessoa alinhado e sua companhia em bom estado. Uma coisa que você deve de ter em mente e que no final do dia, tudo, seja correto ou errado e causado pelo sua equipe. Capacitando a sua equipe e saindo do caminho e chave mais e somente possível se voce contrata as pessoas corretas.

Companhias pequenas não tem o luxo de fazer muitos erros. Você e sempre um recurso constrangido, como pessoa e dinheiro, e a pesar de não ter muito, você tem que construir um bom produto, fazer um bom trabalho com a distribuição e encontrar um modelo de negócios viável.

Mal contratação e um dos erros mais caros e arriscados, você pode faze rem uma startup.

Ótimas pessoas atraem a ótimas pessoas

Nada e mais atrativo para uma pessoa procurando trabalho, que uma equipe cheia de pessoas com muito talento. A pesar de todos os possíveis problemas de uma má contratação, se você faz uma boa contratação os benefícios são enormes. Com cada boa pessoa que você possa unir a sua equipe, seu time fica muito melhor e vai ser muito mais fácil de contratar a próxima boa pessoa. Contratação e uma profecia autorrealizável e consequentemente fica mais fácil com tempo. A parte difícil e claramente começar. Como contratar a primeira pessoa, se você não tem um ótimo time que todo mundo esteja falando dele.

Resolvendo esse problema e crucial para tirar a sua companhia do chão. A boa noticia e que você já tem um time, ate antes da sua primeira contratação. Você e seus co-fundadores já são um time (que e uma das raçoes de porque você não deve fundar a sua companhia sozinho(a)). Você conseguiu o seu primeiro seguidor, você já tomo o primeiro passo difícil. Você poderia ate conseguir um investimento pequeno o você convenceu alguém para ser o seu mentor. Você vai ter um time muito antes da sua primeira contratação, apesar que não pareça isso.

Cultura e mais da adição de todas as pessoas na equipe

Apesar de que você só contrate pessoas inteligentes, apesar das capacidades de cada um, você não vai poder criar um time de alta qualidade de maneira automática. Ótimos times são general mente um grupo de pessoas incríveis misturadas de maneira correta. A cola entre o engenheiro excepcional e a pessoa jovem, a magia que faz as vendas funciona bem com o produto e uma boa cultura.

Cultura não significa comida de graça, uma boa festa de natal ou outros benefícios. E sobre valores e crenças compartilhadas, o terreno comum de todas as discussões e maior razão pela qual todos vocês estão trabalhando na mesma ideia.

Uma boa cultura te faz ganhar, boa cultura vai te ajudar demais a sobreviver momentos difíceis. Tendo uma boa  cultura simplesmente vai fazer você sentir que é fácil construir uma empresa bem sucedido.

A importância da cultura afeta fortemente a sua contratação. Cada pessoa que você traz no começo muda a sua cultura, de uma forma boa ou ruim. Descobrindo se alguém tem adequação com a cultura, se alguém é a pessoa certa para a sua equipe em vez de encontrar a melhor pessoa é crucial. Apesar que a cultura é definida por sua equipe, por cada indivíduo, você ainda tem que trabalhar duro para isso e você não vai obtê-lo automaticamente com a contratação certa.

Seu trabalho como um líder é facilitar as discussões, oferecem uma visão e apoiar a sua equipe. Nada define a cultura mais do que as ações e sua equipe não pode tomar nemhuma açao se você não providencia a orientação que eles precisam.

Adequação cultural é realmente importante para cada nova contratação, mas só funciona se a sua cultura é boa. Que não será o caso, o tempo todo. Você vai enfrentar momentos aonde a sua cultura começa a sair de curso, onde você não vai poder esta tão orgulhoso da sua empresa como você gostaria de estar. Especialmente nesses momentos, é importante que você desafie criticamente o status quo. O que é ótimo, o que está quebrado? Se a cultura da empresa está quebrada, e você está contratando cegamente com ênfase no estilo de cultura da empresa, a cultura vai realmente piorar. Você não pode usar a sua cultura como uma salvaguarda se está quebrado.

Por mais que a sua empresa tenha ótimas pessoas, uma boa cultura atrai mais pessoas excelentes e pode resultar em uma cultura melhor, tanto quanto a cultura pode ir para a direção incorreta. Esteja atento de seu próprio preconceito.

