Incluir tema do #SWPalhocaEDU na foto do perfil no facebook

Olá!
Criamos um tema no Facebook para você mostrar a todos seus amigos que estará fazendo algo incrível neste final de semana! Veja como é simples.

1. Acesse sua conta no Facebook e depois entre nesta página

Aqui é onde você poderá fazer as alteração da sua foto: https://www.facebook.com/profilepicframes

2. Escolha do tema

Agora você deve executar os seguintes passos:

1) Procure por “Startup Weekend Palhoça”
2) Clique em cima do tema “Eu vou! Startup Weekend Palhoça Education” para selecionar o tema
3) Clique no botão “Usar como Foto do perfil” por uma semana.

3. Pronto!

Agora seus amigos já sabem que você irá participar do maior evento de empreendedorismo da Palhoça!

Se tiver alguma dúvida, procure nossos organizadores em www.facebook.com/swpalhoca. Até lá!

 








Perguntas Frequentes : SW Palhoça Education (17 a 19/11/17)

Olá, tudo certo?

Vai participar do Startup Weekend Palhoça Education, que vai ocorrer de 17 a 19/11, na Faculdade Senac Palhoça? Então acompanhe as perguntas frequentes e dicas a seguir.

Que tipos de projetos são aceitos?
O Startup Weekend Palhoça Education aceita apenas negócios ligados à educação, mas o segmento de mercado é você que escolhe. Pode ser educação infantil, educação musical, aplicativos para professores, novas metodologias online, aplicativos para aulas musicais, websites para escolas, sistemas multimídias, ou seja, você pode ser bem criativo. É um requisito também que os projetos estejam no estágio de ideia. O evento é para novas ideias. Não serão aceitos projetos já iniciados.
Como um dos objetivos é aprender a desenvolver bons modelos de negócio, não recomendamos também projetos apenas para diversão ou filantrópicos.

Quem pode participar do Startup Weekend Palhoça Education?
O evento tem quatro públicos:
– desenvolvedores (qualquer pessoa apta a escrever código),
– designers (pessoas que consigam desenhar interfaces),
– negócios (gerentes, administradores, especialistas em finanças),
– educadores (profissionais e empreendedores da área da educação).

Esta divisão tem o objetivo de tornar os times que serão formados homogêneos em termos de perfil de participantes.

Qual é o formato do evento?
90 potenciais empreendedores com perfis de tecnologia, negócios, educação e design apresentam as suas ideias de negócio na sexta-feira à noite e formam times para trabalhar durante todo o final de semana. No sábado, os times terão apoio de mentores, especialistas e empreendedores de sucesso, que ajudarão no desenvolvimento dos projetos. A ideia de negócio será apresentada aos jurados no domingo. Os jurados darão feedbacks e sugestões aos empreendedores. Serão 3 equipes finalistas que serão escolhidas pelos jurados, sendo uma equipe a campeã.
OBS: O Startup Weekend não distribui premiação em dinheiro. As equipes finalistas irão receber uma série de benefícios.

O evento possui estacionamento?
Sim, o estacionamento do Senac estará disponível para os participantes.

Vi que haverá atividades em equipe. Precisamos levar amigos ou as equipes serão formadas no dia?
Só poderão participar do evento pessoas previamente inscritas. As formações de equipes e ideias acontecem no local. Venha com o seu computador e muita sede de fazer novas startups. Os pitches na sexta-feira à noite serão no formato “pitch-fire”, ou seja, o empreendedor que tiver uma ideia terá somente 60 segundos para conquistar a plateia. Não haverá apoio de apresentação. Após os pitches, cada participante vota nas 3 ideias que mais gostou. As ideias mais bem votadas são selecionadas para a formação de equipes. Se a sua ideia não for selecionada, tudo bem. Você deverá procurar uma equipe para fazer parte. Se a sua ideia for selecionada, você terá de recrutar outros participantes que querem participar no desenvolvimento e querem ver o seu produto no ar. Esta é uma maneira ágil de formar times. Ou seja, não é uma forma de excluir participantes. A partir disso, os times estão formados e é hora da mão na massa!

Lembrem-se: quanto mais diversificado o perfil de sua equipe, melhor. Procure privilegiar na montagem da sua equipe os 4 perfis (negócios, educação, desenvolvedor e design).

Posso levar minha atual startup para o Startup Weekend Palhoça Education?
Não, o evento é para novos projetos. Entretanto, se você já tem uma startup, recomendamos que você leve seu time no domingo para assistir as apresentações, aproveitar o networking e se integrar a novos projetos.

Como funciona a propriedade intelectual no evento?
Não se preocupe se alguém se inspirar na sua ideia. Na verdade, você encontrará sócios e/ou parceiros para que ela tome vida e deixe de ser apenas uma ideia. Recomendamos apenas que os times estabeleçam entre si critérios para formalizar a ideia como empresa, caso continuem com o projeto futuramente.

Não tenho uma ideia de negócio, posso participar do evento?
Claro. Você poderá escolher as ideias de outros participantes que mais gostar e se juntar a um dos times.

Será fornecida alimentação?
O evento fornecerá um coffee break na sexta; café da manhã, almoço, coffee break e jantar no sábado e café da manhã, almoço e coffee break no domingo. Para aproveitarmos melhor o tempo, todas as refeições serão feitas no próprio local do evento.

O que preciso levar para o evento?
Notebook (essencial para trabalhar), Cartões de visita (networking!), Modem 3G (caso possua), Cabos de rede, Extensões de tomada/multiplicadores (aka “T”), Adaptadores de pinos para tomada.

Qual a programação do evento? Que hora começa? Que hora devo chegar?
O credenciamento tem início às 18h30 no dia 17/11 e o evento tem início às 19h00. Seguiremos rigidamente estes horários.