Contratação e uma habilidade e deve de ser a mais importante

Contratação não é magia, não é sorte, é uma habilidade. Algumas pessoas são melhores com ele desde o primeiro emprego, outros não. Talvez você é bom com contratação, mas se não, você pode aprendê-lo e mesmo se você faz é bom agora, você ainda deve trabalhar todos os dias para melhorar. Quanto mais rápido você descobrir se alguém encaixa na sua equipe, mais rápido você pode avaliar as habilidades de um candidato, o melhor que seja para você e sua empresa. Ainda mais importante no mercado de contratação de hoje, em quanto melhor você é para convencer as pessoas para formar parte da sua equipe, em vender a sua visão, eventualmente as melhores pessoas vão trabalhar para você. Mais uma vez, fica mais fácil ao longo do tempo de ter muito boas pessoas trabalhando para você.

É importante compreender que não é apenas sobre você entrevistando um candidato. Você tem que cria um processo de contratação que envolva a sua equipe, isso dá ao candidato oportunidade para avaliar você também. Cada empresa em crescimento enfrento o mesmo desafio e você pode aprender muito com as melhores práticas da indústria, de empresas que fizeram um bom trabalho de contratação e também com empresas da que falharão. Felizmente, agora mais do que nunca, startups estão dispostas a compartilhar suas trajetórias do começo com alguns pequenos comentários e conselhos táticos quanto a ser completamente transparente como Buffer. Aproveite a oportunidade e aprenda sobre essas empresas, seus sucessos e fracassos.

Não se esqueça de que você está sempre contratando. Não importa se você está fazendo uma entrevista de emprego no seu escritório ou se você estiver em uma festa de amigos. Você está sempre deixando uma impressão, queira ou não. Talvez você não está procurando alguém agora, mas você estará procurando no futuro. Ou no seu próximo trabalho ou empresa.

Tendo certeza de que você sempre tem uma lista de ótimas pessoas para trabalhar, será sempre bom para ter sucesso – e como tudo é sobre as pessoas, vai fazer a diferença entre ser bem sucedido ou não. Sempre esteja contratando.

Uma versão mais curta deste post foi publicado originalmente no Entrepreneur.com.

Este post foi traduzido por @sammyrusso.








How to Navigate the Minefield of Motherhood and Career

Are you a female founder juggling a startup and kids or thinking of having a baby soon?

Allyson Downey, co-founder of weeSpring (NYC ‘13), knows how tough it is to navigate pregnancy, parenthood and profession. She took her own experience, plus the wisdom she gathered interviewing 75 women who have “successfully traversed the minefield that is having a baby while having a career,” and put it all together in a hands-on guide called, Here’s the Plan: Your Practical, Tactical Guide to Advancing Your Career During Pregnancy and Parenthood.

“For many women in their 20’s and 30’s, the greatest professional hurdle they’ll need to overcome has little to do with their work life. The most focused, confident, and ambitious women can find themselves derailed by a tiny little thing: a new baby. Here’s the Plan offers an inspiring roadmap for working mothers steering their careers through the parenting years.”

Learn more about Allyson in the Founder Spotlight below and check out the book!

 








10 Tips from Female Founders

This post is written by Mary Lemmer, author of, Straight from the Investor’s Mouth

As an entrepreneur and former venture capitalist I have been privileged to work with amazing entrepreneurs from around the world. Each entrepreneur I’ve encountered has taught me something, as the best ways to learn anything are through action. In my recent book, Straight from the Investor’s Mouth, I share 111 pieces of advice from venture capitalists to entrepreneurs.

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Now, in honor of UP Global’s focus on “women in entrepreneurship”, some of my favorite female founders shared their advice for entrepreneurs. These ladies have started and built companies that span industries and the lessons they’ve learned and are sharing are valuable for entrepreneurs of any type.


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Lauren Bass, founder of LolaBee’s Harvest, recommends starting your company with a co-founder.  She admits, “the biggest mistake I made was starting the company without a co-founder.  Entrepreneurship is a very lonely path. If you can find the right person to take the journey with, take that risk.  It takes an army of great people to build a company that can grow and make an impact.”

If you played sports or every worked on teams growing up, you may have learned similar lessons as Lauren Bass. She recommends entrepreneurs learn how to be good at failing/making mistakes. She shares, “being a competitive athlete growing up I lost way more often than I won. I learned how to study my mistakes, learn from them and let them go.  and most importantly, not to take them personally or think that they define my ability. They were education, and education isn’t free. I’ve even grown to appreciate my mistakes, they make the successes that much sweeter.” She also says “building a strong team is the most important thing you will do”. Hire people who share your values, are open to constructive feedback, and are more committed to professional and personal growth than they are committed to their ego. Then work through the challenges together relying on open communication to build trust. Once you hire someone and they show promise, trust them, delegate, don’t micromanage but offer support.”