Até o evento, o que devo fazer?
Recomendamos que você:

Amadureça sua ideia. Pense simples e lembre-se que teremos apenas um fim de semana para executá-la. Pense também no modelo de negócio e como você pretende ganhar dinheiro com ela.
Estude! Recomendamos que você se informe sobre as metodologias Business Model Generation/Business Model Canvas e Lean Startup/Running Lean. Estas técnicas têm revolucionado a maneira como as pessoas empreendem no segmento de tecnologia. Recomendamos também que você se inteire sobre o que é desenvolvimento ágil.
Faça networking! Temos uma página no Facebook (http://www.facebook.com/swpalhoca), onde incentivamos a integração prévia entre os participantes. Acompanhe também a página oficial do evento (www.bit.ly/swpalhocaedu).

Nós da equipe organizadora estamos à disposição, e caso tenha alguma dúvida, por favor entre em contato através do e-mail palhoca@startupweekend.org

Um abraço e nos vemos dia 17/11.

Bruno Santiago
Organização Startup Weekend Palhoça Education – #SWpalhocaEDU








Evento sobre startups vai reunir cerca de 100 empreendedores em Palhoça

Nos dias 17, 18 e 19 de novembro, a Faculdade Senac de Palhoça vai ser sede do Startup Weekend Education (SW). Trata-se de uma jornada de 54 horas em que os participantes apresentam ideias inéditas que podem ser transformadas em startups. Foi assim que o Easytaxi nasceu, por exemplo, em um SW realizado em 2011, no Rio de Janeiro. Hoje a empresa é líder em chamadas de táxi na América Latina.

Esta edição do SW Palhoça será focada em educação. Logo, as ideias de negócio deverão estar diretamente ligadas à esta temática. Para participar os interessados devem se inscrever através do site oficial do evento bit.ly/swpalhocaedu2017 .

As inscrições para o evento contemplam quatro perfis diferentes de participantes. Acompanhe a seguir o modelo de ingresso mais indicado para o seu caso.

– Desenvolvedores: programadores, desenvolvedores, engenheiros de software e demais perfis relacionados.

– Designers: profissionais de UX, UI, ilustradores e outros perfis semelhantes.

– Negócios: pessoas que atuam na área da administração, marketing, relações públicas e demais setores não técnicos.

– Educação: profissionais e empreendedores da área da educação.

 

O Startup Weekend já teve edições em mais de 1.200 cidades ao redor do mundo. A edição de Palhoça tem como patrocinadores o Sebrae/SC, Governo do Estado de Santa Catarina, Senac, Senior Sistemas, Unisul, Pipz Automation, Softplan, Scaliot, Darwin Starter, Foresee, Pague Veloz, e portal StartSe.

Para mais informações sobre o evento, acesse bit.ly/swpalhocaedu2017

SERVIÇO

O que: Startup Weekend Palhoça Education
Quando: 17/11 (começa às 18h) e termina 19/11 (às 20h)
Local: Faculdade Senac Palhoça – R. João Pereira dos Santos, 303 – Pte. do Imaruim, Palhoça.
Público-alvo: Educadores, desenvolvedores, designers e pessoas de negócios.
Inscrições: bit.ly/swpalhocaedu2017








Dúvidas Frequentes (FAQ) – Startup Weekend Campinas

Possui dúvidas de como funciona o Startup Weekend? Dá uma olhada no FAQ que preparamos e, caso ainda lhe restem dúvidas, entre em contato conosco pelo nosso Facebook (https://www.facebook.com/swcampinas) 🙂

Vamos às perguntas:

Que tipos de projetos são aceitos?

Projetos que estejam no estágio de ideia. O evento é para novas idéias. Por isso não serão aceitos projetos já iniciados. Como um dos objetivos do Startup Weekend é aprender a desenvolver bons modelos de negócios, não recomendamos projetos for fun ou filantrópicos.

Posso levar minha Startup para o Startup Weekend Campinas?

Não, o evento é para novos projetos. Entretanto, se você já tem uma startup, recomendamos que você leve seu time para participar do ambiente, aproveitar o networking e se integrar a novos projetos.

Como funciona propriedade intelectual no evento?

Não se preocupe, sua ideia não será roubada. Na verdade, você encontrará sócios e/ou parceiros para que ela tome vida e deixe de ser apenas uma ideia. Recomendamos apenas que os times estabeleçam entre si critérios para formalizar a ideia como companhia no futuro.

Não tenho uma ideia de negócio, posso participar do evento?

Claro. Você poderá escolher as ideias de outros participantes que mais gostar e se juntar a um dos times.

Como devo apresentar minha ideia?

Nos pitches da sexta-feira, os participantes terão um minuto (um minuto!) para apresentar uma ideia de negócio. Recomendamos o seguinte formato para fazer um bom pitch:

  • 5 a 10 segundos – Quem é você?
  • 10 a 20 segundos – Qual o problema que você tenta resolver?
  • 10 a 20 segundos – Qual a solução que você propõe para este problema?
  • 5 a 10 segundos – Quem você precisa para se juntar a você?

    Posso formar um time apenas com meus amigos para executar um projeto?

    Recomendamos aproveitar o networking do evento para formar um time completo. Esteja aberto a trabalhar também com gente nova.

    O valor do ingresso dá direito a entrada em todos os dias de evento?

    Sim.

    Se eu quiser posso continuar a empresa que comecei no Startup Weekend?

    Com certeza! Existem outros programas que podem te ajudar a dar continuidade ao seu projeto. Mas combine com seus parceiros de equipe do evento. Vocês são todos sócios.

    Não sou empreendedor, nem designer, nem desenvolvedor. Eu posso participar mesmo assim?

    Claro. O Startup Weekend é um espaço para descobrir suas aptidões. Caso não se identifique com nenhum dos 3 perfis de participantes (desenvolvedor, empreendedor e designer), sugiro se inscrever como empreendedor. Essa escolha não prejudicará sua participação no evento.

    Qual modalidade meu perfil de inscrição se encaixa (empreendedor, desenvolvedor ou design), tendo em vista não possuir uma ideia de negócio?

    Isso depende do seu know-how. Se você tem mais competências ou gostaria de contribuir com gerência, organização, definição de modelo de negócio, faça sua inscrição como empreendedor. Se tiver mais competências em desenvolvimento de códigos faça como desenvolvedor e assim por diante. Caso não se identifique com nenhuma das 3, sugiro se inscrever como empreendedor. Essa escolha não prejudicará sua participação no evento.

    Como serão formadas as equipes, como poderei expor meu Know-how?

    As equipes são formadas no final da primeira dinâmica de escolha das ideias a serem desenvolvidas. Várias ideias serão apresentadas pelos participantes que quiserem. Essas ideias serão coladas na parede e votadas por todos os participantes. As mais votadas serão as desenvolvidas. O ideal é que sejam desenvolvidas até 20 ideias. O “dono” da ideia é responsável por compor uma equipe. Você poderá escolher a equipe e a ideia que quiser acompanhar. Não haverá momento para expor seu Know-how, mas ele será super importante para o desenvolvimento do projeto que você acompanhar.

    Existe possibilidade de alguém ficar sem equipe?

    Não. Todos os participantes devem entrar em alguma equipe.

    Em média, em outros eventos, a premiação para os vendedores girou em torno de quanto? Quantos foram premiados?

    São premiados os 3 primeiros colocados. Pelos princípios do evento, não são distribuídos prêmios em dinheiro. Os prêmios são para o grupo todo e geralmente focado em desenvolvimento dos negócios.

    O domínio fluente da língua inglesa é um dos pré-requisitos?

    Não.

    Será fornecida alimentação?

    O valor do ingresso inclui:

  • Coffee break da sexta;
  • Café da manhã do sábado;
  • Almoço do sábado;
  • Jantar do sábado;
  • Café da manhã do domindo;
  • Almoço do domingo
  • Coffee break do domingo;

    Não vou poder comparecer na sexta. Posso participar de um time mesmo assim?

    Claro! Você pode ser alocado em uma equipe no sábado, porém, não deixe de vir na sexta-feira, é muito importante para o desenvolvimento da idéia.

    O que preciso levar para o evento?

    • Ingresso impresso
    • Notebook (essencial para trabalhar)
    • Cartões de visita (networking!)
    • Se houver, extensões de tomada/multiplicadores (réguas)
    • Se houver, adaptadores de pinos para tomada

    FAQ produzido pelo Startup Weekend Cajazeiras (

    www.facebook.com/SWCajazeiras)








How I got into entrepreneurship and startups – por Salina Mendoza

I went from crunching numbers to testing ideas.

As a young latina, I never imagined myself working in business yet alone startups. I didn’t even know what a startup was until my junior year of college. Growing up my life took many turns, I found out about college in 3rd grade and I was never the same.

I grew up in LA with my drug addicted mother and mentally abusive father. I took my anger from my home life and channeled it into art and math. I became obsessed with math and i’ve always had a competitive drive to be the best at whatever I was doing at the moment. Even though I grew up in poverty, I took any opportunity to learn as much as I can by whatever means possible. Often, I wasn’t the kid with the working computer at home because my mother was too high on meth to understand she cannot take apart computers to make them go faster. I ended up taking advantage of educational computer games when my computer was actually functioning. I also became obsessed with math workbooks from stores like Staples and Office Depot. I would finish them and move onto the next grade because I constantly needed stimulus. Most of the time, I was 2 or 3 grades ahead of my peers.

By the end of 2nd grade, I was recognized by Johns Hopkins University’s Center for Talented Youth program (CTY) for being the top 3% in the nation in mathematics. I consistently scored in the 99% percentile in all math subjects on the SAT 9’s. I tested at a math level that’s higher than most high school students in the US.

In fifth grade, I graduated from my elementary school in North Hollywood, CA. At my graduation, I spoke on the microphone and said I would become an accountant for Intel. During that time, my dad was a computer engineer for compaq (previously Tandem and would become HP). I learned to build my first computer with him and he introduced me to my first educational computer games. I became obsessed with tech because of him and I knew math was one of my favorites things to do. I learned about accountants and quickly decided that was the route I would take.

In seventh grade, I moved to Arizona suddenly without telling anyone. Living life in LA, I adapted to my environment and became something I never intended to. I had one of the hardest times of my life at home. Mental illness, domestic violence, mental abuse, alcoholism, drug addiction, and gang life – I had to make a drastic change. If I wanted to become the accountant I said I would be on my fifth grade graduation, I needed to start over. My father, at the time, was living in Arizona and was about to get married to his second wife. She had kids and after a short stint of staying with them, I knew this was something I wanted. I wanted to live in a home with a family. It was something I’ve always craved and desperately needed for my next step in life.

I graduated high school in 2010 with Honors from Hamilton High School in Chandler, AZ. I took over 6 AP classes, played 3 sports, volunteered at two organizations, had 2 jobs, and was dedicated to getting into college with a scholarship. In 2010, I received the Dell Scholarship award for $20,000. I applied to 25 universities without paying a single dime in application fees or SAT/ACT exams. I got into 14 universities and I was in between Purdue University and Syracuse University. I had an offer from ASU that would literally pay me to go there every year but I needed to get away from my father and gain back my independence. My very last choice was Chapman University. At the last minute, my financial aid packages didn’t seem as realistic as I thought so I checked Chapman’s package. To my surprise, they had the biggest package out of all the top-tier universities. Chapman ended up being the best decision i’ve ever made in my life.

I got into a car accident a month before I went to college and was thought to be dead from the impact alone. I was going 5 mph and was slammed into by a driver going 55 mph in a 40 mph zone to beat the yellow light. My father asked me shortly after what I was going to do to get to college. Looking at him with disgust and confusion, I went into panic mode. Everything i’ve worked so hard for was being taken from me in an instant. I called one of my friends and convinced her to drive me to college. I sold my rare shoe collection for gas money, food, and miscellaneous stuff we’d need on the way. We got there at 3 am and slept in the car right before she helped move me into my new dorm.