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Jennifer Beall, Founder of CleanBeeBaby, recommends entrepreneurs “start small and test your idea. Create an inexpensive pilot or a minimum viable product (MVP) that you can try out with customers before you raise money. If your pilot proves there isn’t demand for your concept, its easier to call it quits before you pour a ton of cash into it. Conversely, if your pilot is successful, you can build traction before seeking investors.” Her company, CleanBeeBaby, is proof that if you are scrappy, you can do a lot with little resources!  CleanBeeBaby provides an eco-friendly cleaning service for baby strollers and car seats and has a vision to become the “Geek Squad” for the baby industry. Jennifer bootstrapped her company in order to test demand in Los Angeles and was able to align major partner, such as Nordstrom and Whole Foods, before fundraising.


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We’ve all heard the advice to network, network, network.  Megan Smyth, founder of GoRecess, emphasizes the importance of building your network as an entrepreneur.  She says “The most important lesson I have learned is the value of networking and relationships to open new doors. More often than not, it is who you know, not what you know.  Take the time to expand your network, build relationships, seek out mentors and stay in touch.  And don’t limit your relationships to the office; coffee meetings, happy hours, conferences, volunteering, fitness activities, and networks such as Levo League, Women2.0 and 85 Broads are all invaluable to building relationships and expanding your network.


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Neha Sampat, CEO of raw engineering, recommends entrepreneurs “surround yourself by people who are smarter than you; and that are your best champions. My most successful career triumphs have been those in which I have been backed up, every step of the way, by men and women who believed in me, my ideas, and carried the torch with pride — fully sharing the accomplishment. Embrace positive people and positive energy, and make a graceful exit from negative and cumbersome situations.”


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When starting and building your company ask for help when you need it.  Clare McDonnell, founder of True Link Financial, shares “As a founder, you not only have to excel at whatever your function is (call it software development, operations, or customer acquisition), but also be able to tackle the unfamiliar, often random challenges that pop up every day in the course of building a business. These might have to do with hiring, HR, legal issues, evaluating partnership opportunities, branding and naming, the list goes on. The internet can get you pretty far on this front — I can’t imagine running a startup before the days of Quora and Stack Exchange. But I’ve found that there’s no substitute for a conversation with someone who’s expert (or at least experienced) with the issue at hand. Almost every time I’ve thought to ask for help, I’ve found such a someone, and it’s saved a lot of time and at least a measure of angst. And, if you’re worried about imposing, it turns out that most people seem like being asked to share their hard-won wisdom.”


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Kelly Hoey, an investor, startup board member, and co-founder of WIM, challenges entrepreneurs to “take ‘funding’ off the table (because we all need or could use more money), and pause to ask yourself ‘right here, right now, what does my startup really need?’ or ‘what will help my startup really grow?’  Is it an introduction to a strategic partner? I s it sales leads or technical advice or guidance on a revenue model? Write down your answers then start moving on that list. Fast. Very few startups get funding (from either VCs or Angels) so stop imagining that money is the answer to your startup problems.”


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According to Emily A. Hay, founder of Hay There Social Media and socialgig.co, “when you get started as an entrepreneur, you need to do all you can to propel yourself forward, to keep taking action towards realizing a goal.  In order to do so, you must tell yourself you are too far to turn back now.  When you reach the point of no return, not going forward isn’t an option. Plain and simple.  It took me a while to grind out to get to that point of no return, so while you are pursuing that point, stay laser focused, keep your nose to the grindstone and know that reaching the point of no return is liberating!  Then it’s not as scary to keep going forward because it would be silly to go back.  Even though I haven’t reached my end goal, getting to that point of no return is one of the most satisfying accomplishments I’ve had to date as an entrepreneur.  Only you can define that point of no return for yourself.”


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And of course, don’t forget to have fun!  Christine Luby, founder of Pinrose, shares “Things go wrong all the time.  When they do, there is a temptation to put even more pressure on yourself, feel bummed out, feel alone.  The truth is, the sun is still going to rise again tomorrow, you (hopefully) have your health, and things are going to be a-ok.  Most mornings I try to write down three things I’m grateful for to help me keep perspective on how lucky I am and remind me of what a fun journey I am on, even when the going gets tough.”

Like these ladies, as you pursue your entrepreneurial venture take note of what you’re learning, as the lessons you learn not only will help you weather the storm of your startup, but can also help other entrepreneurs just like you!