During college, I had no other choice but to work as many hours as possible while going to school full-time. At the time, I was envious of my peers. Most of them were wealthy, had family helping them, and didn’t need to struggle to make ends meet during their college experience. It was a typical private university. Looking back, i’m thankful I had that experience. I was forced to get out of my comfort zone early and to continuously discover myself. Since I was forced to volunteer in high school, I became used to it and continued finding organizations I could help during college. I started volunteering as an Condom Safesite for the Great American Condom Campaign and an Athlete Ally for a new nonprofit called, “Athlete Ally”. I continued to polish my social media skills from my previous position in high school. I then started working at my university’s donation center then I moved onto being a brand ambassador for VitaminWater.

I failed my first exam as an accounting major. Instantly, I dropped that class and retook it with another professor. I went from getting F’s to getting A+’s. After that experience, I learned that I did not want to do this not because i’m not good at it but because I can pay someone else to do it. I started to learn about entrepreneurship as I was looking for other majors or emphasis’ to change to. I scanned the classes that were offered and their descriptions. I instantly fell in love and soon it became an obsession of mine. I took to Twitter to find out as much as I can about entrepreneurship, being an entrepreneur, and how to start a startup. I learned that it was a journey not a race and most entrepreneurs had a skill they started off with. I spent countless hours in the library skimming books because I often had already rented out the maximum. I took time to audit what I am good at and decided on social media. Back then, social media was said to be a “fad”. Many friends and peers told me I was wasting my time but I knew this was the future of communication and marketing. I found my first internship with a start-up shortly after with DreamItAlive.com (DIA) and began to build my first brand.

At the time, Facebook was young in age and valued organic reach. This was prior to the heavy timeline and feed restrictions made by the pay-to-play model. I grew DIA’s Facebook to over 30k likes in one year without spending a dime on marketing. This is when I knew the potential of social media and building brands. I continued to use tactics i’ve learned for my volunteer projects and day jobs (most were brand ambassador positions). Towards the end of junior year, I knew it was crunch time and I needed to find a job that I could turn into a career right after I graduate. Even though I was having success with social media, I didn’t quite have enough knowledge to run my own agency. Between seasons in the beverage industry, I was stuck and needed to find a source of cash quick. I went on craigslist and found a position in solar with gen110. It was positioned as a brand ambassador position and I felt like if I was good at what I do in promotions then i’m sure I can rock it in solar.

I had no idea what I was getting into. My first day I showed up for training and it was this other girl and I in an undecorated room in a ghetto area of Placentia, CA. I had no idea if I was going to get hurt or if I was about to get trained for my new job. I started as a door knocker and quickly climbed to the top of the leaderboard in the first month. During 2013-2014, the solar industry was having the highest period of growth in history. I loved my team, the culture, and the raw skills I was learning/using. Everyday I pitched to people at the comfort of their homes and learned how to flourish in uncomfortable scenarios. I became obsessed with the cause and after a month, I received a secondary position as a recruiter. I eventually was training my recruits, working out in the field with them, and soon started running all Talent Acquisition for the company as a junior in college. I often would answer calls during class time just to make sure my candidates had the best experience possible. Shortly after, I took on a Brand manager position while still running Talent Acquisition. At the time, there was zero social media presence and quickly changed that to be one of the first solar companies to build a strong presence and following (yes, before SolarCity and such). We didn’t spend a dime on social media and grew quickly from the tactics I’ve learned studying/experimenting in social media.

While I was out in the field as a door knocker, I had a lot of time to think while I was on my route. I decided to start my Instagram by taking pictures along my daily route. I also took time to think of everyday problems and solutions. I stumbled upon a recycling technology idea (LEEF) at the same time I was taking a New Product Development class. We needed to create a startup idea and a new product so my team decided to work on it with me. We went through various prototype ideas. First it was a vending machine and then it was an app with an add-on. Working with gen110 (solar startup), I learned what it takes to disrupt an industry and where you do and do not take shortcuts. Recycling has yet to be taken to it’s highest form and what’s fascinating is that it’s an industry that many people mistaken for “cheap” and “you won’t make any money”. With the right system and inputs, it’s a million or even trillion dollar industry. After a few classes and groups working on it, it was looking like a viable startup idea.

I graduated college in 2014 and moved to the Bay Area for gen110’s expansion. I had my first salary, my own office on the 10th floor, and my own team of recruiters/recruitment manager. I thought I had all I needed until that quickly did not become the case. We were acquired my junior year by a larger franchise but merged soon after I moved up to the Bay Area where we began to kill the gen110 brand. We were acting as two different brands due to the brand positioning and culture being vastly different from one another. But, it was time. We rebranded into a new company called, “REPOWER by Solar Universe”.

During my time in the Bay, I had plans to meet with investors about LEEF. In theory, it was the perfect situation. I had a smash and grab with my car leaving me with my backpack stolen. My backpack had my company laptop, some valuables, and most importantly my pitch deck for investors that I had just finished for LEEF. At this time, I was working on my second startup idea called, “SuitePitch”. I gravitated towards my second idea and started to see it as a sign that I wasn’t meant to bring it (LEEF) to life. I decided shortly after that I would find someone to give it to. I didn’t care about selling it but I did care that it went to someone that cared and had the means to bring it to life. While browsing on LinkedIn, I found a recycling technology startup with a similar idea but LEEF had put more thought into certain aspects and processes. I got in contact with the team. The founders were lawyers and it was a perfect match for the complexity of the product/service. I scheduled a Google Hangout with them during my lunch break and explained/gave them everything. I shared the deck I had and gave them key insights into how to build certain partnerships i.e. who they should talk to and where they can find them.

After I gave it away, I was done forever. I started to spend more time on my second idea. During the same time, I started my consulting agency, socialomical.com. I knew that whatever I did in business I would be able to integrate social media and do it at an economical price. This is how I  came up with socialomical. I took on my first client, BlissWineImports.com, for free. I consulted the founder on social media direction, branding, and growth through organic reach. Shortly after, I got my first paid client, Kohana Coffee, from Twitter. I grew their social media following within a few months and hired a social media manager for them.

I got laid off in the solar industry due to decentralization of our franchise network. I built processes, documents, brand bibles, DIY Recruitment manuals, and audiobooks to help franchise owners do in-home recruitment and culture development at low-cost. After that, they no longer needed me and my team.

Scrambling for what was to come next, I got a call from someone I had recently met at a friend’s wine get together. He spoke about his startup when we met and was intrigued about what I do for brands/growth. He mentioned he would love to work with me and I nodded as I didn’t want to commit to anything. Oddly enough, that call was from him, Peter Dickinson of WeGreenlight.com. He apologized about my circumstances and knew how much the brand/team meant to me. He then took the opportunity to ask if i’d be open to meeting about WeGreenlight (WGL). I agreed and we met at a Whole Foods. He didn’t have much money to pay me at all and it wouldn’t even pay my rent but I agreed under one condition. I would lead the rebrand of WGL as long as I can throw away every single thing that pertained to branding and marketing. His face instantly showed that he was caught off guard and terrified. After a brief pause, he says with a cracking voice, “OK”.

After less than one year, we rebranded and brought the brand back from the dead. The community was built to over 65k with $1800 marketing spend within a year. Twitter hit over 10k and Instagram over 5k. We’ve had multiple success stories with our community members ranging from raising crowdfunding, pivoting to a new idea, pivoting to a new market, finding their target market, raising investment money, launching their products, and merging with competitors from the community.

Peter went from pitching to people that didn’t care at all about the company or brand to firms that instantly get the platform and concept. I also coached Peter along the way as I saw that he had the ambitions to disrupt an industry but didn’t have the attitude and mannerisms to make it out alive. Seeing first hand what it takes from the solar industry and the founders that made gen110 what it was, I knew with a little coaching and tough love that Peter would get there.

With WGL it’s been a bumpy ride, I had to eventually bring on more clients during that time to make up for the loss of income from being laid off and the lack of capital WGL could provide. Eventually seeing the potential, I fired all my clients except for WGL. I decided that WGL would be the client that I wanted to take to the next level together. It got really good. I brought in Fortune 500 clients to the table for marketing assessments but with these new clients WGL began to evolve into something different beyond our original expectations. We soon realized we would require both capital and development to truly grow. This chicken-egg scenario has caused WGL to pivot further and we are currently fundraising to take us to the next level. In the meantime, I had to find a new position.

I started contracting through Adecco for the Google Maps project working on-site with Google. It came at the perfect time for me as I was about to lose everything I had due to financial hardship. I still consult on the side but my main client is WeGreenlight. I am still working on SuitePitch and I am developing a new idea within the laundry industry.

You will constantly fail and you will constantly win. It’s about getting right back up and going back to the drawing board. You have to continuously reinvent yourself to get to where you need to be. Change is your friend and your circumstances will never define you. Take a chance with your crazy ideas. You never know where it will take you.








Minha Missão – Tania Gomes

Minha missão

*  Por Tania Gomes

 

Costumo postar nas redes sociais as conquistas que traduzem a minha evolução, tanto pessoal como profissional. No último fim de semana, curtindo o friozinho da noite paulistana, me peguei revendo despretensiosamente as postagens novas e antigas que venho divulgando na internet. Sem querer, chamou a atenção para mim o quanto esses dois lados da vida – o pessoal e o profissional – caminham juntos na minha trajetória, se misturam. Fechei então o computador e comecei a pensar os porquês disso.

Empreender é uma aventura. Sem dúvidas eu sempre busquei experiências capazes de mexer com a emoção, aquelas que têm o mérito de, ao final, me fazerem sair maior do que quando entrei. Isso justificaria, em partes, a satisfação pessoal que sinto ao fazer meu trabalho bem feito, assumindo riscos, encarando desafios, desafiando padrões. Entretanto, conheço muito bem outras deliciosas maneiras de lançar adrenalina à corrente sanguínea, seja assistindo a um filme de suspense ou praticando esportes radicais.

Por mais que a minha alma se alimente dessa aventura que é empreender, isso não seria suficiente para eu me envolver por completa. Inquieta que sou, abri novamente o computador. Precisava reler mais uma vez os meus próprios textos. Extrair deles algo importante sobre mim mesma e assim, quem sabe, conhecer o maior propósito dessa fase de tanta entrega que vem sendo a minha vida.

Os passos dados pela 33e34, ao longo dos últimos dois anos, se tornaram minhas maiores vitórias porque extrapolaram os limites institucionais. Eles abriram portas para que eu pudesse falar não apenas em nome da minha empresa, mas também de um movimento que confio e que vem crescendo. Em cada linha eternizada nas minhas mídias digitais eu não estou “falando” só para mim mesma ou para os meus amigos. Eu estou falando para todas as mulheres.

A 33e34 me trouxe legitimidade para ser uma espécie de porta-voz das mulheres que desejam empreender. Mais do que isso, o negócio que eu criei alcançou um mérito de valor incalculável e que eu jamais poderia vislumbrar: me credenciou a falar com todas que lutam para ser protagonistas em um roteiro tão viciado a ter homens distribuindo as cartas. Isso me envolve e satisfaz, isso alimenta a minha alma por completo.

Cada reportagem em que a 33e34 aparece na mídia, para mim, é como um grito de liberdade das mulheres. Estou convencida de que se hoje a minha história está nas emissoras de televisão, nos sites e nas páginas dos jornais é porque outras mulheres também se empenharam para que isso fosse possível. Sinto que as amarras estão sendo quebradas, mas que a batalha ainda é árdua e requer intensidade.

Minha missão diária é para que o movimento avance, fazendo com que sejamos vistas e ouvidas. Quero dividir espaços e trabalhar por igualdade. Luto com todas as forças para esclarecer, definitivamente, que as competências não são determinadas por gênero. Ao contrário, elas são complementares.

Neste exato instante, em que pensava sobre tudo isso, questionei se eu estava trabalhando ou cuidando da minha vida pessoal? Conclui que as duas coisas, e me senti extremamente privilegiada. Não era mais necessário reler nada. Ao contrário, minha vontade era de escrever um novo post, antes de finalmente poder fechar o computador. Lá fora os termômetros indicavam que poderia ocorrer a primeira geada do ano. Com o coração quentinho, comecei a digitar este texto.

 

*  Tania Gomes é CEO da startup 33e34

Mini CV

Tania é fundadora e CEO da www.33e34.com.br, loja exclusiva para mulheres de pés pequenos, premiada no Prêmio Empreendedores da PEGN 2016 e considerada pela Exame PME uma das 15 empresas mais inovadoras do país.  Administradora, escritora e pós-graduada pela FGV, Tania teve passagens por Renault e Rede Globo e também foi cofundadora da UnderDOGS e Infracommerce.








Perguntas Frequentes – Startup Weekend Feira de Santana

Para você que vai participar do Startup Weekend Feira de Santana, postamos aqui algumas perguntas e respostas que podem lhe ajudar.

O que o Startup Wekend?

Startup Weekend é um evento de imersão, uma experiência incrível de tornar ideias em soluções. Os participantes trazem ideias, compartilham com os participantes, selecionam ideias, constroem equipes, trabalham para validar ideias e transformá-la em soluções para clientes, recebem orientações de mentores experientes e apresentam seus resultados para avaliadores. Depois é comemorar!

Que tipos de projetos de negócio são aceitos?

O Startup Weekend incentiva a criação de negócios de Startup, focados em solucionar problemas reais. Mas o que é uma Startup?

É um requisito também que os projetos estejam no estágio de ideia. Não serão aceitos projetos já iniciados. Como um dos objetivos é aprender a desenvolver bons modelos de negócio, você precisar provar que seu negócio pode gerar receitas e cobrir seus custos. Vale a criatividade para criar um modelo de negócios inovador, escalável e que resolva um problema real!

Quem pode participar do Startup Weekend?

O evento é destinado a empreendedores e entusiastas que objetivam mudar a realidade por meio de projetos inovadores. Os participantes são divididos em três categorias:

Desenvolvedor: Desenvolvedores, engenheiros de software, programadores, etc.

Designer: Designers de UX, UI, ilustradores, etc.

Negócios: Administradores, marketing, relações públicas e qualquer outro perfil não-técnico 

Esta divisão tem o principal objetivo de que os times que serão formados sejam homogêneos em termos de perfil de participantes.

Preciso ter uma ideia de negócio para participar do Startup Weekend?

Pedimos a todos os participantes que tragam novas ideias de negócios para startups. Se você tiver uma ideia, ótimo! Mas se você não tiver uma ideia, sua experiência será tão incrível quanto. Você poderá escolher as ideias de outros participantes que mais gostar e se juntar a um dos times.

 

Posso levar a ideia da minha atual startup para o Startup Weekend?

Não, o evento é para novos projetos. Entretanto, se você já tem uma startup, recomendamos que você leve seu time para participar do ambiente, aproveitar o networking e se integrar a novos projetos.

Como funciona propriedade intelectual no evento? E se alguém roubar minha ideia?

Sua ideia nunca será um negócio de sucesso se você não vencer o medo de contá-la. Ao falar sobre sua ideia você recebe feedbacks, encontra pessoas que podem te ajudar e novas oportunidades que levam-na ao próximo estágio.

Algumas ideias similares a sua já podem estar em aplicação no mercado, nacional ou internacional. Não se esqueça de identificar outras iniciativas, eventualmente concorrentes ou parceiras, e já pensar em um diferencial competitivo.

No evento você encontrará sócios e/ou parceiros para que ela tome vida e deixe de ser apenas uma ideia. Recomendamos apenas que os times estabeleçam entre si critérios para formalizar a ideia como companhia no futuro.

Não tenho um time formado. Posso participar?

Claro, melhor ainda! A gente não só permite, como também incentiva que você participe do evento em uma equipe repleta de desconhecidos.

Posso formar um time apenas com meus amigos para executar um projeto?

Recomendamos aproveitar o networking do evento para formar um time completo. Esteja aberto a trabalhar também com gente nova.

Será fornecida alimentação?

O evento fornecerá 7 refeições já inclusas no valor do ingresso, como café da manhã, almoço e coffee break. Não precisa sair para se alimentar, mantenha o foco no trabalho com sua equipe!

O que preciso levar para o evento?

Primeiro, muita disposição, entusiasmo e energia para fazer coisas incríveis. Mas traga outros itens também:

  • Ingresso impresso e documento de identificação com foto.
  • Notebook (essencial para trabalhar).
  • Cartões de visita (networking!).
  • Material para trabalho (papel, caneta, lápis, e o que for ajudar você a executar)

Caso leve seu notebook, garanta levar o que for precisar para sua utilização, como extensões, adaptadores de tomada, etc.

Como devo apresentar minha ideia?

Nos pitches da sexta-feira, os participantes terão um minuto para apresentar uma ideia de negócio. De forma prática, recomendamos o seguinte formato para fazer um bom pitch (mas não se restrinja a este formato, chame a atenção, seja você mesmo e faça o melhor pitch que puder):

  • 5-10s – Quem é você?
  • 10-20s – Qual o problema que você tenta resolver?
  • 10-20s – Qual a solução que você propõe para este problema?
  • 5-10s – Quem você precisa para se juntar a você?

A apresentação deste pitch é apenas oral, você não poderá utilizar nenhum tipo de apresentação.

Qual a programação do evento? Que hora começa? Que hora termina? Tenho que estar no evento o tempo todo

O credenciamento tem início às 18h00 no dia 25/11 (sexta-feira), chegue com pelo menos 10 minutos de antecedência. O evento termina às 21h00 no dia 27/11 (domingo). Este é um evento de imersão, de foco completo em tornar ideias em soluções, não agende outros compromissos durante dos dias do evento!

E confira a nossa programação!

Até o evento, o que devo fazer?

Recomendamos que você:

Amadureça sua ideia. Pense simples e lembre-se que teremos apenas um fim de semana para executá-la. Pense também no modelo de negócio e como você pretende ganhar dinheiro com ela.

Estude! Recomendamos que você se informe sobre as metodologias Business Model Generation/Business Model Canvas (Canvas ou Tela de Modelo de Negócio) e Lean Startup/Running Lean (Startup Enxuta). Busque também informações sobre Validação de Negócios de Startups e Apresentação de Pitchs. Estas técnicas têm revolucionado a maneira como as pessoas empreendem no segmento de tecnologia. Recomendamos também que você se inteire sobre o que é desenvolvimento ágil. 








Vem aí a terceira edição do Startup Weekend São José dos Campos!

Foto: Startup Weekend Taubaté 2017

 

O Parque Tecnológico São José dos Campos sediará nos dias 25, 26 e 27 de Agosto a terceira edição do Startup Weekend na cidade. Considerado o maior evento de empreendedorismo do mundo, acontece pela primeira vez dentro da Incubadora de Negócios.

O evento acontece todos os anos em mais de 150 países, e especialmente neste final de semana de agosto, acontecerá simultaneamente em 6 lugares do mundo, não apenas em São José, mas também em Governador Valadares, Cidade do México e em Varanasi, na Índia, por exemplo.

O objetivo do encontro é fomentar a cultura empreendedora, ajudando os participantes a tirarem suas ideias e projetos do papel em apenas 54 horas.

Nesta edição, o evento contará com 126 “startupers” (como os participantes são chamados) com expertise em negócios, design, desenvolvimento de software e desenvolvimento de hardware. Eles  irão trabalhar em grupos para gerar efetivamente novas startups de alto impacto. Para que isso aconteça, mentores experientes nas diferentes áreas de atuação irão acompanhar o nascimento das startups durante o final de semana. O evento termina com apresentações para uma banca avaliadora no domingo a partir das 17h.

“O Startup Weekend é uma grande oportunidade para a comunidade joseense e do Vale do Paraíba como um todo, é um final de semana intenso com atividades práticas que geram muito aprendizado, diversas possibilidades de networking e oportunidades de negócios. Participei do meu primeiro SW em 2013 em Itajubá e já vi os mais diversos tipos de negócios surgirem desde então., afirma Letícia Rico, coorganizadora do evento e parte da equipe de inovação e empreendedorismo do Parque Tecnológico São José dos Campos.

O Startup Weekend é uma iniciativa mundial, que será realizada em São José dos Campos graças ao trabalho voluntário de profissionais e empreendedores de importantes instituições de todo o Vale do Paraíba. Conta com patrocínio e apoio de diferentes empresas e instituições como Allgoo, Altave, Quero Bolsa, Guichê Virtual, Abstartups, Anjos do Brasil, Rede Global de Empreendedorismo, Icbeu, Vale Sul Shopping, entre outros.

Premiação
Além da oportunidade de colocar em prática ideias inovadoras e de validar o potencial de negócios de um projeto, os participantes mais bem avaliados receberão prêmios, como a possibilidade de se tornarem residentes do Programa de Aceleração de Ideias da Incubadora de Negócios do Parque Tecnológico São José dos Campos, o maior complexo de inovação e empreendedorismo do Brasil. A premiação do evento conta ainda com ingressos para eventos de empreendedorismo, mentorias e cursos/treinamentos.

Como participar
Não é preciso ter um projeto totalmente definido para participar. Quem tiver uma boa ideia poderá apresentá-la a todos os inscritos no primeiro dia, durante um “pitch” de um minuto, que será submetido a uma votação. Os mais bem colocados irão formar equipes para desenvolver a ideia nas 54hs de ação!

Nesta edição, o evento recebeu inscrições de empreendedores e inovadores com experiência em desenvolvimento de sites, softwares, aplicativos (ingresso tipo desenvolvedor), com habilidades em design, criação de marcas, desenvolvimento de produtos (ingresso tipo design), construção de protótipos (ingresso tipo maker) e também daqueles que possuem conhecimento em administração, atendimento ao cliente, marketing, vendas e do público em geral (ingresso tipo negócios).

É justamente esta pluralidade de conhecimentos e diversidade de experiência que garante uma experiência única. “Acredito que esse evento tem um marco na vida de cada participante, pois além de serem inspirados por experiências empreendedoras, aprenderem conhecimentos técnicos e ferramentas, eles desenvolvem muitas habilidades e atitudes que serão de valia para a vida toda, tais como: trabalho em equipe, persistência, comunicação, flexibilidade, trabalho sob pressão, aceitação de desafio, criatividade, motivação e liderança”, comenta a profª Mariana Bento de Oliveira, coorganizadora do evento.

Saiba mais
Acompanhe as novidades do Startup Weekend na nossa página do Facebook. As principais dúvidas em relação ao evento podem ser esclarecidas no FAQ . Outras informações ainda podem ser obtidas pelo e-mail da organização.

Startup Weekend São José dos Campos 2017

Site Oficial http://go.startupweekend.org/swsjc2017
Início a partir das 17h do dia 25/08
Término às 21h do dia 27/08
Local: Parque Tecnológico de São José dos Campos
Endereço:
Estr. Dr. Altino Bondensan, 500 – Eugênio de Melo
São José dos Campos-SP
CEP 12247-016.
Imprensa e convidados: Solicite o credenciamento pelo e-mail da organização.








Startup Weekend Women: evento global de empreendedorismo volta à Paraíba

O Startup Weekend Women (SWWomen) edição especial com foco no empreendedorismo feminino, aconteceu pela primeira vez no Brasil em 2014, em João Pessoa-PB. Três anos depois está de volta à Paraíba. Trata-se de um mesmo projeto que será realizado em julho em duas cidades de forma sequencial e realizada com duas equipes: uma em João Pessoa (7, 8 e 9 de julho) e outra em Campina Grande (14, 15 e 16 de julho).

Evento Global:

O formato da Startup Weekend Women é o mesmo já realizado em 135 países. “Ao longo de 54 horas de competição, as empreendedoras serão encorajadas a compartilhar ideias, formar times, construir um modelo de negócio, desenvolver um protótipo e realizar uma apresentação para uma banca avaliadora que pode incluir investidores”, revela a Community Leader (líder local) Denise Lemos, que divide na Paraíba a coordenação do SWWomen com Fábio Bandeira de Mello. “O propósito da ação é reunir empreendedoras que querem inovar. A participação masculina é possível, mas a regra da SWWomen é que 75% das participantes, mentoras e organizadoras sejam mulheres”, explica Denise.

O SWWomen é feito por voluntários e conta com a presença de mentores com expertise em várias áreas. Expandir a realização do evento com foco nas mulheres em todas as regiões do Brasil é meta da Techstars, organizadora do evento global. “Nossa missão é ensinar e promover o empreendedorismo nas comunidades locais, no entanto, o público do Startup Weekend é 70% masculino. Com o Projeto Women nosso objetivo é aumentar a participação feminina e equiparar os números”, explica Preta Emmeline, Regional Manager da Techstars — empresa global que tem, entre os apoiadores, o Google for Entrepreneurs e a Kaufmann the Foundation of Entrepreneurship. Emmeline destaca os dados da Organizações das Nações Unidas – ONU. “No Brasil, apesar de um terço das famílias serem chefiadas por mulheres, o desemprego entre elas é duas vezes maior do que a dos homens que ganham, ainda, 30% a mais. A ONU também indica que a cada 10 empresas no Brasil, apenas três são chefiadas por mulheres”, diz.

Emmeline é um bom exemplo da dinamização do SWWomen. Ela esteve na primeira edição do evento em João Pessoa e se tornou Community Leader (líder local) em várias edições da Startup Weekend pelo país. Hoje ocupa uma das principais posições dentro da Techstars no Brasil. “A SWWomen é uma oportunidade de desenvolver negócios e habilidades — seja para a criação de um negócio ou para instigar o olhar para uma nova missão pessoal e profissional.

Na Paraíba, o SWWomen conta com o apoio do StartPB, programa de fomento à inovação do Sebrae. Para Danyella Raposo, gestora do programa do Sebrae Paraíba, é importante contribuir para um ambiente favorável para negócios inovadores criados por mulheres. “Na Paraíba, o Sebrae está aberto a disseminar a cultura startup e a colaborar com ideias e projetos com alto grau de inovação”, reforçou.

Para Denise Lemos, que foi organizadora da primeira edição de uma SWWomen no Brasil, há uma satisfação particular em colaborar para a inserção das mulheres no ecossistema local de inovação. “Trazer novamente o evento para a Paraíba, agora em versão dupla (João Pessoa e Campina Grande), traz uma grande satisfação pois há anos estamos lutando para disseminar a ideia de que a inovação não se resume a produzir tecnologia, mas a utilizar a tecnologia disponível para fazer diferente o que já vem sendo feito. Ou seja, todos podemos inovar, as mulheres podem inovar, é essa nossa intenção, estimular a inovação e o empreendedorismo no universo feminino.”

A organização do Startup Weekend Women oferece cotas de apoio e patrocínio para a realização da ação empreendedora nas duas cidades. Para solicitar informações entre em contato com Denise Lemos por email (deniselemos@portalmulherdefato.com.br).

Outras informações na fanpage do evento: (https://www.facebook.com/swjoaopessoa/)

Contatos para entrevistas:

Denise Lemos – 83 98889-5683 – deniselemos@portalmulherdefato.com.br

Fabio Bandeira de Mello – 83 98858-7786 – fabio@administradores.com.br

Assessoria de Imprensa:
Sandra Vasconcelos – 83 99824 6666 – maximizeconsultoriamarketing@gmail.com







Minha vida após Startup Weekend!

Olá empreendedores!! 

Eu participei do Startup Weekend em Patos de Minas no início de Maio 2017 e foi realmente transformador! Não levei uma ideia para ser compartilhada no evento, meu objetivo era aprender mais sobre validação com os mentores BRUTOS que tinha visto no site (veja coaches and mentors do SWVA’17) e entrar em um grupo que tivesse uma ideia que eu acreditasse.

Me surpreendi com o potencial que a turma apresentava e por minha sorte uma ideia que eu tive quando era adolescente foi dito durante os pitchs de apresentação na sexta-feira. Logo corri para entrar na equipe e mais uma vez me surpreendi com a inteligência do time. Ninguém ali se conhecia e foi incrível a sintonia e vontade de fazer acontecer entre todos nós! No sábado a noite fomos para a rua tentar validar nossa ideia e até conseguimos a nossa primeira cliente!

No domingo, eu fui escolhida para fazer o pitch do app Quod (segmentação de festas/eventos por interesse, localização e proximidade) que desenvolvemos no fim de semana. O nervosismo realmente toma conta da gente mas faz parte da experiência. Acredito que hoje tenho habilidade de fazer muitos outros pitches para defender qualquer negócio.

Ainda mantenho contato com várias pessoas e mentores que conheci em Patos de Minas. Inclusive um jurado do evento entrou em contato para conhecer mais sobre meu trabalho.  Além da disponibilidade de TODOS em ajudar durante/após o evento, quando se trata de empreendedorismo sempre terá uma oportunidade disfarçada em seu caminho!

BORA ao SWVA’17?! O evento no Vale do Aço te aguarda nos dias 23, 24 e 25 de Junho. Faça sua inscrição e se transforme também!   — Grande abraço.

Depoimento de Mayara Carvalho!